A ciência avança para reduzir o uso de animais em testes e tornar a pesquisa mais precisa, rápida e alinhada à fisiologia humana. Tecnologias como órgãos em chip, bioimpressão 3D e modelos celulares personalizados já estão mudando a forma como novos produtos e terapias são desenvolvidos.
No novo episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin recebem Letícia Charelli, especialista em bioimpressão e diretora da BioEdTech, para discutir como essas soluções funcionam na prática, quais são seus benefícios para a indústria e como a integração com inteligência artificial pode acelerar a medicina personalizada.
A conversa também aborda limites, desafios regulatórios e os próximos passos para a redução progressiva dos testes em animais no Brasil e no mundo.
No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra e Carlos Aros iniciam uma edição especial em dois episódios com uma análise crítica dos movimentos quemarcaram o último ano e das tendências que já começam a redesenhar o próximo ciclo.
Inteligência artificial, regulação, big techs, novas formas de dependência digital e a consolidação dos veículos elétricos no Brasil entram em pauta a partir de seus impactos concretos na sociedade, na economia e no comportamentohumano.
Mais do que uma retrospectiva, o episódio propõe uma leitura estratégica sobre riscos, correções de rota e os desafios que permanecem abertos no avanço tecnológico.
Você já está olhando para 2026 com as lentes certas para entender o que vem pela frente?
Neste episódio especial de encerramento de ano, Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit se reúne com Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center e o jornalista Thomaz Gomes para uma retrospectiva dos principais episódios do podcast de energia, no Energy Center, da MIT Technology Review Brasil. Os três analisam os conteúdos que mais se destacaram em 2025 e que ajudaram a antecipar tendências decisivas para o futuro da energia, da tecnologia e da economia global.
Ao longo da conversa, cada integrante compartilha seus episódios favoritos, conectando entrevistas, séries especiais e debates realizados ao longo do ano com as megatendências discutidas no ecossistema do Energy Summit. O episódio revela como o podcast evoluiu editorialmente ao longo de 2025, ao substituir a ideia de “transição” pela noção mais profunda de transformação energética, incorporando diversidade, descentralização e inovação tecnológica como pilares centrais.
Mandarino destaca episódios que anteciparam movimentos estruturais do setor, como a descarbonização no mercado de óleo e gás, o avanço do processamento submarino, a diversificação energética e os novos caminhos das baterias, com ênfase em soluções alternativas ao lítio, como o sódio e tecnologias em estado sólido. Ele também ressalta o papel das deep techs e das startups globais, ao mostrar como inovação, pesquisa e conexão com universidades são essenciais para garantir segurança e acessibilidade energética.
Thomaz Gomes revisita conversas gravadas durante o Energy Summit, ressaltando o impacto do diálogo direto com tomadores de decisão e especialistas globais. Ele analisa episódios que abordaram a cooperação internacional, especialmente entre Brasil e China, o papel estratégico da inteligência artificial na demanda por energia e os desafios sistêmicos impostos pelo crescimento acelerado dos data centers. O jornalista reforça como IA, infraestrutura física e segurança energética estão cada vez mais interligadas em um cenário geopolítico competitivo.
Hudson Mendonça completa a retrospectiva destacando episódios que exploraram temas estruturais como a descarbonização do transporte marítimo, o papel das políticas públicas e do financiamento à inovação no Brasil, além do avanço das baterias, micro-redes e virtual power plants como soluções-chave para garantir resiliência, eficiência e estabilidade ao sistema energético global. A conversa reforça que energia limpa, abundante e confiável será o principal gargalo e a maior oportunidade, para o crescimento da tecnologia nos próximos anos.
Ao longo do episódio, o Energy Center se consolida como um espaço de antecipação de tendências, e mostra que compreender o futuro da energia exige uma visão integrada e sistêmica, abordagem que marcou 2025 e aponta os caminhos do setor para 2026.
O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
A telecirurgia robótica representa um novo patamar para a saúde conectada no Brasil. Ao permitir que procedimentos de alta complexidade sejam realizados mesmo com médico e paciente separados por grandes distâncias, a tecnologia abre caminho para ampliar o acesso e reduzir desigualdades regionais no cuidado.
No novo episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin recebem Mirangela Machado, diretora-geral da MicroPort Brasil, para discutir a primeira telecirurgia robótica não experimental realizada no país.
