Eu não quero que você comece 2026 errado.
Usei Provérbios 21:5 como base: quem planeja bem e trabalha com dedicação prospera; quem se apressa e toma atalhos fica pobre. Isso não é só sobre dinheiro, é sobre sua mente, suas emoções, seus relacionamentos e a sua vida com Deus.
Para mim, planejar bem significa pensar profundo e voltar do objetivo final para os passos diários. Trabalhar com dedicação é viver “coram Deo” — tudo feito sob o olhar de Deus, com excelência e fidelidade, mesmo nas tarefas pequenas e repetitivas. A pressa produz atalhos; atalhos produzem pobreza espiritual, emocional e relacional.
Chegamos ao fim do ano e eu sei que muita gente encara as férias como sinônimo de "deixar a vida levar". Mas deixa eu ser bem sincero com você: viver no piloto automático é um desperdício de vida.
Descanso não é o fim do trabalho, é o preparo para a próxima estação. Na Bíblia, isso se chama Sabático. Não é apenas parar; é recalibrar. Se a sua alma virou uma "monocultura" ela vai esgotar. Você precisa oxigenar a terra.
Neste vídeo, eu te dou 5 passos práticos e espirituais para você não voltar das férias mais cansado do que entrou. Vamos falar sobre a importância do "tédio" programado, a diferença entre hobby e entretenimento barato, a necessidade de contemplar o belo e como ajustar o eixo vertical com Deus.
Não entre no próximo ano sem margem. Assista, anote e seja intencional.
Neste vídeo, eu respondo algumas das perguntas mais comuns (e também mais sensíveis) sobre o Natal. Falamos sobre tradição, significado, exageros, distorções e, principalmente, sobre Cristo no centro de tudo.
O Natal não é apenas uma data no calendário, nem um debate raso sobre costumes. É uma oportunidade de refletirmos se Jesus ainda ocupa o lugar que Ele merece no nosso coração, na nossa fé e na nossa rotina.
Que esse final de ano não seja apenas sobre fechar ciclos, mas sobre alinhar o coração. Que você termine o ano com arrependimento onde for necessário, gratidão onde Deus foi fiel e esperança renovada para tudo o que Ele ainda vai fazer.
Feliz Natal!
Nem todo aplauso ao Evangelho vem de arrependimento. Às vezes, vem de conveniência.
Neste vídeo, eu comento um gesto político que muitos celebraram como algo bonito e histórico, mas que exige discernimento espiritual. A fé cristã nunca precisou de decreto, aprovação institucional ou reconhecimento do Estado para existir. O Evangelho não nasce do poder, ele confronta o poder. Jesus deixou claro que o Seu Reino não é deste mundo, e isso muda completamente a forma como interpretamos certos acenos públicos à fé.
Quando símbolos cristãos são exaltados enquanto valores centrais do Evangelho seguem sendo relativizados, existe uma contradição que não pode ser ignorada. Louvor sem arrependimento vira performance. Fé sem obediência vira estética religiosa. O problema não é cantar louvor em lugares de poder, é governar em oposição aos princípios que esse louvor declara.
Minha oração é para que a Igreja no Brasil tenha maturidade e discernimento. Que não confundamos espaço com alinhamento espiritual, nem microfone com aprovação divina. O Reino de Deus não precisa ser patrimônio cultural; ele precisa ser vivido como verdade absoluta, custe o que custar.
Assista até o final e reflita com sinceridade sobre isso. Que Deus te abençoe.
Se você despreza tradições, está abrindo mão da sua identidade.
Este vídeo é continuação do que falei sobre descanso intencional. Descanso que não é fuga, mas ferramenta para construir. Quero falar sobre uma coisa que muitos desprezam: tradição. Por muito tempo eu também pensei que tradição era amarra. Hoje eu digo o contrário: tradição é uma cerca de proteção ao redor dos valores.
Eu compartilho exemplos pessoais (retiros anuais, jejuns com amigos) e explico por que práticas como a ceia e o culto não são nostalgia nem formalismo vazio. Na verdade, são instrumentos que protegem ortodoxia, ortopraxia e o coração. Tradição vira religiosidade quando a cerca se torna mais importante que aquilo que ela protege.
