Fernando Rodrigues, docente do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, fala sobre a literatura helenística, que aconteceu entre os anos 323 e 31 a.C., abordando suas principais características e autores.
Fernando Rodrigues Júnior possui graduação em Letras (2001), mestrado em Letras Clássicas (2005) e doutorado em Letras Clássicas (2010), todos pela Universidade de São Paulo. Realizou pesquisa de Pós-doutorado no King's College London entre 2013 e 2014 e, atualmente, é professor da Universidade de São Paulo.
Coordena o grupo de pesquisa Hellenistica e tem experiência na área de Letras Clássicas, atuando principalmente nos temas: Literatura Helenística, Epopéia, Calímaco, Apolônio de Rodes, Teócrito, Poesia Bucolica e Epigrama.
Sugestão de Leitura:
BING, P. The Well-Read Muse: Present and Past in Callimachus and the Hellenistic Poets, Göttingen, 1988.
CAMERON, A. Callimachus and his Critics, Princeton, 1995.
CLAUSS, J. J. The Best of Argonauts, Berkeley-Los Angeles, 1993.
CLAUSS, J. J. et CUYPERS, M. A Companion to Hellenistic Literature, Oxford, 2010.
FANTUZZI, M. et HUNTER, R. Tradition and Innovation in Hellenistic Poetry, Cambridge, 2002.
FRASER, P. M. Ptolemaic Alexandria I-III, Oxford, 1972.
GREEN. P. Alexander to Actium: The Hellenistic Age, London, 1990.
GUTZWILLER, K. J. Theocritus' Pastoral Analogies. The Formation of a genre, Madison, 1991.
______. Poetic Gralands: Hellenistic Epigrams in Context, Berkeley-Los Angeles, 1998.
______. A Guide to Hellenistic Literature, Malden, 2007.
HARDER, M. A., REGTUIT, R. F. et WAKKER, G. C. (eds.) Callimachus (Hellenistica Groningana I), Groningen, 1993.
______. Theocritus (Hellenistica Groningana II), Groningen, 1996.
______. Genre in Hellenistic Poetry (Hellenistica Groningana III), Groningen, 1998.
______. Apollonius Rhodius (Hellenistica Groningana IV), Leuven, 2000.
______. Callimachus II (Hellenistica Groningana VII), Leuven, 2004.
HUNTER, R. L. The Argonautica of Apollonius. Literary Studies, Cambridge, 1993.
______. Theocritus. A Selection, Cambridge, 1999.
HUTCHINSON, G. O. Hellenistic Poetry, Oxford, 1988.
______. As Argonáuticas de Apolônio de Rodes e a Poesia Épica no Período Helenístico. In OLIVA NETO, J.A. (Ed.). I Semana de Estudos Helenísticos (pp. 39-67). São Paulo, 2010.
______. Epopeia e Poesia Bucólica no Idílio XI de Teócrito. Nuntius Antiquus 9, 77-90, 2012.
______. O Agon Bucólico entre Dáfnis e Menalcas no Idílio VIII de Teócrito. Organon 31, 149-170, 2016.
______. O Conceito de Poesia Bucólica no Século III a.C. In RODRIGUES JUNIOR, F. et al. (Eds.). Helenismo (pp. 131-76). São Paulo, 2017.
______. A Hécale de Calímaco: Uma Nova Abordagem à Poesia Épica. In RODRIGUES JUNIOR, F. et alli (Eds.) Estudos de Poesia e Prosa Helenística (pp. 35-60). São Paulo, 2017.
______. O Heroísmo de Medeia nas Argonáuticas de Apolônio de Rodes. Archai 22, 229-53, 2018.
______. Héracles e o Heroísmo nas Argonáuticas de Apolônio de Rodes. Cadernos de Letras da UFF 28, 203-21, 2018.
______. A Ekphrasis do Manto de Jasão nas Argonáuticas e seu Modelo Iliádico. Clássica 32, 147-64, 2019.
______. Μοῦσαι ὑποφήτορες: A Relação entre o Narrador e as Musas nos Três Prólogos das Argonáuticas de Apolônio de Rodes. Conexão Letras 15, 107-19, 2020.
______. Discussões Poéticas nos Epigramas de Calímaco. In RODRIGUES JUNIOR, F., SEBASTIANI, B.B. & SILVA, B.C. (Eds.). A Poética Calimaquiana e sua Influência na Poesia Epigramática (pp. 197-219). Coimbra, 2021.
______. Calímaco e a Discussão sobre a Poesia Trágica. Humanitas 78, 9-32, 2021.
______. Argonáuticas. Apolônio de Rodes. Organização, Tradução, Textos e Notas. São Paulo, 2021.
WERNER, E. Os Hinos de Calímaco. Poseia e Poética. São Paulo, 2012.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Fernando Rodrigues
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
Marcello Zanfra, doutor em Letras Clássicas pela FFLCH-USP, fala sobre a comédia romana, mais especificamente a Fabula palliata, que são peças ambientadas na Grécia nas quais os personagens pertencem a classes mais baixas. Marcello Peres Zanfra atua como professor contratado da Universidade de São Paulo na área de Literatura Portuguesa. É doutor em Letras (FFLCH/USP), com o estudo das práticas retóricas de recepção e legitimação empregadas por São Jerônimo sobre a vida e obra de Públio Terêncio Afro. Mestre em Letras pela FFLCH/USP desde 2018, com a tradução e análise interpretativa da comédia "Adelfos" de Terêncio. Também Bacharel e Licenciado no mesmo curso pela FFLCH e FEUSP, respectivamente, em 2015. Desenvolve pesquisas sobre comédia latina, sua recepção por autores cristãos e sua tradução para o português brasileiro contemporâneo, lidando com obras de Plauto e, sobretudo, Terêncio. Formado também em Pedagogia pela Universidade Cruzeiro do Sul. Professor concursado das disciplinas de Linguagem, Trabalho e Tecnologia e Língua Portuguesa, Literatura e Comunicação Profissional no Centro Paula Souza. Possui especialização online em Metodologias do Ensino da Língua Portuguesa e Literatura na Educação básica pela Universidade Anhanguera online, além de curso de aperfeiçoamento em Coordenação Pedagógica pelo IFEP Cursos e Consultoria. Sugestão de Leitura: BAKHTIN, M. Cultura popular na Idade Média e Renascimento: o contexto de François Rabelais. 6ª ed. São Paulo: Hucitec, Editora UnB, 2008. CARDOSO, L. D. A vez do verso: estudo e tradução de Amphitruo de Plauto. Dissertação de mestrado apresentada à Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2012. __________. Estudo e tradução de "Anfitrião" de Plauto. Autêntica, 2020. DUARTE, A. da S. (2003). A catarse na comédia. Letras Clássicas, (7), 11-23.