A conversa aborda os bastidores do procedimento, a infraestrutura de dados necessária, o papel da conectividade de alta velocidade e os desafios regulatórios envolvidos.
Mais do que inovação tecnológica, o episódio mostra como a telecirurgia pode transformar a forma como cirurgias complexas são distribuídas em um país de dimensões continentais.
Neste episódio do podcast do Energy Center da MIT Technology Review Brasil, o jornalista Thomaz Gomes conversa com Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center. O episódio dá continuidade à série especial sobre as empresas que se destacaram no ranking 10 Climate Techs to Watch, com um raio-x da Traton, grupo global que vem liderando avanços na eletrificação do transporte pesado.
Ao longo da conversa, Mandarino contextualiza a trajetória da Traton, subsidiária do Grupo Volkswagen que reúne marcas como Scania, MAN e International e explica por que a empresa se tornou uma das principais apostas na descarbonização de caminhões e ônibus. O episódio explora os avanços tecnológicos já alcançados, como o aumento da autonomia dos veículos elétricos pesados, o crescimento das vendas globais e a disputa direta com players consolidados do setor.
A discussão amplia o olhar para o cenário econômico e regulatório, com dados da Agência Internacional de Energia (IEA) e de institutos internacionais que apontam o transporte pesado como responsável por mais de 20% das emissões globais de CO₂ do setor. Mandarino detalha as projeções de crescimento acelerado do mercado de caminhões elétricos, os desafios de infraestrutura de recarga, o impacto do consumo energético desses veículos e as implicações geopolíticas ligadas às cadeias de suprimento de baterias e minerais críticos.
O episódio aprofunda ainda os principais obstáculos para a escalabilidade da eletrificação no transporte pesado, como a necessidade de expansão massiva da rede de carregadores, custos iniciais mais elevados, competição global crescente e a pressão por modelos de negócio viáveis no longo prazo.
O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam como a IA moldou 2025 e por que o próximo ciclo tende a ser menos euforia emais cobrança por resultados concretos. A conversa abre a série de retrospectivas e perspectivas, discutindo concorrência entre big techs, investimentos bilionários, riscos de bolha, limites da adoção nas empresas e os impactos reais sobre trabalho, inovação e estratégia. Três anos após apopularização da IA generativa, o episódio propõe uma pausa crítica: o que virou infraestrutura essencial, o que foi superestimado e quais ajustes devem marcar 2026, tanto para empresas quanto para investidores. A sua percepção é de amadurecimento do mercado ou de frustração com as promessas da IA?
A doença ocular da tireoide (DOT) é uma condição autoimune complexa, frequentemente associada à doença de Graves, que pode comprometer não apenas a visão, mas também a autonomia, a vida social e a saúde emocional das pessoas afetadas.
Apesar de seu impacto significativo, o diagnóstico ainda costuma ser tardio, em parte pela baixa familiaridade de profissionais de saúde com os sinais da doença e pela dificuldade de acesso a especialistas.
No novo episódio do podcast Health Equity, da MIT Technology Review Brasil em parceria com a Amgen, Carolina Abelin conversa com Ana Karina Teles, oftalmologista especialista em órbita, sobre os principais desafios enfrentados por pacientes com doença ocular da tireoide no Brasil.
Ana Karina Teles explica por que a doença pode passar despercebida, como o atraso no diagnóstico aumenta o risco de sequelas e o que precisa mudar para tornar a jornada de cuidado mais rápida, integrada e equitativa.
A busca por mais precisão nas cirurgias oncológicas é um dos grandes desafios da medicina contemporânea, especialmente no tratamento do câncer de mama. A avaliação das margens cirúrgicas, etapa crítica para evitar recidivas, ainda depende de processos demorados e, muitas vezes, terceirizados, que mantêm o paciente anestesiado enquanto o cirurgião aguarda os resultados.
No novo episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Antonio César Pereira, médico nuclear e um dos criadores de uma tecnologia brasileira que utiliza inteligência artificial, fluorescência por imagem e o conceito de gêmeos digitais para apoiar decisões cirúrgicas em tempo real. A solução permite gerar uma representação digital da peça tumoral retirada, indicando com precisão se há comprometimento das margens e onde ampliar a ressecção.