Responda comigo: Quais tradições você já pratica? Quais você precisa começar? Que valores precisam de uma cerca?
Assista até o final e reflita sobre isso. Compartilhe com quem precisa lembrar que tradição bem vivida é fundamento, não prisão.
Eu não aceito o silêncio da igreja diante da violência contra a mulher.
Nas últimas semanas temos visto cenas que deveriam envergonhar qualquer sociedade: mulheres arrastadas, espancadas, humilhadas em público. Isso não é só notícia, é sintoma de uma crise moral e espiritual.
Falo disso de um lugar pessoal: cresci vendo violência em casa. Vi o efeito devastador na alma, na dignidade, no medo que fica. Por isso não falo de teoria; falo de responsabilidade.
Antes de qualquer debate ideológico, isto é questão moral. O adultério é pecado, sim. Mas a Bíblia nunca autorizou a violência como resposta. Jesus confrontou o erro e protegeu a pessoa. Amor redentor corrige; violência destrói.
O homem que agride não representa força. Representa covardia. A igreja não pode proteger reputações em detrimento de vidas. Neste vídeo eu explico qual é o papel do homem, qual é o papel da igreja e o que as Escrituras realmente exigem de nós diante dessa chaga.
Assista até o final e reflita: qual será a sua resposta? Deus te abençoe.
Hoje eu sentei pra conversar com a minha irmã, Zoe Lilly, e foi uma daquelas conversas que fazem a gente olhar pra trás com gratidão e pra frente com consciência.Falamos sobre família, criação de filhos e também sobre o quanto a Zion Church mudou desde os primeiros dias. Foi um tempo de lembrar o que permanece, mesmo quando tudo ao redor muda.Compartilhamos muito do que aprendemos com a nossa mãe, Sarah Hayashi, sobre fé, constância e o valor de formar corações antes de formar ministérios.É uma conversa sobre legado, simplicidade e propósito, e sobre como Deus escreve histórias através das gerações.
A cena é chocante. Não apenas por ser culturalmente distante, mas porque revela um espírito antigo que continua operando: o mesmo impulso que, na Bíblia, exigiu sacrifício de crianças (veja Jeremias 32:35). Hoje o inimigo usa novas roupagens para levar filhos aos seus altares.
Não é só sobre o Irã ou sobre fanatismo distante. É sobre a batalha espiritual pela próxima geração. Enquanto alguns oferecem os filhos à morte em nome de ideias e religiões, outros, inclusive aqui entre nós, negligenciam ou sacrificam vidas por promessas efêmeras. Efésios 6 nos lembra que nossa luta é contra forças espirituais; a frente de batalha é a família e a formação das crianças.
Por isso digo: o maior posicionamento não vem de politização exterior, mas de pais, mães e comunidades que discipulam, ensinam e guardam vidas. Ensine a criança no caminho, e o mundo poderá ser diferente.
Assista até o final e reflita: como você tem cuidado da próxima geração na sua casa e na sua igreja?
A FÉ ESTÁ SENDO ATACADA E NINGUÉM QUER FALAR SOBRE ISSO.
Hoje eu quero reagir a um vídeo que escancara algo que nós, como Dunamis e como igreja, já enxergamos há muito tempo: a perseguição religiosa no Brasil é real.Ela não está apenas em países comunistas ou em zonas de guerra. Está aqui dentro das universidades, nas entrelinhas, nos olhares, nos comentários disfarçados de “diversidade”.
Eu não estou aqui para discutir ideologia, mas para abrir os olhos espirituais de uma geração. O cristianismo se tornou o único “inimigo” permitido no ambiente acadêmico, e isso revela algo muito mais profundo: há uma guerra espiritual acontecendo, uma guerra pela verdade.
Se você é um jovem cristão na universidade, um líder, pai ou mãe de estudante, esse vídeo é um chamado à lucidez e à ousadia. Não se cale, viva sua fé e reivindique seu direito.
E lembre-se: os perseguidos por causa da justiça são os bem-aventurados do Reino.
Quando até o Papa precisa reafirmar o óbvio, é sinal de que o mundo realmente esqueceu o básico.
Não há coredentora, não há outro caminho, não há outra cruz. Só Jesus salva — e isso nunca foi negociável.
