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Novus Capital
Novus Capital
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1 day ago
Transparência e proximidade com os seus investimentos
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Transparência e proximidade com os seus investimentos
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Episodes (20/100)
Novus Capital
NovusCast - 28 de Novembro 2025
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque foi o discurso de John Williams, do Fed, que reforçou a perspectiva de corte de 25 bps na reunião de dezembro. Os dados nos EUA foram escassos por conta do feriado de Thanksgiving, e os que foram divulgados ainda são referentes a setembro: vendas no varejo um pouco abaixo do esperado, e PPI em linha com a expectativa. No Reino Unido, o governo anunciou um pacote que aumenta impostos e amplia a folga fiscal, mas com a maior parte da consolidação concentrada nos últimos anos da projeção. No Brasil, o IPCA-15 veio um pouco acima do esperado, mas refletindo também efeitos da COP 30 sobre preços de hospedagem e turismo. Já os dados de mercado de trabalho – Caged e PNAD - mostraram alguma desaceleração, mas ainda nível robusto. Os dados de confiança demonstraram retomada em termos de atividade. Por fim, o presidente do BCB, Gabriel Galípolo, reafirmou o tom de serenidade, indicando que não houve divulgação de dados que alterassem as perspectivas do comitê. No mercado de crédito, a semana foi mais volátil que o normal e marcada por fluxo irregular. O índice de empresas high grade fechou estável, apesar das oscilações, enquanto o de empresas low rated abriu 15 bps na semana, devolvendo parte da forte compressão do início do mês. O mercado primário ainda seguiu sólido em novembro, mas com pipeline mais esvaziado. A perda do grau de investimento da Raízen foi oficializada, mas já era precificada pelo mercado local. Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 5 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&P 500 +3,73%, Nasdaq +4,93% e Russell 2000 +5,52%. O juro de 30 anos no Reino Unido fechou 18 bps. No Brasil, o jan/35 fechou 24 bps, o Ibovespa valorizou 2,78% e o real 1,28%. Na próxima semana, atenção para o PIB do 3º tri no Brasil e para os ISMs de novembro nos EUA.
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1 day ago
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Novus Capital
NovusCast - 21 de Novembro 2025
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o payroll surpreendeu com aceleração na criação de vagas nos EUA, e com aumento da taxa de participação. Apesar disso, a taxa de desemprego subiu, e os salários seguiram desacelerando. A divisão entre membros do Fed segue, mas o presidente do Fed de NY, John Williams, reforçou a visão de que há espaço para cortes em breve, fortalecendo a expectativa de afrouxamento em dezembro. Na Europa, o PMI da Zona do Euro ficou estável, com indústria fraca e serviços sustentando a atividade. No Reino Unido, os dados de atividade vieram piores e os dados de preços indicaram o menor nível do repasse em cinco anos. No Brasil, o cenário foi dominado pela política. Houve reação negativa do Senado à indicação de Jorge Messias ao STF. O mercado tambem reagiu à possível retirada de despesas com segurança pública do limite de despesas, mencionada por Ricardo Lewandowski, atual ministro da Justiça e Segurança Pública. Foi anunciada a retirada das tarifas americanas sobre produtos brasileiros. Nos EUA, o juro de 5 anos fechou 11 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P 500 -1,95%, Nasdaq -3,07% e Russell 2000 -0,78%. No Brasil, o jan/29 abriu 4 bps, o Ibovespa caiu 1,88% e o real desvalorizou 1,96%. Na próxima semana, haverá divulgação das vendas no varejo nos EUA e, no Brasil, dados de crédito, mercado de trabalho e inflação. Não deixe de conferir!