Durante a conversa, Antonio explica como a ferramenta funciona, desde a aquisição das imagens até a análise em nuvem, e detalha os ganhos de tempo, precisão e segurança em comparação com os métodos tradicionais. Ele também comenta os estudos iniciais, os próximos passos de validação clínica, os desafios regulatórios e o potencial de expansão da tecnologia para outros tipos de câncer.
Neste episódio, o jornalista Thomaz Gomes conversa com Hugo Bethlem, fundador presidente do conselho do Capitalismo Consciente Brasil, sobre como a transição energética está diretamente conectada à transformação do próprio modelo econômico. Hugo explica por que o capitalismo tradicional, centrado exclusivamente na maximização do lucro, já não responde aos desafios ambientais, sociais e éticos do nosso tempo. Além disso, explica como a evolução para um capitalismo sustentável se tornou condição indispensável para garantir acesso à energia, reduzir desigualdades e enfrentar as mudanças climáticas.
Ele apresenta os pilares do Capitalismo Consciente e discute como as empresas podem gerar prosperidade sem explorar pessoas, comunidades ou recursos naturais. A conversa destaca a urgência de uma “virada energética”, para além da visão de transição suave: o Brasil precisa acelerar soluções limpas que cheguem às periferias, pequenos produtores, escolas, comunidades indígenas e milhões de brasileiros que ainda vivem sem energia adequada, um tema central para qualquer política pública de futuro.
Hugo reforça que a transição energética é também uma transição de consciência, que exige educação, responsabilidade corporativa e políticas que permitam acesso real à energia renovável. Ele detalha como obstáculos regulatórios, falta de incentivos e a lentidão das lideranças, atrasam avanços que já poderiam ter transformado vidas. Exemplos como a viabilidade de energia solar em habitações populares, o impacto direto no custo de vida e a urgência de incluir o tema nas escolas mostram como a inclusão energética é inclusão social.
A discussão aborda ainda o papel da mídia em ampliar essa pauta, o desafio de sensibilizar cidadãos em um país desigual e o potencial das novas gerações, já moldadas por propósito e valores socioambientais, para impulsionar práticas de consumo e produção mais responsáveis. Bethlem também comenta por que o custo de não agir é maior que qualquer investimento necessário hoje, e como o Brasil pode se tornar referência global ao alinhar abundância energética, inovação e consciência coletiva.
Por fim, o presidente do Capitalismo Consciente Brasil analisa o cenário global, revisita exemplos históricos como a crise energética de 2001 e aponta caminhos para construir um futuro em que tecnologia, energia limpa e justiça social caminhem juntas, reforçando que sem educação e sem energia, não existe desenvolvimento possível.
O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana,Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam as tecnologias que não entraram na lista das 10 Breakthrough Technologies e explicam por que essas ausências são tão reveladoras quanto as escolhas finais.
Todos os anos, a edição americana da MIT Technology Reviewaponta tendências com potencial de impacto global. Antes da divulgação da lista de 2026, alguns spoilers ajudam a entender por que certas apostas ainda nãoatingiram o nível de maturidade necessário para se tornarem rupturas no curto prazo.
O episódio discute como limites técnicos, barreirasculturais e desafios de adoção continuam sendo fatores decisivos na trajetória da inovação, e como esses critérios ajudam a interpretar o ritmo real da transformação tecnológica.
A inteligência artificial está assumindo um papel central em setores como energia, mineração e indústria pesada, onde cada decisão afeta produtividade, segurança e continuidade operacional.
No segundo episódio da série Futuro Inteligente com Deloitte e a AWS, a MIT Technology Review Brasil discute como a IA está sendo utilizada para otimizar manutenção, reduzir custos e preservar conhecimento técnico especializado.
A conversa aborda modelos que analisam milhares de relatos para prever riscos, simulações avançadas que testam cenários extremos e os efeitos da digitalização em setores que dependem de dados confiáveis para ganhar escala, velocidade e precisão.
Participam Patrícia Muricy, sócia-líder para Energy, Resources & Industrials na Deloitte, Tim Wiesel, sócio para Artificial Intelligence and Data na Deloitte, e Rafael Soares, diretor para Power and Utilities na AWS.
A dor é um dos sintomas mais universais da experiência humana, mas também um dos mais difíceis de medir. Subjetiva por natureza, ela depende da percepção individual, da interpretação clínica e, muitas vezes, da observação de comportamentos sutis que nem sempre são facilmente traduzidos em números. Escalas tradicionais, como a de 0 a 10, ajudam, mas não capturam toda a complexidade do fenômeno.
