No episódio de despedida do ano do Bem Viver, Matheus Machado senta com a gente pra falar do que quase nunca cabe nas retrospectivas: aquilo que não saiu como planejado.
Entre memórias pessoais e a imagem da “mãe suficientemente boa”, o convite é desacelerar o ideal e acolher o real. Aceitar que toda vida carrega uma margem de erro.
Que nem tudo vai dar certo — e ainda assim pode ser suficiente, bonito, digno.
Matheus diferencia o desejo que sustenta da fantasia que pesa, e nos chama a viver com mais ternura, menos cobrança e mais presença. Não é sobre baixar expectativas. É sobre fazer as pazes com o agora.
Um episódio pra fechar o ano com honestidade, respirar fundo e seguir pra 2026 com esperança que não ilude, mas sustenta.
No no episódio do bem viver, o Natal aparece longe do verniz perfeito e perto da vida real.
Lulu nos conduz por memórias simples e cheias de afeto: músicas que aquecem o fim do ano, biscoitos feitos com as sobrinhas, risos que resistem. Mas também abre espaço para quem vive datas difíceis e nos lembra que tradição não é prisão: pode ser inventada, recriada, escolhida. Quando a família dói, a gente também pode construir novos jeitos de celebrar.
O episódio desloca o olhar para o corpo de Maria. Um corpo que sente dor, medo e coragem. Um corpo feminino que gera Deus no mundo e quase sempre é apagado das narrativas natalinas. Aqui, Maria não é enfeite. É carne, força e presença.
O Natal, então, se alarga. Deus nasce pequeno, frágil, dependente. Um Deus que se faz neném e escolhe habitar corpos vulneráveis. Um chamado para reconhecer salvação nas histórias das mulheres, dos refugiados, das pessoas oprimidas. Fé que não foge da realidade, mas se compromete com ela.
Lulu encerra com desejos que são oração e posicionamento: justiça reprodutiva, paz para as crianças, libertação da terra palestina. Porque crer também é agir. Porque espiritualidade, quando é viva, é sempre coletiva.
Nesse episódio do Bem Viver, Carolina Rocha, a Dandara Suburbana, nos conduz por uma meditação que começa numa cena simples: uma senhora varrendo a calçada.
A partir daí, o convite é direto e profundo: nem tudo é sua responsabilidade.
Entre memórias, espiritualidade ancestral e o cotidiano que pesa, Carolina fala sobre reconhecer limites, devolver o que não é nosso e reaprender a cuidar do corpo, da alma e do afeto. Descansar também é gesto político. Pausar também é resistência.
Um episódio sobre autocuidado que não é fuga do mundo, mas escolha coletiva de permanecer inteiro nele.
No novo episódio do bem viver, ailce moreira abre um espaço de escuta para uma dor que o brasil insiste em empurrar para debaixo do tapete. a partir das histórias das mães da penha e do alemão e das suas próprias memórias de luto na pandemia, ela costura fé, corpo e comunidade para falar do que quase não se sustenta: mães enterrando filhos, quando o “natural” seria o contrário.
num diálogo profundo com maria e com a parábola das duas mães em 1 reis 3, ailce revela que esse país ainda não aprendeu a reconhecer a dignidade dessas mulheres.
Entre lágrimas que o estado não vê e abraços que a igreja muitas vezes nega, o episódio convoca a uma espiritualidade que consola, mas também denuncia. porque o reino de deus não naturaliza a morte precoce: ele chama a gente para construir o colo coletivo que essas mães merecem.
um episódio para ouvir devagar, com o coração aberto e a justiça em vista.
Nesse episódio do bem viver, matheus machado nos leva até o complexo do alemão para contar a história do reverendo urso, um pastor que nasceu na quebra e escolheu fazer da própria vida um abrigo pra quem já foi descartado. a narrativa atravessa infância marcada por ausência, descobertas, exclusões e reencontros. mostra como a favela, mesmo ferida, sustenta um jeito de cuidar que a religião institucional tantas vezes esqueceu.
a ordenação do urso num bar local não é detalhe curioso. é símbolo. é evangelho encarnado onde a vida pulsa. enquanto isso, o episódio também encara a realidade dura de uma operação policial recente que deixou dezenas de mortos.
Matheus abre a ferida do racismo estrutural, da desvalorização da vida preta e da violência que insiste em cair sempre sobre os mesmos corpos.
No fim, o bem viver nos lembra que seguir jesus é proteger quem está no fogo cruzado. é construir uma fé comunitária que preserva vidas, planta justiça e insiste na paz como horizonte possível.
ouça e caminhe com a gente.