Em tempos onde a religião tenta atualizar o Evangelho, ouvir essa verdade ecoar de Roma é, no mínimo, um lembrete: a Bíblia ainda é a Palavra final.
Assista até o fim e reflita se sua fé tem sido bíblica… ou apenas cultural.
Nos últimos dias, vimos mais de mil jovens reunidos na USP para declarar que Jesus é o Senhor — e isso gerou desconforto. Não apenas no meio secular, mas também dentro da própria igreja.
Alguns disseram que manifestações públicas de fé são “teatro religioso”. Que deveríamos nos limitar aos templos, às boas obras e à discrição. Mas o Evangelho nunca foi um projeto de silêncio. Jesus pregou em praças. Paulo confrontou ídolos em Atenas. E a Igreja nasceu em meio ao barulho de um Pentecostes público.
O que está em jogo aqui não é o “barulho”, mas a coragem de um povo que não aceita ser empurrado para a margem da fé. Vivemos um tempo em que a cultura tenta domesticar o cristão — e é exatamente por isso que precisamos nos posicionar.
Se o mundo pode gritar suas convicções, por que a Igreja deveria se calar?
Assista até o final e reflita: quem tem moldado a sua fé — o Espírito ou o medo da opinião pública?
A CURA NÃO ESTÁ EM VOCÊ
Vivemos em uma geração obcecada por bem-estar, mas perigosamente distante da verdade. Buscamos incessantemente terapia, autocuidado e paz interior, ignorando a centralidade da cruz.
Como psicólogo por formação, eu reconheço e acredito na importância da psicologia e da saúde mental, mas é crucial entender que a terapia não liberta por si só; a verdade de Deus é que liberta. Se o cuidado que você busca não o conduz à rendição a Cristo, ele facilmente se transforma em idolatria. Jesus nunca instruiu: "se ame mais"; Ele ordenou: "negue-se a si mesmo".
O Evangelho, em sua essência, não visa nos fazer sentir bem, mas sim nos levar a morrer para nós mesmos e nascer de novo.
Assista até o fim e dedique um tempo para refletir: o seu foco no bem-estar tem sido, de fato, a sua cura, ou ele tem se tornado, sutilmente, a sua prisão?
Não deixe de garantir o meu livro, O Gatilho:
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Fala, galera. Na Dunamis Con’25 tive o prazer de receber os amigos Marcos Salles, Davis Oliveira e Michel Piragine para conversarmos sobre as dificuldades em liderar a nova geração e qual legado estamos deixando para a igreja do amanhã.
Enquanto nos ocupamos como líderes equipando nossos liderados e pastores hoje, existe uma tendência de esquecer que não podemos esquecer da próxima geração. Enquanto ensinamos eles a andarem nos princípios da Palavra hoje, eles irão ter um caminho a seguir em suas respectivas jornadas com o Senhor.
Hoje eu quero conversar com você sobre o que aconteceu no Rio de Janeiro no dia 28 de outubro: uma operação policial que terminou com dezenas de mortes e reacendeu o debate sobre segurança pública, violência e justiça no Brasil.
Como cristãos, precisamos enxergar esse tipo de acontecimento com discernimento e uma visão bíblica. Sim, o problema é sistêmico. O Estado falhou em muitas áreas. Mas isso não significa que o crime organizado se torna vítima. O mal precisa ser chamado de mal. E a autoridade, respeitada como instrumento de Deus para conter o caos, como a própria Bíblia ensina em Romanos 13.
Neste vídeo, eu falo sobre a inversão de valores que temos visto: a vitimização de criminosos e a criminalização da polícia. Falo também sobre o papel do Estado na legítima defesa e sobre como o cristão deve reagir diante de tudo isso: sem ódio, mas também sem ingenuidade.
Meu convite é para que você pense com clareza, com sabedoria e com base na Palavra. Que o Espírito Santo nos traga compaixão, mas também justiça. E que o Senhor tenha misericórdia do Brasil.
Todo ano volta o mesmo papo: “Mas Téo, é só uma fantasia… é só uma brincadeira.” Será mesmo?