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1 week ago
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Novus Capital
NovusCast - 14 de Novembro 2025
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, membros do Fed adotaram tom mais hawk ao longo da semana, reforçando que a decisão de dezembro está longe de ser trivial. O governo americano chegou a um acordo orçamentário, encerrando o maior shutdown da história e garantindo financiamento até janeiro. Ainda nos EUA, Trump falou sobre cheques de US$2 mil à população, aumentando o risco fiscal. Na Europa, o Reino Unido recuou na proposta de elevar impostos após revisão positiva das projeções fiscais. Na geopolítica, houve novos ataques entre Rússia e Ucrânia. No Brasil, a ata do Copom esclareceu que o modelo de projeção condicional do BCB incorporou preliminarmente o impacto da nova faixa de isenção do IR, com o cenário condicional ainda projetando inflação em 3,3%, interpretado como mais dove que a expectativa. O IPCA de outubro veio melhor do que o esperado, com núcleos em desaceleração, exceto os ligados a mão de obra — ainda pressionados por um mercado de trabalho forte. Os dados de atividade vieram mistos: serviços surpreenderam positivamente, enquanto comércio recuou. No campo político, Lula interrompeu a sequência de melhora nas pesquisas e o cenário para 2026 voltou a ficar mais apertado. Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 7 bps, enquanto as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 +0,08%, Nasdaq -0,21% e Russell 2000 -1,83%. No Reino Unido, o juro de 30 anos abriu 14 bps. No Brasil, o jan/27 fechou 25 bps, o Ibovespa subiu 2,39% e o real valorizou 0,69%. Na próxima semana, destaque para o payroll nos EUA, PMIs e minuta do FOMC. No Brasil, saem os dados fiscais bimestrais. Não deixe de conferir!
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2 weeks ago
14 minutes

Novus Capital
Call Mensal - Outubro 2025
Terça-feira, dia 04/11/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Outubro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!
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2 weeks ago
44 minutes

Novus Capital
NovusCast - 07 de Novembro 2025
Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque foi a piora dos dados de mercado de trabalho nos EUA – diante do shutdown, ganham relevância dados alternativos, que apontaram enfraquecimento, com menor intenção de contratação e aumento na expectativa de desemprego. Os ISMs vieram mistos, com serviços um pouco melhores e manufaturas mais fracas, mas o tom geral dos empresários continua de cautela. A Suprema Corte iniciou julgamento sobre os poderes do presidente de impor tarifas unilateralmente, estratégia utilizada por Trump ao longo do atual mandato. No Reino Unido, o BoE manteve juros estáveis por 5 votos a 4, sinalizando percepção de que os riscos altistas para inflação, por ora, diminuíram. No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15% e reforçou a estratégia de juros contracionistas por período prolongado, reduzindo a possibilidade de cortes ainda esse ano. A produção industrial veio em linha com o esperado. O Senado aprovou a isenção de IR para quem ganha até R$5.000, faltando apenas a sanção presidencial. A semana também foi marcada por resultados positivos de empresas brasileiras. No mercado de crédito, houve correção adicional nos spreads de debêntures tradicionais, com abertura de 36 bps, e nomes low rated abrindo 60 bps, refletindo os fundamentos depois de tantos meses de descasamento devido ao movimento técnico. Debêntures incentivadas tiveram movimento mais técnico, com leve abertura. No exterior, os bonds brasileiros seguiram pressionados, com destaque negativo para nomes já fragilizados como Raízen e Braskem. Nos EUA, os juros curtos fecharam 6 bps e os longos abriram 5 bps; e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P 500 -1,63%, Nasdaq -3,09% e Russell 2000 -1,88%. No Brasil, os juros abriram marginalmente, o Ibovespa subiu 3,02% e o real valorizou 0,80%. Na próxima semana, destaque para atividade e inflação na China; possível acordo americano para dar fim ao shutdown; e, no Brasil, ata do Copom, inflação, atividade e pesquisas eleitorais. Não deixe de conferir!
