No episódio final da temporada, Tony e Diana conduzem um debate inspirador sobre o AIAD (AI-Assisted Development) e sua profunda transformação na prática da engenharia de software. O AIAD não é apenas uma automação sofisticada — ele representa uma nova mentalidade, uma mudança de foco do “fazer tudo” para o “orquestrar inteligentemente”.
Neste episódio, discutimos:
Os limites éticos e práticos da automação: até onde a IA pode ir sem comprometer criatividade, rigor técnico e responsabilidade?
A evolução do papel humano: de codificador para arquiteto, auditor e coreógrafo de comportamentos em ecossistemas complexos;
O risco de “dependência acrítica” e o valor da profundidade técnica como garantia de validação, segurança e alinhamento com os objetivos do sistema;
A urgência da transparência e rastreabilidade em contextos de alto risco, como saúde e finanças;
A interoperabilidade com MCPs (Model Context Protocols) e a ascensão dos sistemas de sistemas baseados em agentes de IA;
A importância de quebrar silos organizacionais e adotar práticas como Human-in-the-Loop, LLMOps/MLOps e pipelines colaborativos.
Mais do que nunca, o engenheiro do futuro precisará unir visão sistêmica, pensamento crítico, ética aplicada e fluência em IA para navegar num cenário onde decisões técnicas, organizacionais e sociais se entrelaçam.
Um encerramento à altura de uma temporada que uniu teoria, prática, crítica e inspiração.
🧠 O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF1006 - TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.
Neste episódio denso e estratégico, Tony e Diana exploram a crescente interseção entre MLOps e LLMOps como pilares para levar Modelos de Linguagem de Grande Escala (LLMs) à produção com segurança, escalabilidade e geração de valor real.
A conversa gira em torno de três eixos fundamentais:
Superando silos com colaboração multidisciplinar: novos papéis como Engenheiro de Prompt e AI Product Manager exigem squads integrados, versionamento colaborativo e uma cultura organizacional focada em ciclos iterativos, feedback contínuo e aprendizado coletivo.
Governança proativa como escudo e catalisador: MLOps estruturado evita riscos como vazamentos, falhas operacionais e vieses, atuando não apenas como mecanismo de controle, mas como acelerador seguro para inovação sustentável.
Vantagem competitiva insuperável: setores como saúde, jurídico, educação, agronegócio, energia, telecomunicações e setor público se destacam na adoção da convergência MLOps–LLMOps, criando verdadeiros "moats tecnológicos" — barreiras estratégicas difíceis de replicar.
Com exemplos, métricas reais e reflexões profundas, o episódio oferece um mapa para líderes e profissionais que desejam transformar a IA de promessa arriscada em diferencial estratégico confiável.
🧠 O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF1006 - TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.
Neste episódio especial, Tony e Diana conduzem uma das conversas mais densas e reveladoras da temporada. O tema central é o Model Context Protocol (MCP) — uma arquitetura emergente que está revolucionando a forma como os Modelos de Linguagem de Grande Escala (LLMs) interagem com ferramentas e sistemas no mundo real.
A dupla discute como o MCP viabiliza que LLMs deixem de ser apenas geradores de texto e se tornem agentes inteligentes, capazes de orquestrar fluxos de trabalho, tomar decisões e agir com autonomia. Mas, como toda nova fronteira tecnológica, esse avanço traz consigo enormes desafios. O episódio aborda com profundidade:
A importância da orquestração de múltiplos agentes especializados.
Os princípios da engenharia de prompts e sua relação com a autonomia dos modelos.
Os riscos de uma “ação alucinada”, quando um modelo toma decisões erradas sem supervisão humana.
A necessidade de governança robusta, com destaque para mecanismos como fallbacks, auditabilidade, controle de acesso e explicabilidade.
Os dilemas éticos e técnicos ao adotar o MCP como padrão de interoperabilidade.
O papel do design conceitual das ferramentas e como ele afeta a eficiência, segurança e escalabilidade de sistemas baseados em LLMs.
A visão de especialistas sobre o equilíbrio entre inovação, responsabilidade e supervisão humana.
Com contribuições valiosas de profissionais da área, o episódio oferece um panorama profundo sobre como arquiteturas como o MCP moldarão o futuro da IA aplicada aos negócios.
🧠 O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF1006 - TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.