DUCKWORTH, G. E. The nature of Roman Comedy. A study in popular entertainment. Second Edition with a Foreword and Bibliographical Appendix by Richard Hunter. Oklahoma: University of Oklahoma Press, 1994. DUPONT, F. Aristóteles, ou o vampiro do teatro ocidental. Tradução de Joseane Prezotto, Marcelo Bourscheid, Rodrigo Tadeu Gonçalves, Roosevelt Rocha, Sergio Maciel. Florianópolis: Cultura e Barbárie, 2017. __________. Le Théâtre latin. Série “Lire l’Antiquité”. Paris: Armand Colin Éditeur, 1988. __________. Teatro e società a Roma. Seconda edizione. Bari: Laterza, 1995. GONÇALVES, Rodrigo Tadeu. Tradução de "Adelfos" de Terêncio. Autêntica, 2020. HUNTER, R. The New Comedy of Greece and Rome. Cambridge University Press. New York, 1985. MANUWALD, G. Roman republican theater. Edinburgh: Cambridge Univeristy Press, 2011. ROCHA, C. M. De linguado a lingua(ru)da: gênero e discurso das mulieres plautinae. 2015. Tese (Doutorado em Estudos da Linguagem) – Instituto de Estudos da Linguagem, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2015. OLIVEIRA, Matheus de Souza Almeida. Estudação e tradução de "O Eunuco" de Terêncio. Kotter, 2022. ZANFRA, M. P. “Horácio Sat. 1.4, a comédia de Terêncio e a filiação do gênero satírico”. PHAOS: Revista de Estudos Clássicos. Campinas. v. 17 n.1, p. 221-238, jan/jun, 2017. __________. Estudo e tradução de "Os Adelfos" de Terêncio": Uma Comédia de Pais e Irmãos. Editora Appris, 2022.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Marcello Zanfra
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
Nesta quarta e última aula sobre as espécies de mélica, a professora Giuliana Ragusa, do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, fala sobre o ditirambo, o encômio e o paidikón. A professora apresenta algumas das características de cada gênero que possibilitam, e às vezes dificultam, sua distinção dentre os demais estilos poéticos.
Giuliana Ragusa graduou-se em Letras, em 1999, pela Universidade de São Paulo, onde também tornou-se mestre, em 2003, com a dissertação “Fragmentos de uma deusa: a representação de Afrodite na lírica de Safo”. Seu doutorado foi realizado na Universidade de São Paulo com um período sanduíche na Universidade de Wisconsin, tornando-se doutora, em 2008, com a tese “Imagens de Afrodite: variações sobre a deusa na mélica grega arcaica”. Possui pós-doutorado na área de literatura clássica com especialidade em língua grega pela Universidade de Wisconsin (2013). Atua lecionando e pesquisando sobre língua e literatura grega.
Atualmente, dedica-se à representação de Afrodite na mélica tardo-arcaica de Píndaro.
Sugestão de Leitura:
Traduções e estudos:
Ragusa, G. (org., trad.). Lira grega: antologia de poesia arcaica. São Paulo: Hedra, 2013.
____. “A tradição do paidikón na mélica grega arcaica: testemunhos e canções”. Phaos 17, 2017, pp. 185-210.
____. “O Fr. 20b (Maehler), de Baquílides, revisitado: vinho, desejo, delírio”. Phaos 21, 2021, pp. 1-29.
Estudos:
Bremmer, J. N. “Adolescents, symposion, and pederasty?” In: Murray, O. (ed.). Sympotica. A symposium on the symposion. Oxford: Clarendon, 1990, pp. 135-148.
Bremmer, J. N. ““Pederastia grega e homossexualismo moderno”. In: ____ (org.). De Safo a Sade: momento na história da sexualidade. Campinas: Papirus, 1995, pp. 11-26. Budelmann, F. (ed.). The Cambridge companion to Greek lyric. Cambridge: University Press, 2009
Budelmann, F. “Epinician and the symposion: a comparison with the enkomia”. In: Agócs, P. et alii (eds.). Reading the victory ode. Cambridge: University Press, 2012, pp. 173-190.
D’Angour, A. “How the dithyramb got its shape”. CQ 47, 1997, pp. 331-351. Fearn, D. Bacchylides. Politics, performance, poetic tradition. Oxford: University Press, 2007.
Herington, J. Poetry into drama. Early tragedy and the Greek poetic tradition. Berkeley: University of California Press, 1985. Percy, W. A. Pederasty and pedagogy in archaic Greece. Chicago: University of Illinois Press, 1996.
Rawles, R. (2011). “Eros and praise in early Greek lyric”. In: Athanassaki, L.; Bowie, E. (eds.). Archaic and classical song. Berlin: de Gruyter, pp. 139-519.
Swift, L. A. The hidden chorus. Echoes of genre in tragic lyric. Oxford: University Press, 2010.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Giuliana Ragusa
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
A professora Renata Garraffoni, do Departamento de História da Universidade Federal do Paraná, fala sobre a importância das lápides nas pesquisas e descobertas sobre as vidas dos gladiadores.
Renata Senna Garraffoni graduou-se em História, em 1997, pela Universidade Estadual de Campinas. Tornou-se mestre, em 1999, com a dissertação “Bandidos e Salteadores: Concepções da Elite Romana sobre a Transgressão Social,” e doutora, em 2004, com a tese “Técnica e destreza nas arenas romanas: Uma leitura da gladiatura no apogeu do ImpérioI”, pela mesma instituição. Possui pós-doutorado em História Antiga e Medieval pela University of Birmingham.
Atua lecionando e pesquisando sobre antiguidade clássica, epigrafia e literatura latina, grupos marginalizados romanos e releituras do mundo greco-romano na Modernidade.
Sugestão de Leitura:
Garraffoni, R.S, 2005. Gladiadores na Roma Antiga: dos combates às paixões cotidianas, São Paulo: Editora Annablume/ FAPESP
A segunda edição do livro está disponível em:
https://www.editora.ufpr.br/produto/428/gladiadores-na-roma-antiga--dos-combates-as-paixoes-cotidianas-2-edicao-revisada-e-ampliada
Garraffoni, R.S., 2008. “Funerary Commemoration and Roman Graffiti: how Epigraphy can contribute to rethink gladiators,” in Instrumenta Inscripta Latina II, Akten des 2. Internationalen Kolloquiums Klagenfurt – 2005, Hainsmann, M. And Wedenig, R. (eds.), Klagenfurt: Verlag des Geschichtsvereines für Kärten, pp. 119-132
Garraffoni, R.S. 2012. Reading gladiators' epitaphs and rethinking violence and masculinity in the Roman Empire. In: Voss, B.L.; Casella, E.C.. (Org.). The archaeology of colonialism: intimate encounters and sexual effects. Nova York: Cambridge University Press, p. 214-231.
Hope, V.M., 1998. “Negotiating identity and status: the gladiators of Roman Nîmes,” in Cultural Identity in the Roman Empire, London: Routledge.