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3 weeks ago
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Novus Capital
NovusCast - 31 de Outubro 2025
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque foi a decisão do Fed, que reduziu os juros em 0,25% e adotou tom mais hawk do que o esperado, com sinalização de divergência interna do comitê e os impactos do shutdown na leitura dos dados recentes, apesar de alguns pontos doves no discurso. Os bancos centrais da Europa e do Japão mantiveram os juros estáveis, com mensagens em linha com os últimos comunicados. Já o banco central canadense também reduziu os juros em 0,25%, sugerindo cenário de estabilidade no patamar atual. No comércio global, Trump anunciou acordos com países asiáticos, incluindo redução de tarifas com a China e compromissos logísticos e agrícolas. A maioria dos resultados das empresas de tecnologia americanas foram positivos. No Brasil, os dados do mercado de trabalho foram mistos: o Caged veio acima do esperado e a PNAD trouxe sinais de desaceleração. Os indicadores de confiança de outubro e os dados de crédito também trouxeram sinais de fraqueza. No campo político, o encontro entre Lula e Trump reforçou expectativas de acordo comercial. Também houve repercussão da operação policial no Rio de Janeiro, que mobilizou apoio da direita e pode impactar as próximas pesquisas eleitorais. Nos EUA, os juros abriram (vértice de 2 anos +10 bps), e as bolsas performaram bem – S&P 500 +0,71% e Nasdaq +1,97%. No Brasil, os juros abriram marginalmente, o Ibovespa subiu 2,30% e o real valorizou 0,23%. As commodities agrícolas fecharam a semana em alta. Na próxima semana, atenção para a reunião do Copom no Brasil, além dos dados de ISMs nos EUA e decisão de juros do Banco Central da Inglaterra. Não deixe de conferir!
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4 weeks ago
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Novus Capital
NovusCast - 24 de Outubro 2025
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o CPI dos EUA veio abaixo do esperado, mostrando que o repasse das tarifas sobre bens continua fraco; enquanto os PMIs subiram, puxados por serviços. Na Europa, os PMIs também surpreenderam positivamente, com melhora puxada pela Alemanha. Já no Reino Unido, o CPI de setembro surpreendeu para baixo e o PMI também veio mais forte. A tensão geopolítica aumentou com novas sanções a empresas russas.  No Brasil, o IPCA-15 veio abaixo do esperado, com queda significativa de serviços subjacentes e melhora da dinâmica dos núcleos. O Focus trouxe melhora nas expectativas de inflação, principalmente nos vértices mais longos. O governo decidiu incorporar as despesas que constavam na MP 1.303 em outras propostas, separando a parte de redução de despesas da parte de aumento de receitas, com o primeiro apresentando maior probabilidade de aprovação. As pesquisas eleitorais mostraram resultados divergentes, com melhora e piora na avaliação do governo. No mercado de crédito, o destaque foi a reversão parcial da forte compressão dos spreads de debêntures incentivadas observada desde junho. O índice de debêntures incentivadas abriu 40 bps nos últimos 10 dias, devolvendo quase metade do fechamento acumulado anteriormente. Mesmo assim, a semana foi marcada por forte volume no primário, com R$3,5 bi em novas emissões incentivadas, além de pipeline robusto. Nos EUA, as bolsas subiram (S&P 500 +1,92%), os juros curtos abriram marginalmente, e os longos fecharam marginalmente. No Brasil, o Ibovespa subiu 1,93%, os juros fecharam (jan/31 -31 bps) e o real valorizou 0,40%. Na próxima semana será importante acompanhar os encontros do Trump com Lula e Xi Jinping; decisões do Fed, ECB, BOC e BoJ; dados de atividade e inflação na Europa e inflação no Japão; e dados de mercado de trabalho e crédito no Brasil. Não deixe de conferir!