Neste episódio, Tony e Diana mergulham no fascinante — e desafiador — mundo da engenharia de prompt aplicada a contextos corporativos com dados dinâmicos. Muito além de escrever boas instruções, o prompt se torna um contrato técnico e ético entre humanos e LLMs.
Destaques:
A evolução do engenheiro de software para orquestrador de inteligências, unindo lógica determinística com raciocínio probabilístico;
O uso de ferramentas como LangChain, DSPy, Flowise e Dify, e sua relação com novas competências como versionamento de prompts, monitoramento contínuo, e mitigação de riscos;
Os desafios da integração com dados dinâmicos: model drift, coerência temporal, segurança, privacidade e prompt injection;
O ciclo de vida de soluções com LLMs, incluindo definição de persona, frameworks estruturados de prompts (R-T-F, T-A-O, B-A-B, C-A-R-E), validação sistemática e governança contínua.
Este episódio é um verdadeiro manifesto da multidisciplinaridade radical que a nova engenharia de software exige. Um guia para quem deseja construir sistemas com IA que sejam éticos, confiáveis e alinhados com os objetivos do negócio.
🧠 O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF1006 - TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.
Neste episódio, Tony e Diana exploram o ciclo completo de um projeto com IA Generativa — da identificação de oportunidades até a entrega de valor em produção. Com base na metodologia Sinfonia (Exposição, Composição, Ensaio e Ressonância), a conversa revela como transformar ideias em soluções reais, escaláveis e sustentáveis.
Destaques do episódio:
Áreas de alto impacto como marketing, atendimento, design, jurídico e engenharia de software;
Os grandes obstáculos da transição da ideação para produção: integração de dados, qualidade, escalabilidade, confiabilidade e resistência organizacional;
Estratégias práticas para mitigação: uso de MLOps, pipelines robustos, frameworks éticos, validação humana e RAG (Retrieval-Augmented Generation);
A importância de mensurar valor real com KPIs claros, comparações antes/depois e frameworks como o HELM;
Reflexão crítica: IA é meio, não fim — valor se mede em impacto no negócio, não em hype.
Este episódio é um verdadeiro guia de maturidade para organizações que desejam levar a IA Generativa da promessa à prática com responsabilidade e resultados concretos.
🧠 O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF1006 - TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.
Neste episódio especial do Ponto de Commit, Tony e Diana conduzem uma discussão densa e necessária sobre os dilemas éticos que emergem com o uso de Modelos de Linguagem de Grande Escala (LLMs). O episódio é um verdadeiro panorama crítico e propositivo sobre como inovação e responsabilidade precisam caminhar juntas no desenvolvimento de soluções com IA.
📌 O debate aborda:
Viés algorítmico e seus impactos em áreas sensíveis (recrutamento, crédito, saúde);
O papel da IA Explicável (XAI) na construção de confiança e auditabilidade;
Riscos como deepfakes, desinformação e erosão da verdade;
A lentidão da regulação frente à velocidade da inovação tecnológica;
Propostas como sandboxes regulatórios, RegTech, dashboards dinâmicos e governança distribuída;
A ética como diferencial competitivo, e não como custo;
O papel da liderança: Chief AI Officer, Chief Ethics Officer, comitês multidisciplinares e centros de excelência.
🔎 Este episódio reúne provocações poderosas sobre como construir estruturas de governança que não apenas detectem, mas corrijam vieses sistêmicos ao longo de pipelines integrados de IA. Também discutimos a importância de mudar o mindset: ética não é um freio, é parte do design.
🧠 É um episódio para pensar sistemas complexos, responsabilidade compartilhada e um futuro tecnológico mais confiável.
☕ O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF977 – Engenharia de Software do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.
Neste episódio, Tony e Diana conduzem uma conversa intensa e estratégica sobre três temas fundamentais para a aplicação responsável dos LLMs no ambiente corporativo:
Engenharia de Prompts: É a nova habilidade essencial ou apenas um “superpoder temporário”? Discutimos como transformar essa competência de elite em uma alfabetização digital básica, defendendo formação transversal desde a escola até o ambiente corporativo — com repositórios, simulações e práticas colaborativas.
Storytelling de Dados com IA: Como gerar narrativas impactantes e acessíveis sem sacrificar a veracidade e confiabilidade? Apresentamos boas práticas de validação humana, auditoria algorítmica e grounding para evitar alucinações em contextos críticos, como relatórios financeiros e comunicação regulatória.