Hope, V., 2000. “Contempt and respect – the treatment of corpse in ancient Rome,” in Hope, V., & Marshall, E. (eds.), Death and disease in the Ancient city, London: Routledge, pp. 104-127
Hope, V., 2000. “Fighting for identity: the funerary commemoration of Italian gladiators,” in Cooley, A. (ed.), The epigraphic landscape of Roman Italy, London: University College of London, pp. 93-113
Antiga e Conexões
Blog: https://antigaeconexoes.wordpress.com/
Facebook: https://www.facebook.com/antigaeconexoes/
Instagram: https://www.instagram.com/antigaeconexoes/
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCSnOBTRIzLNRrmsVmrQkDcg
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Renata Senna Garraffoni
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
Nesta terceira aula sobre as espécies de mélica, a professora Giuliana Ragusa, do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, apresenta o hino e o peã e alguns dos principais representantes de cada gênero.
Giuliana Ragusa graduou-se em Letras, em 1999, pela Universidade de São Paulo, onde também tornou-se mestre, em 2003, com a dissertação “Fragmentos de uma deusa: a representação de Afrodite na lírica de Safo”. Seu doutorado foi realizado na Universidade de São Paulo com um período sanduíche na Universidade de Wisconsin, tornando-se doutora, em 2008, com a tese “Imagens de Afrodite: variações sobre a deusa na mélica grega arcaica”. Possui pós-doutorado na área de literatura clássica com especialidade em língua grega pela Universidade de Wisconsin (2013).
Atua lecionando e pesquisando sobre língua e literatura grega. Atualmente, dedica-se à representação de Afrodite na mélica tardo-arcaica de Píndaro.
Sugestão de Leitura:
Traduções recentes (livros) de Safo e Píndaro: Ragusa, G. (org., trad.).
Lira grega: antologia de poesia arcaica. São Paulo: Hedra, 2013.
Ragusa, G. (org., trad.). Safo de Lesbos. Hino a Afrodite e outros poemas. 2ª ed. revista, ampliada e bilíngue. São Paulo: Hedra, 2021.
Rocha, R. (trad., introd., notas). Píndaro. Epinícios e fragmentos. Curitiba: Kotter, 2018.
Alguns estudos gerais e sobre o hino e o peã:
Budelmann, F. (ed.). The Cambridge Companion to Greek lyric. Cambridge: University Press, 2009.
Depew, M. “Enacted and represented dedications: genre and Greek hymn”. In: ____; Obbink, D. (eds.). Matrices of genre. Authors, canons, and society. Cambridge: Harvard University Press, 2000, pp. 59-79.
Ford, A. “The genre of genres: paeans and paian in early Greek poetry”. Poetica 38, 2006, pp. 277-95.
Furley, W. D. “Prayers and hymns”. In: Ogden, D. (ed.). A companion to Greek religion. Oxford: Blackwell, 2007, pp. 117-31.
Swift, L. A. The hidden chorus. Echoes of genre in tragic lyric. Oxford: University Press, 2010.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Giuliana Ragusa
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
A professora Danielle Antunes, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, fala sobre os “Ensaios” de Montaigne e as influências clássicas que permeiam a obra.
Danielle Antunes graduou-se em Filosofia, em 2008, na Universidade Federal de Santa Catarina, onde também tornou-se mestre, em 2021, com a dissertação “Da educação das crianças”. Seu doutorado pelo realizado na Universidade Federal de Santa Catarina com um período sanduíche na Université Jean Moulin Lyon 3, tendo defendido sua tese “Par manière d'essai". Montaigne e a a Filosofia do Ensaio” e torna-se doutora em 2018.
Atua lecionando e pesquisando sobre Filosofia, Teoria do Conhecimento, Epistemologia, Ética e a intersecção entre Filosofia, Educação e Arte.
Sugestão de Leitura:
ANTUNES, Danielle. "Par manière d'essai": Montaigne e a Filosofia do ensaio. [tese]. Universidade Federal de Santa Catarina: Florianópolis, 2018.
AUERBACH, Erich. Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental. [L’humaine condition]. Vol. 2. São Paulo: Perspectiva, 1971, p. 247-276.
BIRCHAL, Telma de Souza. O eu nos Ensaios de Montaigne. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2007.
BURKE, Peter. Montaigne. Trad. Jaimir Conte. São Paulo: Edições Loyola, 2006.
EVA, Luiz A. A. A figura do filósofo: Ceticismo e subjetividade em Montaigne. São Paulo, Edições Loyola, 2007.
FRIEDRICH, Hugo. Montaigne. Trad. Robert Rovini. Paris: Gallimard, 1968.
THEOBALDO, Maria Cristina. Sobre o “Da educação das crianças”: a nova maneira de Montaigne. [tese] Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas. Departamento de Filosofia, USP, 2008.
TOURNON, André. Montaigne. Trad. Edson Querubini. São Paulo: Discurso Editorial, 2004.
MONTAIGNE, Michel de. Os Ensaios: livro I. 2ª ed. Trad. Rosemary Costhek Abílio, precedido de “um estudo sobre Montaigne”, de Pierre Villey sob direção e com prefácio de V.-L. Saulnier. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
________. Os Ensaios. Livro II. 2a edição; Trad. Rosemary Costhek Abílio. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
________. Os Ensaios. Livro III. Trad. Rosemary Costhek Abílio. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
DUPEYRON, Jean-François; LINS, Fabien (Orgs.) Montaigne. Ensaios sobre o Novo Mundo (vol.1). Modernos e Contemporâneos, v. 4 n. 10 (2020): Disponível em: v. 4 n. 10 (2020): Montaigne. Ensaios sobre o Novo Mundo (vol.1); Montaigne. Essays on the New World (vol. 1) | Modernos & Contemporâneos - International Journal of Philosophy [issn 2595-1211] (unicamp.br)
________. Montaigne. Ensaios sobre o Novo Mundo (vol. 2). Modernos e Contemporâneos, v. 5 n. 11 (2021): Disponível em: v. 5 n. 11 (2021): Montaigne. Ensaios sobre o Novo Mundo (vol. 2). Montaigne. Essays on the New World (vol. 2) | Modernos & Contemporâneos - International Journal of Philosophy [issn 2595-1211] (unicamp.br)
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Danielle Antunes
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
Dando continuidade às espécies de mélica, a professora Giuliana Ragusa, do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, apresenta o treno e o epinício, canções relacionadas ao universo da consolação lutuosa e da vitória respectivamente.
Giuliana Ragusa graduou-se em Letras, em 1999, pela Universidade de São Paulo, onde também tornou-se mestre, em 2003, com a dissertação “Fragmentos de uma deusa: a representação de Afrodite na lírica de Safo”. Seu doutorado foi realizado na Universidade de São Paulo com um período sanduíche na Universidade de Wisconsin, tornando-se doutora, em 2008, com a tese “Imagens de Afrodite: variações sobre a deusa na mélica grega arcaica”. Possui pós-doutorado na área de literatura clássica com especialidade em língua grega pela Universidade de Wisconsin (2013).
Atua lecionando e pesquisando sobre língua e literatura grega. Atualmente, dedica-se à representação de Afrodite na mélica tardo-arcaica de Píndaro.
