Chegou o momento de falarmos dos melhores discos e filmes do ano de 2025. E esse ano temos a participação de dois conivdados de luxo, garbo e elegância: Luiz César Pimentel e Rodrigo James que vem falar o que viram de melhor nesse ano.
Edição mais do que especial do Discopatas. Recebemos nossos amigos do “Namorin de Portão”, Renata Py e Adilson Virno. Eles falam do programa e de muito mais. E também tivemos uma convidada muito especial: a nossa ouvinte e ouvinte do Namorin, professora Soraya.
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No episódio de hoje vamos falar daquela é considerada uma das bandas mais influentes de todos os tempos: Kraftwerk. Sem eles, muito provavelmente a música do final do século XX e a contemporânea jamais seriam as mesmas.
No sexto episódio do Discopatas, voltamos ao Brasil para analisar um dos maiores fenômenos da história da nossa música. Em plena ditadura militar, um trovão de cores, maquiagem e talento rompeu o silêncio: vamos falar de "Secos e Molhados" (1973), o álbum de estreia que apresentou ao país o grupo homônimo.
Este disco não foi apenas um lançamento, foi um acontecimento cultural. Apresentando a voz única e a performance andrógina de Ney Matogrosso, ao lado das composições geniais de João Ricardo e Gerson Conrad, o álbum quebrou todas as barreiras. Misturando rock, poesia concreta, música folclórica portuguesa, MPB e glam rock, o "disco do pingo" tornou-se um sucesso comercial avassalador em um cenário improvável.
Com hinos eternos como “Sangue Latino”, “O Vira” e a devastadora “Rosa de Hiroshima”, "Secos e Molhados" provou que a arte podia ser popular, revolucionária e sofisticada, tudo ao mesmo tempo.
É sobre este marco zero, o disco que redefiniu a estética e a ousadia da música brasileira, que falamos neste episódio.
Sintonize na Rádio Antena Zero, a rádio rock independente que valoriza a música fora do circuito comercial, e acompanhe o Discopatas todos os sábados às 19h30. Uma viagem aos primeiros passos que moldaram as lendas da música.
Uma viagem pelos discos que deram o pontapé inicial em trajetórias musicais inesquecíveis.
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No quinto episódio do Discopatas, atravessamos o tempo e o espaço para pousar na Austrália do final dos anos 2000, onde um jovem chamado Kevin Parker começou a dar forma a um dos projetos mais influentes da psicodelia moderna: o Tame Impala.
O nosso foco é "Innerspeaker" (2010), o disco de estreia que apresentou ao mundo o som hipnótico e introspectivo de Parker — uma viagem sonora repleta de guitarras flutuantes, ecos cósmicos e melodias que parecem vir de outro planeta.
Gravado em meio à natureza australiana e influenciado por gigantes como Cream, The Beatles e Pink Floyd, "Innerspeaker" é um mergulho profundo nas paisagens da mente — uma experiência psicodélica que redefiniu o rock alternativo da década de 2010.
Neste episódio, contamos com a presença especial de Wilson Farina, nosso amigo e produtor do programa, para decifrar as camadas, as influências e o impacto desse álbum que marcou o início da jornada do Tame Impala rumo ao estrelato global.
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Nesse especial de Soul Music expusemos todo o nosso desconhecimento sobre o tema, com muitas opiniões polêmicas sobre versões clássicas do estilo.
Na edição de hoje vamos bater um papo de futebol e música com o nosso amigo Fabio Soares.
No episodio de hoje conversamos sobre uma das nossas bandas preferidas: Joy Division.
No quarto episódio do Discopatas, cruzamos o Atlântico e desembarcamos na Inglaterra do início dos anos 90, um caldeirão sonoro prestes a explodir. O nosso foco é "Leisure" (1991), o disco de estreia de uma banda que, poucos anos depois, lideraria o movimento Britpop: o Blur.
Antes de se tornarem gigantes, Damon Albarn e companhia davam seus primeiros passos, mergulhados na psicodelia da cena Madchester e no som etéreo do shoegaze. Com singles marcantes como “She’s So High” e o sucesso contagiante de “There’s No Other Way”, "Leisure" captura o exato momento em que o talento e a atitude do Blur foram apresentados ao mundo.