No novo episódio do Bem Viver, Rebeca nos convida a enxergar o ritmo sagrado que sustenta a vida. Entre o barulho doce de uma festa de aniversário e o silêncio de uma criança que adormece no meio da celebração, ela revela que existir é sempre uma dança entre expansão e recolhimento.
É uma palavra sobre viver com potência, sem deixar que a intensidade nos engula. Sobre honrar os dias em que o coração sobe até o teto e os dias em que ele precisa tocar o chão.
Porque o Reino também aparece quando a gente permite que Deus nos recolha, nos acalme e nos devolva inteiros ao mundo.
Neste episódio do Bem Viver, Dudu Magalhães nos convida a reaprender a orar. Depois de se libertarem do fundamentalismo, muitas pessoas também se afastam da oração, e com razão: foram ensinadas a orar como quem negocia com Deus, e não como quem se deixa transformar pela presença.
Dudu fala sobre a diferença entre uma oração de barganha e uma oração como presença: orar é estar. É silenciar, escutar, abrir espaço para a presença divina que já habita em nós e pode reorganizar nossos afetos, desejos e gestos no mundo.
Entre memórias pessoais e passagens bíblicas, o episódio mostra como a oração pode ser um lugar de cura e formação.
No fim, há um convite prático: cinco minutos de silêncio, sem pedir nada, apenas para ser acolhido pela presença que está em você.
Neste episódio do bem viver, Lulu abre o coração pra falar sobre as muitas formas de amar, aquelas que não cabem nas caixinhas da monogamia ou da “família tradicional”.
A partir de histórias reais e questionamentos sinceros, ela convida a gente a olhar pro amor como força comunitária: que cura, sustenta e liberta. 🌿
Um episódio pra quem acredita que amizade também é amor, que afeto é lugar de resistência e que viver é, no fundo, aprender a amar em liberdade. 💛
Neste episódio do Bem Viver, Dercinei compartilha uma daquelas histórias que atravessam a alma e viram aprendizado.
A partir de uma experiência como pastor, ele fala sobre espiritualidade encarnada , aquela que acontece no chão da vida, no encontro com o outro, no amor que se faz gesto.
Uma reflexão sobre fé e humanidade, que nos chama a viver uma espiritualidade viva, prática e comprometida com o cuidado e a justiça, não presa ao templo, mas espalhada pelas ruas, pelos afetos e pela esperança.
Neste episódio do Bem Viver, o pastor Josias Kaeté compartilha uma caminhada de fé atravessada por ancestralidade, espiritualidade e resistência.
Como homem negro de raízes indígenas do povo Kaeté, ele narra a busca por identidade e pertencimento em meio às marcas da história e nos convida a revisitar nossas próprias origens.
Com ternura e firmeza, Josias apresenta a imagem de um Deus ancestral, que fala por meio da terra, das águas e da memória dos que vieram antes. Ele propõe uma espiritualidade que honra o passado e se atualiza no presente, abrindo espaço para que fé e ancestralidade caminhem lado a lado.
Uma conversa que é , reencontro e recomeço.
Um convite para reconectar fé, corpo e terra, e ressignificar o modo como nos relacionamos com o Criador, aquele que habita também em nossas raízes.
Neste episódio do Bem Viver, Machado nos convida a respirar fundo e rever o que entendemos por “vida cristã”. A partir das parábolas do filho pródigo e do fariseu com o cobrador de impostos, ele mostra que Jesus não veio para vigiar comportamentos, mas para cuidar de corações.
O episódio desmonta o moralismo que tantas vezes sufoca a fé evangélica brasileira, esse que transforma o Evangelho em lista de acertos e pecados e relembra que a Boa Nova é sobre graça, acolhimento e descanso.
É um convite a quem anda cansado de regras e saudoso de comunhão: deixar o peso do julgamento e reencontrar o Cristo que senta à mesa com todos, oferecendo leveza e recomeço.
um episódio para quem deseja viver a fé com mais amor, menos culpa e um bem viver que seja verdadeiramente libertador.
No novo episódio do Bem Viver, Priscila dos Reis Ribeiro compartilha sua caminhada de fé e aprendizado junto aos povos indígenas Guarani-NBA, no Rio de Janeiro.
A partir dessa experiência, ela nos convida a pensar a relação entre evangelho, ancestralidade, comunidade e terra, lembrando que bem viver é vida coletiva, marcada por justiça, paz e alegria.
Com sensibilidade às dores sociais, às feridas ambientais e à dimensão espiritual, Priscila nos propõe uma nova lente: viver com simplicidade, empatia e resistência, cultivando boas sementes no cotidiano.
Um episódio que desperta pra beleza de caminhar junto e sonhar um mundo mais harmonioso.
corre pra ouvir na rádio novas, link na bio!