Sugestão de Leitura:
Traduções recentes (livros) de Simônides, Baquílides e Píndaro, com comentários sobre a mélica e/ou suas espécies:
Jesus, C. A. M. de (trad., introd., coment.). Baquílides. Odes e fragmentos. Coimbra, São Paulo: Imprensa da Universidade de Coimbra, Annablume, 2010.
Onelley, G. B.; Peçanha, S. (trad., introd., notas) (2016), As Odes Olímpicas de Píndaro. Rio de Janeiro, 7 Letras.
Ragusa, G. (org., trad.). Lira grega: antologia de poesia arcaica. São Paulo: Hedra, 2013.
Rocha, R. (trad., introd., notas). Píndaro. Epinícios e fragmentos. Curitiba: Kotter, 2018.
Alguns estudos gerais e sobre o treno e o epinício:
Agócs, P. et alii (eds.). Reading the victory ode. Cambridge: University Press, 2012.
Alexiou, M. The ritual lament in Greek tradition. 2. ed. Boston: Rowman & Littlefield, 2002.
Budelmann, F. (ed.). The Cambridge Companion to Greek lyric. Cambridge: University Press, 2009.
Fera, M. C. (ed.). Pindarus thenorum fragmenta. Edizioni dell’Ateneo Roma, 1990.
Swift, L. A. The hidden chorus. Echoes of genre in tragic lyric. Oxford: University Press, 2010.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Giuliana Ragusa
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
A professora Giuliana Ragusa, do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, apresenta algumas espécies de mélica e a forma como abordam o período de transição das mulheres para a vida adulta.
Giuliana Ragusa graduou-se em Letras, em 1999, pela Universidade de São Paulo, onde também tornou-se mestre, em 2003, com a dissertação “Fragmentos de uma deusa: a representação de Afrodite na lírica de Safo”. Seu doutorado foi realizado na Universidade de São Paulo com um período sanduíche na Universidade de Wisconsin, tornando-se doutora, em 2008, com a tese “Imagens de Afrodite: variações sobre a deusa na mélica grega arcaica”. Possui pós-doutorado na área de literatura clássica com especialidade em língua grega pela Universidade de Wisconsin (2013).
Atua lecionando e pesquisando sobre língua e literatura grega. Atualmente, dedica-se à representação de Afrodite na mélica tardo-arcaica de Píndaro.
Sugestão de Leitura:
Traduções recentes (livros) de Álcman e Safo, com comentários sobre a mélica e suas espécies:
Ragusa, G. (org., trad.). Lira grega: antologia de poesia arcaica. São Paulo: Hedra, 2013.
Ragusa, G. (org., trad.). Safo de Lesbos. Hino a Afrodite e outros poemas. 2ª ed. revista, ampliada e bilíngue. São Paulo: Hedra, 2021.
Alguns estudos gerais e sobre o partênio e o epitalâmio:
Budelmann, F. (ed.). The Cambridge Companion to Greek lyric. Cambridge: University Press, 2009.
Clark, C. A. “The gendering of the body in Alcman’s Partheneion 1: narrative, sex and social order in archaic Sparta”. Helios 23, 1996, pp. 143-72. Hague, R. H. “Ancient Greek wedding songs: the tradition of praise”. Journal of Folklore Research 20, 1983, pp. 131-43.
Ingalls, W. B. “Ritual performance as training for daughters in archaic Greece”. Phoenix 54, 2000, pp. 1-20.
Klinck, A. L. “Male poets and maiden voices: gender and genre in Pindar and Alcman”. Hermes 129, 2001, pp. 276-9.
Ragusa, G. “A coralidade e o mundo das parthénoi na poesia mélica de Safo”. Revista Aletria 29.4, 2019, pp. 85-111. (https://doi.org/10.17851/2317-2096.29.4.85-111)
Ragusa, G.; Brunhara, R. “Paideia na ‘lírica’ grega arcaica: a poesia elegíaca e mélica”. Filosofia e Educação 9, 2017, pp. 45-62. (https://doi.org/10.20396/rfe.v9i1.8648422)
Swift, L. A. The hidden chorus. Echoes of genre in tragic lyric. Oxford: University Press, 2010.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Giuliana Ragusa
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
O professor Artur Costrino, da Universidade Federal de Ouro Preto, fala sobre a influência de Carlos Magno no cultivo à cultura clássica durante o período carolíngio.
Artur Costrino graduou-se em Letras Português-Latim (2006) pela Universidade de São Paulo, onde também tornou-se mestre em Letras Clássicas (2011) com a dissertação “A Lição dos Declamadores: Sêneca, o velho, e as Suasórias”. Conclui seu doutorado em 2016, na University of York, com a tese “Alcuin's Disputatio De rhetorica: A critical edition with studies of aspects of the text, the stemma codicum, the didactic diagrams and a reinterpretation of sources for the problem of the duality of the dialogue”.
Atua lecionando e pesquisando na área de Letras, com ênfase em línguas e literaturas clássicas, mais especificamente retórica antiga e medieval.
Sugestão de Leitura:
Favier, Jean. "Carlos Magno". Editora Estação Liberdade, 2004.
McKitterick, Rosamund (ed). "Carolingian Culture: Emulation and Innovation". Cambridge University Press, 2008.
Ullmann, Walter. "The Carolingian Renaissance and the Idea of Kingship". Routledge, 2010.
Nelson, Janet L. "King and Emperor: A New Life of Charlemagne". University of California Press, 2019.
Depreux, Phillipe. "Charlemagne et les Carolingiens". Paris: Tallandier, 2002.
Contreni, John J. "Carolingian Learning: Masters and Manuscripts". Aldershot, 1992.
Schieffer, Rudolph (org.). "Schriftkultur und Reichsverwaltung unter den Karolingern". Opladen, 1996.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Artur Costrino
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
O professor Alexandre Agnolon, da Universidade Federal de Ouro Preto, fala sobre dois livros de epigramas do poeta latino Marcial: Xênia e Apoforeta.
Alexandre Agnolon graduou-se em Letras Português-Latim (2003) pela Universidade de São Paulo. Tornou-se Mestre em Letras Clássicas (2007) com a dissertação “Uns Epigramas, Certas Mulheres: A Misoginia nos Epigrammata de Marcial (40 d.C. - 104 d.C.)” e Doutor em Letras Clássicas (2013) com a tese “A Festa de Saturno: o Xênia e o Apoforeta de Marcial”, pela mesma instituição, sempre sob orientação do Prof. Dr. João Angelo Oliva Neto (FFLCH-USP). Cumpriu estágio de pós-doutoramento no Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra.
Atua lecionando e pesquisando na área dos estudos clássicos, interessa-lhe particularmente o estudo da tradição epigramática grega e latina.
Sugestão de Leitura:
AGNOLON, Alexandre. A Festa de Saturno. São Paulo: EDUSP, 2017.
BAKHTIN, Mikhail. A Cultura Popular na Idade Média e no Renascimento. São Paulo: Annablume e Hucitec, 2002.
CAIROLLI, Fábio Paifer. Marcial Brasileiro. Tese de Doutorado. São Paulo, FFLCH-USP, 2014.
