Tempo ao Tempo é um podcast de histórias da História, de passado, presente e futuro, e da mudança da memória no tempo. Aqui vamos percorrer a micro-história e a História global, a História europeia e a História nacional, sempre com o objetivo de atualizar os dilemas das pessoas do passado e colocar em perspetiva histórica os nossos dilemas do presente. Com o tempo, vão aparecer texturas e um padrão narrativo, que ajudará a fazer sentido do todo. Mas o todo será sempre multímodo, polifónico e eclético. De muitos caminhos.
Todas as quintas-feiras um novo episódio escrito e narrado por Rui Tavares, com apoio à produção de Leonor Losa.
A sonoplastia de Tempo ao Tempo é de João Luís Amorim e a capa é de Vera Tavares e Tiago Pereira Santos.
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Tempo ao Tempo é um podcast de histórias da História, de passado, presente e futuro, e da mudança da memória no tempo. Aqui vamos percorrer a micro-história e a História global, a História europeia e a História nacional, sempre com o objetivo de atualizar os dilemas das pessoas do passado e colocar em perspetiva histórica os nossos dilemas do presente. Com o tempo, vão aparecer texturas e um padrão narrativo, que ajudará a fazer sentido do todo. Mas o todo será sempre multímodo, polifónico e eclético. De muitos caminhos.
Todas as quintas-feiras um novo episódio escrito e narrado por Rui Tavares, com apoio à produção de Leonor Losa.
A sonoplastia de Tempo ao Tempo é de João Luís Amorim e a capa é de Vera Tavares e Tiago Pereira Santos.
Rui Tavares leva-nos até aos anos 1920 e ao fim da Primeira República para nos dar conta de alguns acontecimentos que parecem estar ligados, ou não: um fado sombrio, um assassinato e uma ditadura militar que deu origem ao Estado Novo
Será que quando José Sócrates e os jornalistas viveram “acampados” na rua Abade de Faria, em Lisboa, durante a prisão domiciliária do ex-primeiro-ministro, alguém perguntou “quem foi o abade que deu nome a esta rua”? Rui Tavares leva-nos até ao século XVIII para descobrir esta fascinante personagem que serviu de inspiração a Alexandre Dumas para o seu livro “O Conde de Monte Cristo”
Neste episódio de Tempo ao Tempo, Rui Tavares regressa até à Segunda Guerra para nos dar a conhecer o papel determinante de um espião que mudou o curso da história.
Inspirando-se na mudança do conceito de “interessante” ao longo do tempo de que nos falou no último episódio, Rui Tavares propõe agora uma leitura dos séculos XVIII e XIX, sublinhando como a distinção entre Iluminismo e Romantismo se manifesta na forma como as pessoas passaram a relacionar-se com a realidade ao seu redor.
Neste episódio, a vida de Albert Hirschman é revisitada sob o olhar de Rui Tavares, que percorre a genealogia do termo “interessante” e seus múltiplos sentidos, desde o Renascimento até à contemporaneidade.
Qual é, afinal, o propósito da Organização das Nações Unidas? Perante esta questão, que ecoou na abertura da Cimeira de ontem, Rui Tavares leva-nos a revisitar os motivos fundadores desta instituição, criada em 1945, no rescaldo da Segunda Guerra Mundial, quando o mundo ansiava por paz, justiça e cooperação internacional.
Neste episódio, vamos conhecer a forma única com que os franceses decidiram assinalar um novo começo — uma ruptura simbólica e prática — conquistada pela Revolução: o reinício da contagem dos dias e dos meses do ano.
Há muito para descobrir na vida e na obra deste arquiteto “azarado”, inclusive uma relação com a arquitetura islâmica. Oiça mais um episódio de Tempo ao Tempo por Rui TavaresHá muito para descobrir na vida e na obra deste arquiteto “azarado”, inclusive uma relação com a arquitetura islâmica. Oiça mais um episódio de Tempo ao Tempo por Rui Tavares.
Rui Tavares leva-nos até ao início do século XX para falar da “ignóbil porcaria”, o nome popular dado ao decreto eleitoral de 1901 emitido pelo segundo governo de Hintze Ribeiro.
Um grafito com 2 mil anos em Pompeia é o ponto de partida desta viagem onde Rui Tavares nos leva por duzentos séculos de guerras culturais a partir do seu livro “Hipocritões e Olhigarcas”.
Tempo ao Tempo é um podcast de histórias da História, de passado, presente e futuro, e da mudança da memória no tempo. Aqui vamos percorrer a micro-história e a História global, a História europeia e a História nacional, sempre com o objetivo de atualizar os dilemas das pessoas do passado e colocar em perspetiva histórica os nossos dilemas do presente. Com o tempo, vão aparecer texturas e um padrão narrativo, que ajudará a fazer sentido do todo. Mas o todo será sempre multímodo, polifónico e eclético. De muitos caminhos.
Todas as quintas-feiras um novo episódio escrito e narrado por Rui Tavares, com apoio à produção de Leonor Losa.
A sonoplastia de Tempo ao Tempo é de João Luís Amorim e a capa é de Vera Tavares e Tiago Pereira Santos.