Neste episódio do podcast Bem Viver, Bruno Café nos convida a refletir sobre a esperança nos dias difíceis, especialmente durante o Setembro Amarelo, mês dedicado à conscientização sobre a saúde mental e o valor da vida.
A partir da história do profeta Elias, que encontrou consolação na brisa suave após momentos de dor e desânimo, o episódio destaca a importância dos pequenos gestos de amor e cuidado como fontes de força.
O episódio nos lembra que a esperança pode surgir no simples respirar, no acolhimento mútuo e na escuta atenta.
Uma mensagem acolhedora para quem enfrenta desafios e um convite a sermos brisa suave na vida uns dos outros.
No novo episódio do Bem Viver, o pastor Wellington fala da dor e da luta da comunidade de Maceió, que desde 2018 sofre com um dos maiores crimes ambientais do país.
Entre ruas rachadas e casas em ruínas, ele reflete sobre o que significa resistir quando a mineração arranca não só o chão, mas também a vida de quem depende dele.
Inspirado em Neemias, ele nos lembra que até no meio do caos é possível juntar forças, acolher fragilidades e sonhar coletivamente com reconstrução.
É uma mensagem de fé e coragem, mas também de denúncia e solidariedade. Porque seguir sonhando juntos é a nossa forma de não desistir da vida que a gente quer.
No novo episódio do Bem Viver, Lulu puxa uma conversa sobre a ética da fofoca.
Porque fofoca pode ferir, mas também pode salvar. Pode destruir laços, mas também pode criar cuidado e comunidade.
Com sua experiência de jornalista e fofoqueira assumida, Lulu compartilha caminhos pra fofocar com responsabilidade: checar o que se fala, escolher bem com quem se fala, se colocar no lugar do outro e espalhar histórias que inspirem em vez de ferir.
Ela também alerta pro perigo das fofocas maldosas e das páginas que lucram com fake news, mostrando que até a fofoca tem lado político e ético.
Um episódio pra repensar o jeito que a gente fala do outro e lembrar que até no cochicho pode caber empatia, afeto e justiça.
No novo episódio do Bem Viver, Davi Miguel nos convida a refletir sobre a vida que a gente deseja viver à luz do Reino de Deus.
Muita gente ainda espera por um futuro distante e apocalíptico pra experimentar esse Reino. Mas Jesus já anunciou: ele começa aqui, hoje, agora.
É na partilha, no perdão, na justiça, na alegria e na inclusão que o Reino se faz presente nas nossas relações e comunidades.
Uma conversa pra lembrar que fé não é só promessa de amanhã, mas força que transforma o presente. Porque a vida que a gente quer já pode ser cultivada no aqui e agora.
No novo episódio do Bem Viver, Matheus Machado abre o coração pra falar de crises de fé e da relação complicada que muita gente tem com religião.
Entre memórias pessoais e questionamentos, ele mostra que a fé não cabe só dentro dos muros da igreja ou das tradições. Ela pode ser caminho de liberdade, acolhimento e vida.
É uma conversa sobre o que realmente alimenta a alma, sobre esperança no meio das dúvidas e sobre seguir com uma espiritualidade aberta, consciente e comunitária.
No novo episódio em vídeo do Bem Viver, Lulu parte do versículo “provai de tudo e retenham o que é bom” para falar de liberdade, cuidado e espiritualidade.
Ela lembra que desconstruir o fundamentalismo é também se permitir experimentar: novas ideias, novas teologias, novas perspectivas. Nem tudo vai servir, e tá tudo bem. O que não gera vida, a gente deixa. O que traz amor e bem-estar, a gente acolhe.
Um episódio pra quem acredita que fé não é prisão, mas caminho de diálogo, acolhimento e vida em abundância.
No novo episódio do Bem Viver, Gabriel fala sobre a vida que a gente deseja e o desafio de nem sempre poder vivê-la agora.
Inspirado por Moisés e Martin Luther King Jr., ele lembra que alguns sonhos atravessam o tempo e a nossa própria existência. Que às vezes a missão é abrir caminho, plantar esperança e preparar a terra pra quem vem depois.
É um chamado pra seguir sonhando e agindo, mesmo diante das adversidades. Porque a vida que a gente quer não é só pra gente é pra todos que virão.
No novo episódio do Bem Viver, Machado fala sobre terapia com a honestidade que a gente precisa. Sem romantizar, sem prometer milagres.
Ele reflete sobre as expectativas que a gente carrega, as barreiras que atravessam o acesso do dinheiro à disposição emocional, e lembra que nem todo mundo consegue, nem todo mundo quer, nem sempre é a hora.
Terapia não é fórmula mágica. É processo.
E só faz sentido se for no tempo certo, com o coração disponível.
Um episódio pra quem já se perguntou se devia começar, pausar ou continuar.
Cuidado com a mente também é parte do bem viver.