CESILA, Robson Tadeu. Epigrama: Catulo e Marcial. Campinas, SP: Editora da Unicamp; Curitiba, PR: Edit. da UFPR, 2017.
CIAVOLELLA, Massimo & IANNUCCI, Amilcare (org.). Saturn: from Antiquity to the Renaissance. University of Toronto Italian Studies 8. Ottawa: Dovehouse Editions inc., 1992.
CITRONI, Mario. "Marziale e la Letteratura per i Saturnali (Poetica dell'Intrattenimento e Cronologia della Pubblicazione dei Libri)". Illinois Classical Studies. Vol. XIV. pp. 201-226, 1989.
FRAZER, Sir James George. O Ramo de Ouro. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1982.
LIVINGSTONE, Niall & NISBET, Gideon (org.). Epigram. Greece & Rome. New Surveys in the Classics No. 38. Cambridge: Cambridge University Press, 2010.
OLIVA NETO, João Angelo. Falo no Jardim: Priapéia Grega, Priapéia Latina. Cotia, SP: Ateliê Editorial; Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2006.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Alexandre Agnolon
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
A professora Giuliana Ragusa, do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, nos apresenta à poesia mélica, suas características e alguns dos principais representantes do gênero.
Giuliana Ragusa graduou-se em Letras, em 1999, pela Universidade de São Paulo, onde também tornou-se mestre, em 2003, com a dissertação “Fragmentos de uma deusa: a representação de Afrodite na lírica de Safo”. Seu doutorado foi realizado na Universidade de São Paulo com um período sanduíche na Universidade de Wisconsin, tornando-se doutora, em 2008, com a tese “Imagens de Afrodite: variações sobre a deusa na mélica grega arcaica”. Possui pós-doutorado na área de literatura clássica com especialidade em língua grega pela Universidade de Wisconsin (2013). Atua lecionando e pesquisando sobre língua e literatura grega.
Atualmente, dedica-se à representação de Afrodite na mélica tardo-arcaica de Píndaro.
Sugestão de Leitura:
Traduções recentes (livros):
Gontijo, G. (org., trad.). Safo. Fragmentos completos. São Paulo: Editora 34, 2017.
Ragusa, G. (org., trad.). Lira grega: antologia de poesia arcaica. São Paulo: Hedra, 2013.
Ragusa, G. (org., trad.). Safo de Lesbos. Hino a Afrodite e outros poemas. 2ª ed. revista, ampliada e bilíngue. São Paulo: Hedra, 2021.
Rocha, R. (org., trad.). Píndaro. Epinícios e fragmentos. Curitiba: Kotter, 2018.
Estudos:
Athanassaki, L.; Bowie, E. (eds.). Archaic and classical choral song. Performance, politics, and dissemination. Berlin: de Gruyter, 2011.
Budelmann, F. (ed.). The Cambridge Companion to Greek lyric. Cambridge: University Press, 2009.
____; Phillips, T. (eds.). Textual events. Performance and the lyric in early Greece. Oxford: University Press, 2018, pp. 1-27.
Herington, J. Poetry into drama. Early tragedy and the Greek poetic tradition. Berkeley: University of California Press, 1985, pp. 3-40.
Kurke, L. V. “The strangeness of ‘song culture’: archaic Greek poetry”. In: Taplin, O. (ed.). Literature in the Greek world. Oxford: University Press, 2001, pp. 40-69.
____. “Archaic Greek poetry”. In: Shapiro, H. A. (ed.). The Cambridge companion to archaic Greece. Cambridge: University Press, 2007, pp. 141-69.
Most, G. W. “Greek lyric poets”. In: Luce, T. J. (ed.). Ancient writers: Greece and Rome. New York: 1982, pp. 75-98.
Ragusa, G. Fragmentos de uma deusa: representação de Afrodite na lírica de Safo. Campinas: Editora da Unicamp, 2005. (Apoio: Fapesp)
____. Lira, mito e erotismo: Afrodite na poesia mélica grega arcaica. Campinas: Editora da Unicamp, 2010. (apoio: Fapesp)
Swift, L. A. The hidden chorus. Echoes of genre in tragic lyric. Oxford: University Press, 2010.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Giuliana Ragusa
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
A professora Renata Garraffoni, do Departamento de História da Universidade Federal do Paraná, fala sobre a importância das inscrições e grafites antigos para a compreensão do cotidiano romano.
Renata Senna Garraffoni graduou-se em História, em 1997, pela Universidade Estadual de Campinas. Tornou-se mestre, em 1999, com a dissertação “Bandidos e Salteadores: Concepções da Elite Romana sobre a Transgressão Social,” e doutora, em 2004, com a tese “Técnica e destreza nas arenas romanas: Uma leitura da gladiatura no apogeu do ImpérioI”, pela mesma instituição. Possui pós-doutorado em História Antiga e Medieval pela University of Birmingham.
Atua lecionando e pesquisando sobre antiguidade clássica, epigrafia e literatura latina, grupos marginalizados romanos e releituras do mundo greco-romano na Modernidade.
Sugestão de Leitura:
FUNARI, P.P.A. Cultura Popular na Antiguidade Classica, São Paulo: Editora Contexto, 1989.
FUNARI, P.P.A. “Caricatura gráfica e o ethos popular em Pompeia”, Clássica, suplemento 1, pp.117-137, 1992.
FUNARI, P.P.A. “Apotropaic Simbolism at Pompeii: a Reading of the Graffiti Evidence”, Revista de História, 132, 9-17, 1995.
FUNARI, P.P.A. Cultura Material e Arqueologia Histórica, Campinas: Gráfica IFCH/Unicamp, pp.7-34, 1998.
FUNARI, P.P.A. “Riso e poder nas paredes pompeianas: palavras, desenhos e críticas”, in: Funari, P.P.A. e Benoit, H. (orgs.), Ética e política no Mundo Antigo, Campinas, IFCH. pp. 117-132, 2001.
GARRAFFONI, R. S. e LAURENCE, R. ‘Writing in public space from child to Adult: The meaning of graffiti’. In: Sears, G.; Keegan, P.; Laurence, R.. (Orgs.). Written Space in the Latin West, 200BC to AD300. Londres: Bloomsbury, pp. 123-134, 2013.
HORSFALL, N. La Cultura della plebs romana, Barcelona: PPU, 1996. KEEGAN, P. “Blogging Rome: Graffiti as Speech-Act and cultural discourse”, in: Baird, J.A. e Taylor, C. (orgs.) Ancient Graffiti in Context, Londres: Routledge, pp. 165-190, 2012.
TANZER, H.H. The Common people of Pompeii study of the Graffiti, Baltimore: Johns Hopkins Press, 1939.
Antiga e Conexões
Blog: https://antigaeconexoes.wordpress.com/
Facebook: https://www.facebook.com/antigaeconexoes/
Instagram: https://www.instagram.com/antigaeconexoes/
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCSnOBTRIzLNRrmsVmrQkDcg
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Renata Senna Garraffoni
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
A professora Elaine Sartorelli, do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da FFLCH-USP, fala sobre a redescoberta das obras clássicas no Renascimento e seu impacto na transição da Idade Média para a Idade Moderna.