No novo episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com o anestesiologista e especialista em dor Paulo Renato Fonseca. A partir de pesquisas recentes do MIT e de outras instituições, o episódio discute como novas tecnologias estão criando caminhos para interpretar sinais fisiológicos, atividade cerebral e padrões comportamentais que refletem o impacto real da dor na vida das pessoas.
O especialista comenta avanços como algoritmos aplicados a eletroencefalogramas, variação da frequência cardíaca e sistemas de visão computacional capazes de identificar microexpressões e alterações posturais. Também analisa o uso de aplicativos que começam a chegar ao consultório, oferecendo a médicos e pacientes ferramentas mais objetivas para acompanhar a evolução da dor e orientar decisões terapêuticas.
Neste episódio, o jornalista Thomaz Gomes conversa com Marcelo Godoy, presidente da Volvo Car Brasil, sobre os caminhos da transformação energética na indústria automotiva e o papel do país na construção de uma mobilidade mais limpa. Marcelo apresenta um panorama das mudanças do setor, da eletrificação ao uso de biocombustíveis, que passam pela relevância dos minerais estratégicos e pela necessidade de desenvolver tecnologias e cadeias produtivas localmente.
Ele destaca como o Brasil reúne vantagens competitivas, do etanol aos insumos essenciais para baterias, mas ainda precisa atrair investimentos para consolidar uma indústria nacional de alta tecnologia. Marcelo comenta também o avanço das demandas dos consumidores, que cada vez mais escolhem produtos pelo impacto ambiental e pela proposta de valor no longo prazo, pressionando empresas a acelerarem seus processos de descarbonização.
A conversa traz exemplos concretos da estratégia da Volvo no país, como a meta global de ter uma cadeia 100% limpa até 2040, os programas de reciclagem de baterias já implementados com a rede de concessionárias e a participação em iniciativas governamentais, como o Mover, voltadas ao descarte adequado e à pesquisa e desenvolvimento. O presidente da Volvo Car Brasil, explica ainda como a empresa tem expandido a infraestrutura de carregamento, com mais de mil carregadores instalados e um novo ciclo de investimento em estações de carga rápida, além do processo que levou o Brasil a ter 50% das vendas já compostas por modelos 100% elétricos.
Por fim, Godoy comenta as tecnologias que estão no radar da indústria para os próximos anos, do hidrogênio a novos biocombustíveis e analisa por que, mesmo diante de múltiplas alternativas, o elétrico e o híbrido se destacam como soluções mais eficientes no balanço entre custo, simplicidade de engenharia e impacto ambiental.
O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
No podcast desta semana, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam como deepfakes, áudios clonados e chatbots cada vez mais persuasivos estão reconfigurando estratégias de campanha. A combinação de conteúdos sintéticos,automação e modelos generativos cria um ambiente difícil de fiscalizar e amplia o risco de narrativas moldadas “abaixo da superfície”.
O episódio também discute a autonomia crescente desses sistemas, a dificuldade de regular modelos abertos e a urgência de fortalecer transparência e educação digital em um cenário que avança mais rápido que qualquer norma.
Como você enxerga o papel da IA nas eleições dos próximos anos?
O avanço da oncologia de precisão está transformando a forma como decisões terapêuticas são tomadas no câncer de mama. Entre as ferramentas que impulsionam essa mudança está o teste genômico Oncotype DX, que analisa a biologia do tumor e indica quando a quimioterapia realmente oferece benefícios.
=No novo episódio do podcast de Biotech and Health, em parceria com a Exact Sciences, Carolina Abelin conversa com o oncologista Antonio Carlos Buzaid sobre o impacto dessa tecnologia na prática clínica. O especialista explica como o teste combina análise molecular, risco de recorrência e características do tumor para orientar estratégias terapêuticas mais assertivas.
A entrevista também discute evidências de custo-efetividade, desafios de acesso e o papel crescente da genômica para reduzir tratamentos desnecessários, fortalecer decisões compartilhadas e ampliar a qualidade de vida das pacientes.
A reforma tributária está inaugurando um novo capítulo para as empresas brasileiras. As mudanças avançam em ritmo acelerado e já exigem que organizações revisem processos, repensem modelos de negócios e fortaleçam a integração entre áreas.
No novo episódio da série Futuro Inteligente, parceria entre a Deloitte e a AWS, a MIT Technology Review Brasil analisa como a transição para o novo sistema tributário afeta operações, decisões estratégicas e fluxos internos.