Hoje eu quero te mostrar que o Halloween não é só uma festa, é uma cultura espiritual que entra em colisão direta com o Reino de Deus. O problema não é o doce, nem a fantasia. O problema é o que está por trás: uma celebração que normaliza o mal e banaliza as trevas.
Enquanto o mundo comemora o medo e a morte, a Igreja é chamada para celebrar a Luz e a Vida. E o mais curioso é que no mesmo dia em que o mundo festeja o Halloween (31 de outubro), a Igreja celebra algo totalmente oposto: a Reforma Protestante, o dia em que a verdade da Palavra rompeu séculos de escuridão.
Então nesse vídeo eu quero te lembrar o poder do que você celebra.Porque o Reino de Deus não flerta com as trevas, ele expõe as trevas à luz.
Assiste até o final e reflita: o que o teu coração tem celebrado?
Hoje eu preciso falar sobre algo que está queimando no meu coração.
Enquanto o mundo segue em silêncio, milhares de cristãos estão sendo assassinados na Nigéria. Igrejas destruídas, famílias perseguidas, e quase ninguém fala sobre isso.
A Bíblia diz que, se um membro sofre, todos sofrem com ele. E se a Igreja de Jesus é um corpo, não dá pra fingir que essa dor não é nossa também.
Que esse vídeo desperte em você o mesmo clamor que tem queimado em mim: o de não desperdiçar a liberdade que temos, enquanto tantos estão morrendo para preservar o evangelho.
Quando vi o discurso do Lula dizendo que “os evangélicos não são contra nós, nós é que não sabemos falar com eles”, eu parei para pensar: o problema não é de comunicação, é de cosmovisão.
Não é que o povo de Deus não entende o que esse governo fala; é que nós entendemos bem demais o que ele defende. O que está em jogo aqui não é diálogo, é o choque entre valores do Reino e princípios de um sistema que se opõe à verdade.
Quando um governo trata o aborto como direito, elogia ditaduras que perseguem cristãos e tenta usar versículos para conquistar votos, a igreja precisa se levantar e dizer: a Palavra de Deus não é ferramenta de poder, é espada que confronta o pecado.
Assista até o fim e reflita comigo sobre o que realmente está por trás desse discurso.
Fala, galera! Teo Hayashi aqui.
No episódio de hoje eu respondo várias perguntas que vocês me mandaram, de bate pronto, sem filtro. Tem de tudo: casamento, dinheiro, propósito, visão de Deus, até futebol!
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Hoje eu recebi o pastor Josué Arcanjo, um jovem missionário de 22 anos que vive e pastoreia no Japão. A conversa começa com a história de família dele, passa pela persistência que levou seus pais ao campo missionário, e chega numa pergunta que me pegou: afinal, o que está acontecendo com a igreja no Japão?
Por que isso importa? Porque o Japão é um povo com 125 milhões de pessoas e menos de 1% cristão. Porque há igrejas morrendo de dentro para fora por falta de sucessão e discipulado. E porque o que acontece lá nos confronta aqui: quantas vezes usamos missões como vitrine em vez de compromisso real?
Se você quer entender missão, perseverança, reviver a paixão pelo povo perdido e ouvir um relato de quem está no campo, esse episódio é para você. E se você é líder ou jovem que vai pra rua, preste atenção ao que o Josué diz sobre disciplina espiritual, confissão diária e a diferença entre aparecer e cuidar.
Se esse vídeo te confrontou, comente aqui embaixo o que Deus falou com você. Inscreva-se no canal, deixe o like e compartilhe com alguém que precisa ouvir essa chamada.
Vamos orar e agir com coragem.
Fala, pessoal! Hoje eu recebi aqui o Philipe Câmara e o Davi Lago para uma conversa que me marcou bastante. Nós falamos sobre temas que mexem com a vida da igreja e do ministério: desde o perigo de enxergar Jesus apenas como alguém que melhora a nossa vida, até a diferença entre um culto verdadeiro e a lógica do consumo. Também refletimos sobre os desafios de liderar uma geração tão acelerada, as tensões das grandes estruturas dentro da igreja e como permanecer íntegro no ministério sem se corromper.
Foi um papo profundo, cheio de perguntas necessárias e que podem ajudar você a repensar sua caminhada.