Elaine Cristine Sartorelli graduou-se em Letras (1997) pela Universidade de São Paulo, onde ingressou como docente em 2001. Tornou-se mestre (2000) com a dissertação “O programa de Miguel Servet para a Restituição do Cristianismo: Teologia e Retórica na Apologia a Melanchthon” e doutora (2006) com a tese “Estratégias de Construção e de Legitimação do Ethos na Causa Veritatis: Miguel Servet e as Polêmicas Religiosas do Século XVI”, pela mesma instituição.
Atua lecionando e pesquisando sobre retórica, século XVI, humanismo e renascimento, língua latina (tradução) e ethos. É fundadora e líder do Grupo de Pesquisa República das Letras e presidiu a Sociedade Brasileira de Retórica no biênio 2013-2014.
Sugestão de Leitura:
BARBIER, Frédéric. A Europa de Gutenberg: o livro e a invenção da modernidade ocidental. São Paulo: Edusp, 2018.
CAVE, Terence. The Cornucopian Text: problems in writing in the French Renaissance. Oxford, 1979.
DELUMEAU, Jean. A Civilização do Renascimento. Lisboa: Ed. 70, 2007 (1a. ed.)
ERASMO DE ROTTERDAM. O Elogio da Loucura. São Paulo: Hedra, 2010.
MACK, Peter. A History of Renaissance Rhetoric 1380-1620. Oxford, 2013.
SEVCENKO, Nicolau. O Renascimento. Campinas: Unicamp, 1986.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Elaine Sartorelli
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
O professor Pedro Funari, do Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas, fala sobre a contribuição dos estudos clássicos para as pesquisas em teoria social, campo de estudo que busca explicar o funcionamento e transformação das sociedades tanto no presente quanto no passado.
Pedro Paulo Abreu Funari graduou-se em História, em 1981, pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Tornou-se mestre em Antropologia Social, em 1985, com a dissertação “As transformações morfológicas das ânforas oleárias béticas de tipo Dressel 20” também pela FFLCH-USP e doutor, em 1990, com a tese “Padrões de consumo do azeite bético na Bretanha Romana” pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE-USP).
Possui pós-doutorado em Arqueologia Histórica pelas seguintes universidades: Stanford University, Université de Paris X, Universitat de Barcelona, University College London e Illinois State University. E também possui pós-doutorado em Antropologia pela Durham University.
Atua lecionando e pesquisando nas áreas de arqueologia histórica, arqueologia pública, antiguidade e patrimônio histórico e cultural.
Sugestão de Leitura:
Courrier, C. & Magalhães de Oliveira, J.C. (eds) Ancient History from Below Subaltern Experiences and Actions in Context. Londres, Routledge, 2022.
Foucault, M. História da Sexualidade, 4 volumes. Rio de Janeiro, Graal, a partir de1988 (vols. 1 a 3), Paz e Terra, 2020 (vol. 4).
FUNARI, PEDRO; GARRAFFONI, R. S. . A ACULTURAÇÃO COMO MODELO INTERPRETATIVO: O ESTUDO DE CASO DA ROMANIZAÇÃO. Heródoto, v. 2018, p. 246-255, 2018.
GARRAFFONI, R. S. ; FUNARI, P. P. A. . Morte e vida na arena romana: a contribuição da teoria social contemporânea, Fênix (Uberlândia), v. 4, p. 1-15, 2007.
Grillo, J.G.C. (Org.); Garraffoni, R.S. (Org.); Funari, P.P.A. (Org.). Sexo e violência: realidades antigas e questões contemporâneas. 1. ed. São Paulo: Annablume; FAPESP, 2011.
HINGLEY, R. Globalizing Roman Culture. London: Routledge, 2005.Vernant, J.P. Mito e Pensamento entre os Gregos. Rio de Janeiro, Paz e Terra, desde, 1973.
Silva, G.J.S., Garraffoni, R.S.; Funari, P.P.A.; Gralha, J., Rufino, R. Antiguidade como presença: antigos, modernos e os usos do passado. Curitiba, Appris, 2019.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Pedro Paulo Abreu Funari
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
O professor Rodrigo Gonçalves, da Universidade Federal do Paraná, nos apresenta a uma das obras mais importantes do poeta romano Lucrécio: Sobre a Natureza das Coisas.
Rodrigo Tadeu Gonçalves graduou-se em Letras - Português e Inglês, em 2003, e em Letras Latim, em 2004, pela Universidade Federal do Paraná. Tornou-se, em 2004, com a dissertação “Caminhos para fora do labirinto” e doutor, em 2008, com a tese “Perpétua prisão órfica ou Ênio tinha três corações: o relativismo lingüístico e o aspecto criativo da linguagem”. Possui pós-doutorado em Filosofia da Linguagem e Estudos da Tradução pela Université Paris-Sorbonne.
Atua lecionando e pesquisando nas áreas de teoria da tradução, recepção dos clássicos, língua e literatura latina e história e filosofia da linguística. É fundador do coletivo de poesia e tradução Pecora Loca.
Mais informações sobre seus trabalhos e projetos podem ser encontrados em seu site: https://www.aliaclassica.com/
Sugestão de Leitura:
Bailey, C. Titi Lucreti Cari De Rerum Natura Libri Sex, 3 vols., Oxford: Oxford University Press, 1947.
Canfora, Luciano. Vie de Lucrèce. Paris: Editions Delga, 2018.
Greenblatt, Stephen. A virada: o nascimento do mundo moderno. Tradução de Caetano W. Galindo. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
Lucrécio. Sobre a natureza das coisas. Tradução de Rodrigo Tadeu Gonçalves. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2021, em preparação
Nail, Thomas. Lucretius I: An Ontology of Motion. Edinburgh: University Press, 2018.
Nail, Thomas. Lucretius II: An Ethics of Motion. Edinburgh: University Press, 2020.
Rovelli, Carlo. A realidade não é o que parece. Uma jornada pela física quântica. Trad. Silvana Cobucci. São Paulo: Editora Objetiva, 2017.
Serres, Michel. The Birth of Physics. Trans. David Webb and William Ross. Rowman & Littlefield Publishers, 2018.
O vídeo está disponível no canal da FFLCH no Youtube.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Rodrigo Tadeu Gonçalves
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
O professor José Amarante fala sobre Ausônio, autor latino ainda pouco estudado no Brasil e que escreveu obras sobre diferentes temas e em formatos variados.
José Amarante graduou-se em Letras Vernáculas pela Universidade Federal da Bahia, em 1999. Tornou-se mestre em Letras e Lingüística, em 2005, com a dissertação “Variação Lingüística: criança na mão, escola na contramão. Um estudo sobre a consciência dos fatores sociolingüísticos anterior à escola” e doutor, em 2013, com a tese “Dois tempos da cultura escrita em latim no Brasil: o tempo da conservação e o tempo da produção - discursos, práticas, representações, proposta metodológica”. Possui pós-doutorado em Filologia Clássica pela Università degli Studi di Siena na Itália.
