
No episódio final da temporada, Tony e Diana conduzem um debate inspirador sobre o AIAD (AI-Assisted Development) e sua profunda transformação na prática da engenharia de software. O AIAD não é apenas uma automação sofisticada — ele representa uma nova mentalidade, uma mudança de foco do “fazer tudo” para o “orquestrar inteligentemente”.
Neste episódio, discutimos:
Os limites éticos e práticos da automação: até onde a IA pode ir sem comprometer criatividade, rigor técnico e responsabilidade?
A evolução do papel humano: de codificador para arquiteto, auditor e coreógrafo de comportamentos em ecossistemas complexos;
O risco de “dependência acrítica” e o valor da profundidade técnica como garantia de validação, segurança e alinhamento com os objetivos do sistema;
A urgência da transparência e rastreabilidade em contextos de alto risco, como saúde e finanças;
A interoperabilidade com MCPs (Model Context Protocols) e a ascensão dos sistemas de sistemas baseados em agentes de IA;
A importância de quebrar silos organizacionais e adotar práticas como Human-in-the-Loop, LLMOps/MLOps e pipelines colaborativos.
Mais do que nunca, o engenheiro do futuro precisará unir visão sistêmica, pensamento crítico, ética aplicada e fluência em IA para navegar num cenário onde decisões técnicas, organizacionais e sociais se entrelaçam.
Um encerramento à altura de uma temporada que uniu teoria, prática, crítica e inspiração.
🧠 O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF1006 - TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.