Governança de LLMs em grandes corporações: Em um ecossistema dinâmico, como manter rastreabilidade, controle de versões, responsabilização e segurança? O episódio explora modelos como comitês multidisciplinares, Centros de Excelência em IA, e a virada de chave da governança: do foco na ferramenta para o foco no caso de uso.
Um episódio provocador, técnico e ético, que mostra como IA exige não só engenharia e dados, mas também cultura, colaboração e responsabilidade compartilhada.
🧠 O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF1006 - TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.
Neste episódio especial, Tony e Diana conduzem uma jornada em três movimentos sobre o uso de Modelos de Linguagem de Grande Escala (LLMs) no atendimento ao cliente — e os impactos profundos que isso provoca nas competências humanas, nas pequenas empresas e na ética digital.
No primeiro bloco, o foco está na simbiose entre agentes humanos e LLMs. O debate mostra que, mais do que substituir profissionais, os LLMs redesenham seus papéis: habilidades técnicas e analíticas se combinam com competências socioemocionais para formar o novo perfil do gestor de experiências com IA.
No segundo bloco, os holofotes se voltam para as Pequenas e Médias Empresas (PMEs). Como adotar LLMs com pouco orçamento e sem se tornar refém de grandes plataformas? A resposta está em modelos de código aberto, consórcios, estratégias modulares e políticas públicas que evitem um novo abismo digital.
Por fim, o episódio mergulha na ética da personalização: até que ponto a busca por eficiência justifica a coleta e o uso intensivo de dados? Discussões sobre transparência radical, "human-in-the-loop", métricas de equidade e frameworks de "Ética por Design" revelam o caminho para uma IA verdadeiramente centrada no ser humano.
🧠 O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF1006 - TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.
Neste episódio especial, Tony e Diana conduzem um debate profundo sobre como otimizar processos organizacionais com LLMs sem perder de vista a governança, a ética e o protagonismo humano.
O episódio percorre três eixos:
Governança e riscos: discutimos como a busca por produtividade pode levar à implementação acrítica, expondo as empresas a riscos como alucinações, vazamentos de dados e erosão do pensamento crítico. Soluções como comitês de IA, classificação de riscos e “liberdade dentro de um framework” são apresentadas como pilares de uma governança efetiva.
Design centrado no humano: os modelos devem agir como co-pilotos e não como substitutos. A eficácia real da automação está em liberar o humano para atividades mais estratégicas, criativas e interpretativas, sem sacrificar satisfação e engajamento.
Habilidades e cultura organizacional: para que tudo isso seja viável, é preciso formar profissionais com julgamento crítico, alfabetização técnica, capacidade de síntese e inteligência ética — além de promover estruturas organizacionais que incentivem a experimentação segura, a colaboração multidisciplinar e a prudência como valor.
Um episódio denso, provocador e inspirador — um verdadeiro manifesto por uma IA aplicada com consciência, estratégia e harmonia.
🧠 O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF1006 - TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.
Neste episódio, Tony e Diana exploram um dos temas mais fundamentais — e subestimados — no desenvolvimento de soluções com LLMs: a preparação e limpeza de dados textuais, com foco especial no domínio jurídico. A dupla mostra como esse processo é bem mais do que “tirar o lixo”; é garantir qualidade, ética e eficiência desde a origem dos dados.
Entre os tópicos discutidos:
Como lidar com ruído estrutural, inconsistência, viés, escala e privacidade;
A importância da preservação do contexto jurídico e do papel inegociável da validação humana;
Como construir pipelines modulares e automatizados usando ferramentas como spaCy, NLTK, Hugging Face, Scikit-learn, Apache Spark, Dask, Airflow, entre outras;
Estratégias para alcançar anonimização robusta, vetorização eficiente, paralelização e retraining contínuo.
Este episódio é um guia completo para profissionais que desejam transformar a “faxina de dados” em um processo vivo, sustentável e escalável — e não apenas em uma etapa pontual de projeto.
🧠 O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF1006 - TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.
Neste episódio, Tony e Diana exploram como a Inteligência Artificial está transformando o paradigma da tomada de decisão nas empresas. A conversa mergulha nos princípios do Data-Driven Decision Making (DDDM) e mostra como a IA potencializa essa abordagem ao identificar padrões, prever cenários e até sugerir caminhos estratégicos.