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1 month ago
17 minutes

Novus Capital
NovusCast - 17 de Outubro 2025
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque continuou sendo o embate tarifário entre EUA e China. Apesar das ameaças iniciais de Trump com alíquotas bastante elevadas, o tom foi suavizado ao longo da semana, e o encontro com Xi Jinping a princípio está mantido. Já nos EUA, o shutdown seguiu limitando a divulgação de dados relevantes. Ainda por lá, dois bancos regionais afirmaram ter sido vítimas de fraudes em empréstimos ligados a fundos imobiliários, mas outros bancos afirmaram não ter visto aumento de inadimplência. No Brasil, dirigentes do Banco Central reforçaram o tom de cautela durante o encontro do FMI, indicando que a taxa de juros deverá permanecer em patamar restritivo pelo tempo necessário para garantir a convergência da inflação. Os dados de serviços (PMS) vieram em linha com o esperado, com destaque positivo nos serviços prestados às famílias, em parte beneficiados pelo efeito do pagamento de precatórios; e os dados de comércio (PMC) tiveram alta impulsionada por setores ligados a crédito. Nos EUA, os juros fecharam marginalmente (menos de 5 bps), e as bolsas performaram bem: S&P 500 +1,7%, Nasdaq +2,46%, Russell 2000 +2,4%. No Brasil, os juros mais longos fecharam (jan/31 -8 bps), o Ibovespa subiu 1,93% e o real 2,05%. Na próxima semana, destaque para o IPCA-15 de outubro, novas pesquisas eleitorais, CPI nos EUA, PMIs globais e o eventual anúncio da proposta que substituirá a MP 1.303. Não deixe de conferir!
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1 month ago
11 minutes

Novus Capital
NovusCast - 10 de Outubro 2025
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Yara Cordeiro e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o ambiente foi marcado por instabilidade política: no Japão, a liderança indicada pelo partido governista, defensora de políticas expansionistas, enfrenta crise na coalizão e risco de novas eleições. Na França, o primeiro-ministro renunciou um mês após assumir o cargo, reforçando a percepção de fragilidade política e dificuldade de avanço das reformas fiscais. Nos EUA, o impasse sobre o orçamento persiste com o shutdown, limitando a divulgação de dados econômicos, mas surgiram sinais iniciais de possível acordo. A tensão com a China aumentou após novas sanções comerciais, levando o Trump a ameaçar cancelar o encontro com Xi Jinping e aumentar dramaticamente as tarifas impostas. Foi anunciado cessar-fogo entre Israel e Hamas. No Brasil, o principal destaque foi o IPCA de setembro: o headline veio um pouco abaixo do esperado, com surpresa baixista relativamente disseminada nos núcleos. A pesquisa Genial/Quaest apontou melhora na avaliação do governo e mostrou enfraquecimento do Tarcísio como sucessor da direita. No campo político, vendeu o prazo para aprovação da MP 1.303, que compensaria parte do aumento do IOF, o que foi visto como uma derrota relevante para o governo e expôs dificuldades de articulação na Câmara.  No mercado de crédito, houve forte estresse nos bonds da Raízen por uma expectativa que a companhia vá perder o grau de investimento. Apesar disso, o impacto no mercado local foi limitado. Na semana, os índices de crédito tiveram abertura pontual de spreads, com fluxo de captação ainda positivo, mas com volume menor no secundário. Nos EUA, os juros fecharam entre 5 e 10 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo (S&P 500 -2,43%). No Brasil, o Ibovespa caiu 2,44% e o real se desvalorizou 3,33%. Na próxima semana, atenção para PMS e PMC no Brasil, possível evolução da negociação tarifária entre Brasil e EUA, balança comercial chinesa, Beige Book nos EUA e a última rodada de falas do Fed antes do período de silêncio. Não deixe de conferir!
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1 month ago
26 minutes

Novus Capital
Call Mensal - Setembro 2025
Quinta-feira, dia 02/10/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Setembro. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!