O debate também evidencia o papel da tecnologia ao oferecer escala, precisão e agilidade para equipes que terão de lidar com cenários de alta complexidade nos próximos anos.
Participam da conversa Luiz Fernando Rezende, sócio-líder de consultoria tributária na Deloitte, e Nathalie Srour, Head de Tax Planning na AWS Brasil.
Assista o episódio completo.
A Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) é uma etapa decisiva para orientar quais medicamentos, terapias e procedimentos serão incorporados aos sistemas de saúde. Por muitos anos, a análise esteve centrada em desfechos clínicos e impacto orçamentário, mas essa abordagem já não responde plenamente aos desafios trazidos pelo avanço científico e pelas desigualdades presentes no país.
No novo episódio do podcast Health Equity, da MIT Technology Review Brasil em parceria com a Amgen, Carolina Abelin conversa com Verônica Stasiak, doutoranda e mestre em Ciências Farmacêuticas com ênfase em ATS. A especialista explica como a equidade vem ganhando relevância nos debates internacionais e por que integrar esse princípio às decisões é fundamental para promover acesso mais justo às inovações em saúde.
A partir de sua atuação no campo das doenças raras e de sua própria experiência de paciente, Verônica analisa como fatores socioeconômicos, raça, gênero e desigualdades estruturais moldam trajetórias de cuidado. Ela também reflete sobre o quanto esses elementos têm sido — ou não — considerados nos processos de ATS no Brasil.
A segurança do paciente é um dos principais desafios em ambientes hospitalares, especialmente no processo de análise de prescrições. Em instituições com grande volume assistencial e equipes reduzidas, identificar erros de dosagem, interações medicamentosas e inconformidades torna-se uma tarefa complexa e limitada pela capacidade humana.
No novo episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Ana Helena Ulbrich, farmacêutica, pesquisadora e cofundadora de uma plataforma que utiliza inteligência artificial para apoiar a farmácia clínica.
Eleita pela revista TIME como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em inteligência artificial, ela explica como a solução analisa padrões de prescrição, sinaliza desvios e oferece alertas baseados em evidências para qualificar decisões e reforçar a segurança do paciente.
Neste episódio, o jornalista Thomaz Gomes conversa com Newton Hamatsu, superintendente da Área de Transição Energética e Infraestrutura da FINEP, sobre o avanço da transição energética no país e o papel da FINEP no apoio a projetos de inovação. Newton apresenta um panorama das iniciativas em renováveis, hidrogênio, biocombustíveis, economia circular e descarbonização da indústria e do transporte.
Ele explica como a combinação de subvenção econômica, crédito com taxas competitivas e investimento em fundos tem permitido viabilizar projetos de alto impacto que já são cerca de 280 iniciativas apoiadas desde 2023, somando mais de 8 bilhões de reais.
A conversa traz exemplos de tecnologias disruptivas financiadas pela FINEP, como o desenvolvimento de um micro reator nuclear brasileiro, sementes sintéticas de cana, produção de etanol em áreas degradadas com agave, enzimas nacionais para etanol de segunda geração e aerogeradores supercondutores.
Por fim, Newton antecipa novas chamadas focadas em combustíveis sustentáveis, SAF, transmissão, captura de carbono e descarbonização dos transportes.
O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
As escalas neuromotoras ajudam a medir, com precisão técnica, o grau de comprometimento motor e orientam estratégias de reabilitação de pessoas com doenças neurodegenerativas. Mas a vida cotidiana, marcada por mudanças sutis no equilíbrio, na marcha e na autonomia, nem sempre cabe nos números.
Neste episódio do podcast Patient Voice, em parceria com a Biogen, a repórter Carolina Abelin conversa com a fisioterapeuta Fernanda Maggi, especialista em doenças neuromusculares e autora de um estudo que validou no Brasil uma das escalas aplicadas à ataxia de Friedreich.
A conversa explora os desafios da padronização dessas ferramentas no país, a importância de interpretar dados à luz da experiência real dos pacientes e o papel de tecnologias que aproximam profissionais, pacientes e dados de mundo real.
Um episódio sobre ciência, escuta ativa e a complexidade da vida que existe além das métricas.
Link convidada: https://www.linkedin.com/in/fernanda-aparecida-maggi-b2b97322/