Mas não para por aí: o episódio revela que o maior obstáculo à decisão orientada por dados não é técnico, mas cultural. Em vez de uma revolução tecnológica, o que se exige é uma transformação organizacional, onde líderes valorizam evidências, promovem transparência e veem erros como aprendizado — e não como falha.
Entre os destaques:
Exemplos práticos em varejo, saúde, logística e personalização de serviços;
Desafios reais: silos de dados, viés algorítmico, governança e compliance com a LGPD;
O papel da cultura como “sistema operacional” da empresa — e como ela define o sucesso (ou fracasso) de qualquer iniciativa em IA.
🧠 O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF1006 - TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.
Neste episódio, Tony e Diana mergulham nos perigos — técnicos e éticos — de aplicar modelos de linguagem fora do seu domínio original de treinamento. O debate gira em torno de exemplos como LLMs jurídicos usados em contextos médicos, ou modelos treinados em uma cultura operando em outra, levantando riscos como:
Overfitting técnico e incapacidade de generalizar;
Alucinações com falsa autoridade, que mascaram desinformação;
Vieses amplificados ao sair de contextos locais;
Riscos à privacidade e uso indevido de dados sensíveis;
Problemas de infraestrutura, escalabilidade e sustentabilidade da IA.
A dupla também discute práticas fundamentais de mitigação, como validação cruzada entre domínios, monitoramento contínuo, human-in-the-loop, guardrails modulares e transparência via datasheets e model cards. Um episódio denso, técnico e ético, que alerta: mais importante que “o que” um LLM responde, é “onde” e “por que” ele foi treinado para responder.
🧠 O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF1006 - TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.
Neste episódio, Tony e Diana mergulham no papel decisivo da Engenharia de Software na construção de soluções de IA éticas, escaláveis e sustentáveis. A conversa mostra como princípios como “Ethics by Design”, observabilidade, versionamento, privacidade por design e CI/CD são fundamentais para mitigar riscos como viés, opacidade e data drift.
Entre os destaques:
A importância das arquiteturas modulares (ex: microsserviços) para governança e auditabilidade;
A atuação da engenharia como ponte entre experimentos promissores e produtos confiáveis em produção;
O papel de práticas como MLOps e testes automatizados na eficácia e atualização contínua de modelos;
A necessidade de alinhamento entre tecnologia e cultura organizacional, reconhecendo a IA como um sistema sociotécnico.
Este episódio é um verdadeiro manifesto sobre como boas práticas de engenharia garantem que a IA inove com responsabilidade, mantenha seu valor no tempo e respeite os direitos fundamentais das pessoas impactadas.
🧠 O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF1006 - TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.
Neste episódio, Tony e Diana conduzem uma viagem completa pela trajetória dos Modelos de Linguagem de Grande Escala — dos sistemas baseados em regras até os modelos multimodais atuais, como o GPT-4o. O debate passa por marcos como os Word Embeddings, Transformers, BERT, GPTs e pela explosão de dados e infraestrutura que permitiram esses avanços.
Mas não se trata apenas de história técnica: o foco também está na governança ética dos LLMs, com destaque para desafios como viés, transparência, privacidade e responsabilidade. Entre os tópicos abordados:
Técnicas como aprendizado federado, auditoria e anonimização;
A proposta da IA Constitucional e do machine unlearning;
A poderosa regra dos 5 Cs como framework prático de governança;
O papel das organizações, da engenharia e da educação digital.
Uma conversa intensa, abrangente e necessária para quem deseja entender o passado, o presente e o futuro dos LLMs — e como usá-los de forma ética, responsável e estratégica.
🧠 O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF1006 - TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.
Na abertura da terceira temporada, Tony e Diana exploram como a Inteligência Artificial, especialmente os modelos de linguagem, está remodelando operações, decisões e competências no ambiente corporativo.
Discutimos:
A automação inteligente e a democratização do acesso à análise de dados e prototipação;
A transformação da tomada de decisão baseada em dados em um diferencial competitivo;
Os riscos associados à qualidade dos dados, segurança, explicabilidade e privacidade;
O impacto da IA sobre a formação e reinvenção dos profissionais de tecnologia, que agora precisam dominar desde prompt engineering até ética digital.