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1 month ago
49 minutes

Novus Capital
NovusCast - 03 de Outubro 2025
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, os dados nos EUA seguem indicando desaceleração do mercado de trabalho: apesar da ausência de divulgação do Payroll por conta do shutdown americano, os dados privados do ADP indicaram contração de vagas no mês. Do lado da atividade, os ISMs sinalizaram enfraquecimento da demanda. A OPEP está considerando um aumento na produção de petróleo, em ritmo superior aos anteriores; e o Hamas indicou que está disposto a negociar o plano de paz proposto pelo Trump. No Brasil, o principal destaque foi a aprovação do projeto que amplia a faixa de isenção do IR para R$5 mil na Câmara dos Deputados, com aumento da tributação dos super ricos, sendo considerada uma vitória do governo. Entretanto, acendeu alertas sobre a possível retomada de pautas populistas no Congresso, como fim da escala 6x1, reajuste do Bolsa Família e redução das tarifas de transporte. Na economia, os dados de indústria de agosto e de confiança de setembro surpreenderam positivamente, enquanto os dados de mercado de trabalho indicaram desaceleração: o Caged veio bem abaixo do esperado e a PNAD mostrou queda na população ocupada pela primeira vez desde 2023. Nos EUA, o juro de 2 anos fechou 7 bps, e as bolsas performaram bem: S&P 500 +1,09%, Nasdaq +1,15% e Russell 2000 +1,72%. No Brasil, os juros abriram (jan/29 + 19 bps), o Ibovespa caiu 0,86% e o real valorizou 0,13%. Na próxima semana, destaque para a minuta do Fed e negociação do shutdown e, no Brasil, para o IPCA de setembro e a possível votação da MP 1.303. Não deixe de conferir!
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1 month ago
16 minutes

Novus Capital
NovusCast - 26 de Setembro 2025
Nossos sócios Gabriel Abelheira, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, os PMIs americanos mostraram moderação na atividade e nos preços. Entretanto, a revisão do PIB e os pedidos de auxílio desemprego abaixo do esperado reforçaram a resiliência da atividade. Dados recentes de agosto, como pedidos de bens duráveis e consumo real, surpreenderam positivamente. Na Europa, os PMIs vieram em linha com as expectativas. No campo geopolítico, tensões voltaram a crescer após declarações de Trump sobre apoio a contraofensivas ucranianas. No Brasil, o IPCA-15 de setembro veio abaixo do esperado. A ata do Copom e o Relatório de Política Monetária mantiveram tom conservador, demonstrando preocupação com a trajetória desancorada das expectativas e confiança na desaceleração da atividade econômica. No cenário político, manifestações da esquerda ganharam força no final de semana e pressionaram a retirada de pautas sensíveis do Congresso, como a PEC da Blindagem. Ainda, o noticiário foi repleto de informações divergentes sobre as candidaturas de direita para 2026. No mercado de crédito, as emissões no primário foram um pouco mais fracas, com cerca de R$7,2 bi de emissões tradicionais e R$2,9 bi de incentivadas. Os índices DI core e DI low rated abriram 5 e 6,8 bps, respectivamente, enquanto o índice de incentivadas fechou mais 7 bps. Porém, as atenções ficaram voltadas para as repercussões dos cases de Ambipar e Braskem, esclarecidos no episódio. Nos EUA, a curva de juros abriu ao longo de todos os vértices, e as bolsas tiveram desempenho negativo (S&P 500 -0,31%). No Brasil, a curva de juros também abriu, o Ibovespa caiu 0,29% e, o real, 0,37%. Na próxima semana, destaque para dados de mercado de trabalho e possibilidade de shutdown nos EUA, inflação na Europa e emprego e atividade no Brasil.