Atuou em educação básica no ensino público e foi diretor pedagógico de ensino privado na Bahia. Atualmente, leciona e pesquisa nas áreas de Língua e Literatura Latinas na Universidade Federal da Bahia, onde também orienta trabalhos de pós-graduação sobre História da cultura escrita no Brasil, Antiguidade Tardia e Mitologia clássica na Idade Média. Desenvolve pesquisas em Didática do Latim, História Social do Latim no Brasil e tradução de obras de Ausônio, Fulgêncio e dos Mitógrafos do Vaticano.
Sugestão de Leitura:
ALVAR EZQUERRA, A. Decimo Magno Ausonio. Obras I. Madrid: Gredos, 1990.
AMARANTE, J. A recriação, o retorno e o eterno novo: epigramas ausonianos em português. Classica, v. 34, n. 1, São Paulo, [s.p.], 2021 (no prelo: https://revista.classica.org.br/classica/about)
BENEDETTI, F. La tecnica del «Vertere» negli epigrammi di Ausonio. Firenze: Leo S. Olschki, 1980.
CANALI, L. (a cura di). Decimo Magno Ausonio, Epigrammi. Soveria Mannelli: Rubbettino, 2007.
GREEN, R. P. H. The Works of Ausonius. Edited with introdution and commentary. Oxford: Clarendon Press, 1991.
MOREIRA, D. S. Epigramas, Décimo Magno Ausônio. (n.t.) Revista Literária em Tradução, ano 3, n. 4, p. 9-25, mar. 2012. (Disponível em: https://pt.calameo.com/books/0002602455b14444e8899)
MOREIRA, D. S. Dez epigramas sobre Narciso. Rónai: revista de estudos clássicos e tradutórios, Juiz de Fora, v. 4, n. 1, p. 57-64, 2016. (Disponível em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/ronai/article/view/23153)
OLIVA NETO, J. A. Minha guirlanda de poemas: 31 traduções inéditas. Organon, Porto Alegre, nº 49, julho-dezembro, 2010, p. 259 – 272 (cf. part. p. 267-268). (Disponível em: file:///Users/amarante/Desktop/29002-112089-1-SM.pdf)
ORTEGA VILLARO, B; PÉREZ IBÁÑEZ, M. J. Relación entre el epigrama griego y latino tardoantiguo: algunas calas. Nova tellvs, 28, 1, p. 179-222, 2010. (Disponível em http://www.scielo.org.mx/pdf/novatell/v28n1/v28n1a7.pdf)
SIVAN, H. Ausonius of Bordeaux: Genesis of a Gallic Aristocracy. London and New York: Routledge, 1993.
O vídeo está disponível no canal da FFLCH no Youtube.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Pedro Paulo Abreu Funari
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
O professor Pedro Funari, do Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas, fala sobre a arqueologia e suas contribuições para as pesquisas nos estudos clássicos.
Pedro Paulo Abreu Funari graduou-se em História, em 1981, pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Tornou-se mestre em Antropologia Social, em 1985, com a dissertação “As transformações morfológicas das ânforas oleárias béticas de tipo Dressel 20” também pela FFLCH-USP e doutor, em 1990, com a tese “Padrões de consumo do azeite bético na Bretanha Romana” pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE-USP).
Possui pós-doutorado em Arqueologia Histórica pelas seguintes universidades: Stanford University, Université de Paris X, Universitat de Barcelona, University College London e Illinois State University. E também possui pós-doutorado em Antropologia pela Durham University.
Atua lecionando e pesquisando nas áreas de arqueologia histórica, arqueologia pública, antiguidade e patrimônio histórico e cultural.
Sugestão de Leitura:
ALCOCK, Susan E., and Robin Osborne, eds. 2007. Classical archaeology. Oxford: Blackwell.
BEARD, Mary; Henderson, John (2000). Classics: A Very Short Introduction. Oxford: Oxford University Press.
DYSON, S. ; Grillo, J.G.C. ; Funari, Pedro Paulo . Classical Archaeology. In: Neil Silberman. (Org.). Oxford Companion to Archaeology. 1ed.Oxford: Oxford, 2012, v. 1, p. 321-325. Disponível em https://www.academia.edu/14564885/Classical_Archaeology_Oxford_Companion_to_Archaeology)
FUNARI, P. P. A.; Classical archaeology. In: Charles E. Orser, Jr.. (Org.). Encyclopaedia of Historical Archaeology. Londres e Nova Iorque: Routledge, 2002, v. , p. 108-111.
FUNARI, P. P. A.; Antigüidade Clássica: A História e a cultura a partir dos documentos. Campinas: Editora da Unicamp, 2003. (disponível na íntegra em: https://www.academia.edu/36181104/Antiguidade_Cl%C3%A1ssica_a_Hist%C3%B3ria_e_a_cultura_em_documentos)
FUNARI, Pedro Paulo A. Arqueologia, 3a ed., 2a. reimpressão. 3. ed. São Paulo: Contexto, 2015.
FUNARI, Pedro Paulo; CARVALHO, A. V. ; Grillo, J.G.C. . Archaeology and the emergence of of fields: historical and classical. In: Claire Smith. (Org.). Encyclopaedia of Global Archaeology. 1ed.Nova Iorque: Springer, 2014, v. 1, p. 408-414. (Disponível em: https://www.academia.edu/attachments/33002445/download_file?s=portfolio)
GRILLO, J.G.C. ; FUNARI, PEDRO PAULO ABREU . Arqueologia Clássica, o quotidiano de gregos e romanos. 1. ed. Curitiba: Prismas, 2015. (disponível na íntegra em: https://www.academia.edu/20389281/Arqueologia_Cl%C3%A1ssica_o_quotidiano_de_gregos_e_romanos)
O vídeo está disponível no canal da FFLCH no Youtube.
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Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Pedro Paulo Abreu Funari
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
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Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
A professora Renata Cazarini, do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Universidade Federal Fluminense (UFF), mestre e doutora pela FFLCH-USP, fala sobre Sêneca, autor do século I de nossa era, que nos legou uma coleção de peças trágicas integrais escritas em latim, bem como obras em prosa de divulgação da filosofia estoica.
Renata Cazarini de Freitas graduou-se em Jornalismo, em 1990, pela Faculdade Cásper Líbero e em Letras-Latim, em 2012, pela Universidade de São Paulo. Tornou-se mestre, em 2015, com a dissertação “CVNCTA QVATIAM - Medeia abala estruturas. O teatro de Sêneca e sua permanência na cena contemporânea” e doutora, em 2019, com a tese “Entre a tradução e a adaptação: 'Édipo', de Sêneca”.
Traduziu as peças “Medeia” e “Édipo”, ambas de Sêneca, direto do latim para o português (ainda não publicadas), tendo desenvolvido amplos estudos de recepção dessas obras. Sua tese de doutorado recebeu menção honrosa no Prêmio Tese Destaque USP – 9ª Edição, sob orientação do Prof. Dr. José Eduardo S. Lohner.