É sobre este primeiro capítulo, o pontapé inicial que já mostrava o potencial de uma das bandas mais importantes de sua geração, que falamos neste episódio.
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O Tiny Desk é um dos nossos programas preferidos no Youtube. E aproveitando a notícia recente de que teremos a versão brasileira do substituto do saudos Acústico MTV, aproveitamos para tocar nossas apresentações preferidas no programa.
As trevas e o cheiro de vinho barato chegaram ao Discopatas e nesse episódio nós comentamos e escutamos as músicas de uma das bandas mais trevosas de todos os tempos: Sisters of Mercy.
Pegue seu garrafão de vinho Sangue de Boi ou a sua lata de Coca-Cola quente e sem gás (ouça o episódio pra entender o porque). e vem ouvir com a gente.
Estamos de volta trazendo uma das bandas mais interessantes do final do século XX: R.E.M. Eles passaram a maior parte da carreira como uma banda "alternativa" e querida pelos ouvintes das antigas college radios, estações que tinham como ouvintes alunos de universidades norte-americanas, foram para o estrelato com o disco Out of Time e voltaram para o alternativo no disco seguinte.
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No terceiro episódio do Discopatas na Radio, aterrissamos no Brasil dos anos 80 para explorar a estreia de uma banda que mudaria para sempre o rock nacional. Vamos falar do álbum "Barão Vermelho" (1982), o disco de estreia da banda homônima, que apresentou ao país a poesia crua de Cazuza e a guitarra pulsante de Frejat.
Este álbum foi a faísca inicial de uma carreira lendária, um grito de urgência com a cara do Rio de Janeiro da época. Com hinos instantâneos como “Bilhetinho Azul”, "Ponto Fraco" e “Todo Amor Que Houver Nessa Vida” — esta última imortalizada na voz de Cazuza, mas que ganharia o Brasil na interpretação de Caetano Veloso —, o disco combina a crueza do rock and roll com a sensibilidade da Bossa Nova e do blues, criando uma sonoridade suja, poética e irresistivelmente brasileira.
É sobre este marco zero, a pedra fundamental que lançou o Barão Vermelho ao estrelato, que falamos neste episódio.
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Nessa edição do Discopatas recebemos mais um convidado especial: o jornalista Roberto Sadovski. Falamos muito sobre cinema e claro, sobre as trilhas que estão em filmes que gostamos muito. A playlist desse episódio foi inteiramente escolhida pelo nosso convidado e tem Pixies, Rage Against The Machine e mais.
Ou seja, essa é mais uma daquelas edições de colecionador que você ouve por aqui. Então espalhe para mais pessoas: compartilhe, deixe five stars pra plataforma espalhar e alcançar mais pessoas.
Nossas bandas favoritas, admitamos ou não, sempre fazem discos ruins. Mas como somos fãs a gente sempre dá aquela chance e acaba descobrindo alguma coisa boa naquele trabalho. É sobre isso o episódio dessa semana.
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Nessa edição exploramos a carreira de um dos maiores guitarristas de todos os tempos antes de ele formar o Led Zeppelin.
No retorno do Luciano ao Discopatas ele escolheu um tema "bem quente": músicas que fazem menção ao diabo. Ouça por sua conta e risco.
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Sabe aquela quando você esta ouvindo aquela musica e fica com uma sensação de "opa, ja ouvi isso em algum lugar?", é sobre isso que vamos falar hoje: plágios.
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Chegamos ao final do nosso especial "Trilogia do Amor", onde nós nos dedicamos as 3 fases conhecidas de todo relacionamento: sexo, romance e separação. E para esse último episódio nós reservamos para falar novamente sobre um tema que já tratamos aqui em um episódio passado: músicas de fossa. Afinal de contas, quem nunca curtiu uma boa fossa não é mesmo? Então vem ficar triste com a gente.
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No mês dos namorados resolvemos fazer uma "trilogia do amor". E no episódio dessa semana falamos de "músicas para transar". Sabe aquela playlist coringa que você saca na hora do "rala e rola". Pois bem, esse é o tema do primeiro episódio da trilogia.
E para conversar sobre esse tema contamos com a presença da Gabriela Guitian, pedagoga e que trouxe uma série de músicas perfeitas para quem quer aproveitar bem debaixo dos cobertores junto com o seu parceiro ou parceira.
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