Este episódio oferece uma visão abrangente e crítica sobre as oportunidades reais e os desafios concretos da adoção da IA nos negócios, preparando o terreno para os debates que vêm pela frente na temporada.
🧠 O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF1006 - TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.
Neste episódio final da temporada, Tony e Diana conduzem uma conversa provocadora sobre o Desenvolvimento de Software Assistido por IA (AIAD). Discutimos os limites e as possibilidades dessa nova abordagem, refletindo sobre o papel do engenheiro de software na era dos copilotos de IA.
Debatemos temas como:
O risco da superficialidade técnica e a tentação de sermos apenas “orquestradores de prompts”;
A importância de rastreabilidade, auditoria, explicabilidade (XAI) e governança robusta;
As novas habilidades exigidas: engenharia de prompt, governança de agentes, cibersegurança aplicada à IA e pensamento sistêmico;
O surgimento de “sistemas de sistemas” com múltiplos agentes interagindo, exigindo arquiteturas modulares, interoperabilidade e monitoramento avançado.
O episódio fecha a temporada com uma visão estratégica sobre o futuro da engenharia de software — híbrida, ética, colaborativa — onde a IA amplia a criatividade humana, mas jamais substitui o julgamento técnico, crítico e ético do profissional.
🧠 O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF1006 - TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.1.
Neste episódio, Tony e Diana mergulham na sinergia entre MLOps e LLMops, destacando seu papel estratégico para integrar, escalar e sustentar soluções de IA generativa nas empresas. Discutimos práticas como versionamento de modelos, automação de pipelines, monitoramento contínuo, governança proativa e o papel do Human-in-the-Loop (HITL). A conversa aborda ainda a importância da colaboração multidisciplinar, a redefinição de papéis (como Engenheiro de Prompt e AI Product Manager), e os desafios culturais da transformação digital. Com muitos exemplos setoriais — de saúde pública a diplomacia —, este episódio mostra que o sucesso da IA não está apenas na tecnologia, mas na capacidade de aprender, adaptar e inovar com responsabilidade.
🧠 O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF1006 - TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.1.
Neste episódio, Tony e Diana conduzem uma das discussões mais densas da temporada: como garantir interoperabilidade, segurança e escalabilidade na orquestração de agentes de IA com o uso do Model Context Protocol (MCP).
A conversa percorre três eixos centrais:
Os limites da autonomia da IA e a importância de manter a supervisão humana estruturada;
O impacto do design conceitual baseado no MCP para garantir modularidade, rastreabilidade e controle;
Os riscos e oportunidades da adoção do MCP, com destaque para desafios técnicos, éticos e de governança.
Um episódio que sintetiza aprendizados acumulados ao longo da disciplina e projeta os caminhos para um futuro onde a IA não apenas interage, mas atua com responsabilidade nos negócios.
🧠 O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF1006 - TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.1.
Neste episódio, Tony e Diana conduzem uma profunda discussão sobre a transformação radical do papel do engenheiro de software na era da IA generativa. Exploramos como a engenharia de prompt se torna uma competência essencial para lidar com modelos probabilísticos, integração via LangChain/DSPy, orquestração de sistemas inteligentes e mitigação de riscos éticos. Também debatemos os desafios da integração de LLMs com dados externos dinâmicos, abordando sincronização, governança, privacidade, rastreabilidade e segurança. Com dezenas de perspectivas complementares, o episódio oferece uma visão abrangente e estratégica de um novo perfil profissional em formação.
🧠 O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF1006 - TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.1.
Neste episódio, Tony e Diana enfrentam de frente os desafios da ética, da privacidade e da governança na era dos Modelos de Linguagem de Grande Escala (LLMs). A conversa percorre temas como viés algorítmico, explicabilidade (XAI), desinformação, riscos regulatórios e deepfakes. Discutem-se iniciativas como o AI Act, a LGPD e a importância de mecanismos como sandboxes regulatórios, auditorias independentes, frameworks open-source e comitês de governança multidisciplinares. O episódio também propõe a cultura da revisão por pares como inspiração para a governança contínua da IA. Uma reflexão profunda sobre como equilibrar inovação, segurança, equidade e responsabilidade — e garantir que a IA seja uma força para o bem.
🧠 O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF1006 - TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.1.