Publicou uma seleção das epístolas de Sêneca sob o título “Edificar-se para a morte: das ‘Cartas morais a Lucílio’” (Editora Vozes, 2016). Está no prelo sua tradução dos diálogos senequianos “Sobre a brevidade da vida” e “Sobre o ócio” (Editora Vozes).
A professora mantém um blog sobre a recepção de teatro antigo no Brasil: http://palcoclassico.blogspot.com
Sugestão de Leitura:
GRIFFIN, Miriam T. Seneca, a Philosopher in Politics. Oxford, Reino Unido: Clarendon Press, 2003.
INWOOD, Brad. Reading Seneca: Stoic Philosophy at Rome. Oxford, Reino Unido: Clarendon Press, 2005.
SÊNECA. Cartas a Lucílio. Tradução de J. A. Segurado e Campos. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2009.
____. Edificar-se para a morte: das cartas morais a Lucílio. Seleção, introdução, tradução e notas de Renata Cazarini de Freitas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2016.
____. Sobre a clemência. Introdução, tradução e notas de Ingeborg Braren. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.
____. Sobre a ira. Sobre a tranquilidade da alma. Tradução, introdução e notas de José Eduardo S. Lohner. São Paulo: Penguin Classics Companhia das Letras, 2014.
____. Sobre a brevidade da vida. Sobre a firmeza do sábio. Tradução de José Eduardo S. Lohner. São Paulo: Penguin Classics Companhia das Letras, 2017.
____. Tragedies I: Hercules, Trojan women, Phoeniciam women, Medea, Phaedra. Tradução de J. G. Fitch. Cambridge, EUA: Harvard University Press, 2002. (The Loeb Classical Library).
____. Tragedies II: Oedipus, Agamemnon, Thyestes, Hercules on Oeta, Octavia. Tradução de J. G. Fitch. Cambridge, EUA: Harvard University Press, 2004. (The Loeb Classical Library).
____. Moral Essays. Tradução de John W. Basore. Cambridge, EUA: Harvard University Press, 1985. (The Loeb Classical Library).
O vídeo está disponível no canal da FFLCH no Youtube.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Renata Cazarini de Freitas
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
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Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
A professora Ana Maria César Pompeu, da Universidade Federal do Ceará, fala sobre o papel das mulheres em três peças de Aristófanes: Lisístrata, As Tesmoforiantes e Assembleia de Mulheres.
Ana Maria César Pompeu graduou-se em Letras, em 1991, pela Universidade Estadual do Ceará. É mestre e doutora pela Universidade de São Paulo. Tornou-se mestre, em 1997, com a dissertação “Lisístrata e seus planos: Mulheres e Acrópole. Homens não entram. Aristófanes, Lisístrata. Estudo e Tradução” e doutora, em 2004, com a tese “Aristófanes e Platão: A justiça na pólis”.
Atua lecionando e pesquisando sobre o teatro clássico, sobretudo a comédia grega de Aristófanes a Menandro.
Sugestão de Leitura:
1. ARISTÓFANES. A Revolução das mulheres. A greve do sexo. Tradução de Mário da Gama Kury. Editora Brasiliense, 1988.
2. ______. As mulheres no Parlamento. Introdução, versão do grego e notas de Maria de Fátima Sousa e Silva. Coimbra: Instituto Nacional de Investigação Científica, 1988
3. ______. As mulheres que celebram as Tesmofórias. Introdução, versão do grego e notas de Maria de Fátima de Sousa e Silva. Coimbra: Instituto Nacional de Investigação Científica, 1978.
4. ______. Duas comédias: Lisístrata e As Tesmoforiantes. Tradução, apresentação e notas Adriane da Silva Duarte. São Paulo: Martins Fontes, 2015.
5. ______. Lisístrata. Tradução de Ana Maria César Pompeu. São Paulo: Editorial Cone Sul, 1998/São Paulo: Hedra, 2010.
6. ______. Tesmoforiantes. Tradução, apresentação e notas de Ana Maria César Pompeu. São Paulo: Via Leitura, 2015.
7. LORAUX, Nicole. Les enfants d’Athéna: Idées atheniennes sur la citoyenneté et la division des sexes. Édition augmentée d’une postface. Paris: La Déouverte, 1990.
8. POMPEU, Ana Maria César. A construção do feminino em Lisístrata de Aristófanes. REVISTA LETRAS, CURITIBA, N. 83, P. 75-93, JAN./JUN. 2011. EDITORA UFPR.
9. POMPEU, A. M. C. Lisístrata e seus planos: Mulheres e Acrópole Homens não entram. Aristófanes, Lisístrata. Estudo e tradução. Dissertação de Mestrado, São Paulo: FFLCH/USP, 1997.
10. SILVA, Maria de Fátima. A mulher, um velho motivo de cómico. In: OLIVEIRA, Francisco de e SILVA, M. F. O teatro de Aristófanes. Coimbra: faculdade de Letras, 1991.
O vídeo está disponível no canal da FFLCH no Youtube.
Ficha Técnica:
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Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Ana Maria César Pompeu
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39
O professor Patricio Tierno, do Departamento de Ciência Política da FFLCH-USP, fala sobre as visões políticas presentes durante as dificuldades sofridas por Atenas no século V a. C. tanto pela peste quanto pelas guerras e transgressões.
Patricio Tierno graduou-se em ciência política (2000) pela Universidad de Buenos Aires e ingressou como docente na Universidade de São Paulo em 2010. Tornou-se mestre, em 2003, com a dissertação “Innovaciones continuas en Bristol-Myers Squibb. Un marco para el análisis de los procesos de cambio organizacional”, pela Universidad del Salvador e doutor, em 2008, com a tese “Aristóteles. A teoria política da constituição e a deliberação”, pela Universidade de São Paulo. Possui pós-doutorado pela King’s College London (2016).
Atua lecionando e pesquisando nas áreas de teoria política clássica e moderna, relações entre economia e política, noções de esfera pública e esfera privada e linhagens do pensamento político-social latino-americano.
Sugestão de Leitura:
- Tucídides, História da Guerra do Peloponeso, tradução do texto grego, prefácio e notas introdutórias de Raul M. Rosado Fernandes e M. Gabriela P. Granwehr, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 2013.
- Finley, M. I., Democracia Antiga e Moderna, Rio de Janeiro, Graal, 1988.
- Ober, Josiah, Political Dissent in Democratic Athens. Intellectual critics of popular rule, Princeton, Oxford, Princeton University Press, 1998, esp. Caps. 1 e 2.
- Tierno, Patricio e Zingano, Marco (orgs.), "Monográfico I: Sofistas", Araucaria. Revista Iberoamericana de Filosofía, Política, Humanidades y Relaciones Internacionales, año 22, nº 44, segundo semestre de 2020, 116p.
O vídeo está disponível no canal da FFLCH no Youtube.
Ficha Técnica:
Coordenação Geral
Paulo Martins
Roteiro e Gravação
Patricio Tierno
Produção
Renan Braz
Edição
Renan Braz
Música
Pecora Loca - Ode Anacreôntica 39