No Natal reflitamos sobre os ensinamentos de Jesus, especialmente em sua pedagogia do amor. Ela fortalecenossa esperança e nos consola. Disse Jesus “vinde todos que estiverem em sofrimento vos consolarei”
Amar o próximo é ensinamento de Jesus diante de desafios e nas situações simples de nosso cotidiano. Sejamos amáveise gentis como as pessoas, muitas são as situações para ermos atenciosos ecorteses.
Muitos afirmam que a verdade pode ser relativa, entretanto isso representa a interpretação da verdade. A interpretação varia de acordo com o nível de consciência ou do interesse. Para que não sigamos interpretações da verdade temos uma orientação segura oferecida por Jesus: “Amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a nós mesmo. Portanto, amar para acertar e amar para não errar.
Considero “Seja o seu mestre” como nossa capacidade de analisar os ensinamentos que nos sejam oferecidos. Adotar os que aceitamos, portanto exercermos nossa liberdade de escolha.
Da mesma maneira que adquirimos habilidades para aquilo que nos interessa fazer é possível alcançarmoscompetência para exercermos controle de nossas emoções.
Colaboração entre duas ou mais partes que resulta em um efeito combinado maior do que a soma das contribuiçõesindividuais. Um pequeno exemplo: duas vigas cada uma capaz de suportar 50 quilos, unidas conseguem mais do que 50+50. Nos relacionamentos somar as diferenças produz efeito semelhante.
Na introdução do livro “O Evangelho Segundo o Espiritismo” Kardec ensina que o Evangelho de Jesus pode seranalisado segundo as seguintes partes: os atos comuns da vida do Cristo, os milagres, as profecias, as palavras que serviram para o estabelecimento dos dogmas da Igreja e o ensino moral. Destas a mais importante é o ensino moral.
Em tudo que fizermos procure definir qual é o resultado que pretendemos alcançar. Certamente queremos que sejampositivos. Entretanto em diversas situações em que nada há a fazer colhemos resultados, quase sempre negativos, é consequência de não ficar claro o resultado pretendido.
A parceria é recurso capaz de unir pessoas e instituições em torno de necessidades e interesses comuns ainda que sejam competidores em outras situações. Pode nos unir com essoas em questões religiosas, políticas e outras questões mesmo que haja pontos de divergência.
ORIENTE A VIDA POR AQUILO QUE SE QUER
Ao observar o que as pessoas falam perceberemos com maior frequência indicarem o que não querem no lugar do quequerem. Isso limita a vida das pessoas. Acompanhem essa apresentação para conhecer a razão disso.
Alteridade é capacidade de reconhecer e valorizar asdiferenças. A soma das diferenças nos relacionamentos é a maneira para torná-los melhores.
O grande desafio de nosso tempo e do futuro é mobilizarmos nossa vontade para agirmos individual ecoletivamente em favor da sustentabilidade da Terra.
Sustentabilidade é evitarmos que os recursos que ela nos oferece sejam exauridos.
Para isso pratiquemos os três “Rs”. Reduzir o consumo, Reutilizar, Reciclar os resíduos.
Admiração e gratidão são capazes de despertar nosso amor pela Terra. Admirar suas belezas e sermos gratos pelos recursos que sustentam nossa existência.
É necessário mais ainda.
Não fazer aos outroso que não queremos para nós. Respeitar o direito de todos.
Fazer aos outros aquilo que queremos para nós mesmos. Amar os outros como amamos a nós.
Ao impor o medo, vergonha e culpa procura-se controlar o comportamento das pessoas. A desobediência resulta empunições. Esse tipo de motivação provoca sofrimento e desalento. Em lugar dessa pedagogia a pedagogia do amor ensinada por Jesus motiva as pessoas a agir tendo por motivação o entusiasmo no lugar do sofrimento.
A primeira pergunta do Livro dos Espíritos registra: Deus é ainteligência suprema, causa primária de todas as coisas. A pergunta é “o que é Deus” e não “quem é Deus”. Essa e outras questões associadas à Deus requerem mudanças que considero no programa.
A primeira pergunta do Livro dos Espíritos registra: Deus é ainteligência suprema, causa primária de todas as coisas. A pergunta é “o que é Deus” e não “quem é Deus”. Essa e outras questões associadas à Deus requerem mudanças que considero no programa.
Metáfora que ilustra como podemos viajar pela estrada da vida. Quando fazemos escolhas e somos proativos somos como o motorista que escolhe a sua rota, por outro lado há os reativos que viajam segundo escolhas de outros ou das circunstâncias.
Autonomia é a capacidade de fazer escolha é o exercício do livre arbítrio. O oposto chama-se heteronomia que é aimposição de determinações exteriores. As religiões com o propósito de conduzir seus adeptos usa o medo. O descumprimento das imposições implica em punição,usualmente atribuído à Deus.
Os estados usam imposições para regular a sociedade, para permitir a convivência das pessoas. Estabelecem o que nãodeve e o que deve ser feito, com imposição de punições. Esse procedimento, entretanto, leva ao entendimento que as punições transformam as pessoas. Esta só acontece com a aceitação em decorrência do livre arbítrio.
Há o hábito de justificar o que é feito de maneira errada, mas também aquelas bem-feitas. No tocante as erradas ajustificativa pode resultar que sejam repetidas sem que opção melhor seja adota. Algo semelhante ocorre com as bem-feitas, não se busca fazer aindamelhor.
Perceber o negativo permite identificar as ameaças e o positivo realça as oportunidades. Para alcançarmos o equilíbrio é importante dispensarmos o julgamento, o apego e a justificativa da percepção tanto do positivo como do negativo
Concedei-me Senhor a Serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar; Coragem paramodificar aquelas que posso e Sabedoria para distinguir umas das outras.