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2 months ago
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Novus Capital
NovusCast - 19 de Setembro 2025
Nossos sócios Gabriel Abelheira, Sarah Campos, Yara Cordeiro e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana. No cenário internacional, o destaque foi a decisão do Fed, que cortou os juros em 25 bps, como esperado. Apesar de projeções atualizadas indicando crescimento mais forte e inflação acima da meta em 2026, a decisão reflete maior preocupação com a desaceleração do mercado de trabalho. Outros bancos centrais também tomaram decisões: no Canadá, a redução também foi de 0,25%, como esperado, mas sem guidance relevante; na Inglaterra, o juro foi mantido inalterado, demonstrando ainda preocupação com a inflação elevada; e no Japão também não houve alteração, com tom mais hawkish. No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15% e sinalizou ter ganhado convicção de ter chegado no patamar de juros suficientemente restritivo, apesar de manter a possibilidade de retomada do ciclo de alta caso necessário. A projeção de inflação para 2026 foi mantida em 3,4%, o que reduz a probabilidade de cortes ainda este ano. Do lado de atividade, a taxa de desemprego cedeu e rendimentos subiram, reforçando resiliência do mercado de trabalho. A Câmara aprovou regime de urgência para o projeto de anistia aos envolvidos no 8/1; a “PEC da blindagem”, que gerou repercussão negativa; e a MP que garante ampliação da isenção da conta de luz. As pesquisas de opinião, apesar de mistas, mostraram estagnação na aprovação do governo. No mercado de crédito, o fluxo de captação seguiu positivo, pressionando o mercado secundário. No mercado primário, houve emissão de R$5 bi de debêntures tradicionais, e R$2,5 bi de incentivadas. Observou-se fechamento de 6 bps na parcela “low rated” do índice e 5 bps na parcela de infraestrutura. Nos EUA, a curva de juros abriu nos vértices longos e fechou nos curtos, com S&P 500 em alta de 1,22%. No Brasil, os juros fecharam, o Ibovespa subiu 2,53% e o real se valorizou 0,57%. Na próxima semana, atenção ao PCE e PMIs nos EUA, além das falas de dirigentes do Fed. No Brasil, destaque para ata do Copom, IPCA-15 de setembro, RPM e o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas do governo. Confira!
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2 months ago
16 minutes

Novus Capital
NovusCast - 12 de Setembro 2025
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o foco foi a inflação nos EUA: o CPI de agosto veio próximo ao esperado, mas mostrando repasse menor na parte de bens. Considerando-se ainda o PPI, as projeções de PCE foram revisadas para baixo ao longo da semana. O Payroll passou por forte revisão negativa preliminar. Na Europa, o ECB manteve os juros inalterados, com revisão baixista das projeções de inflação subjacente, mas tom hawkish pela Lagarde. Já na geopolítica, a tensão se elevou com novos ataques e invasões aéreas envolvendo Rússia, Ucrânia e Polônia. No Brasil, os dados de comércio vieram um pouco abaixo do esperado, enquanto os dados de serviço vieram em linha. Já o IPCA de agosto, apesar de negativo, veio acima do esperado, com composição um pouco pior. No campo político, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado à prisão, o que reacendeu debates sobre a anistia articulada por Tarcísio de Freitas. Além dessa, outras agendas seguem sob atenção no Congresso, como a isenção de IR e tributação dos isentos. Por fim, novas pesquisas divulgadas mostraram melhora de popularidade do atual governo. No mercado de crédito, o ambiente continuou construtivo: os principais índices apresentaram leve abertura, mas o segmento incentivado seguiu com fechamento marginal, refletindo demanda forte. No mercado primário, as empresas aproveitaram o apetite para alongar prazos das emissões. O volume semanal foi robusto, com R$7,5 bi em novas ofertas, sendo 65% em debêntures tradicionais e 35% incentivadas. Nos EUA, os juros curtos tiveram leve abertura, enquanto os juros longos tiveram leve fechamento, e as bolsas desempenharam positivamente (S&P 500 +1,59%). No Brasil, a direção dos movimentos de juros foi similar a dos EUA; o Ibovespa caiu 0,26% e o real subiu 1,09%. Na próxima semana será importante acompanhar as decisões dos bancos centrais americano, brasileiro, inglês e canadense, além da divulgação das vendas no varejo nos EUA. Não deixe de conferir!
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2 months ago
17 minutes

Novus Capital
NovusCast - 05 de Setembro 2025
Nossos sócios Gabriel Abelheira, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque foram os dados de mercado de trabalho nos EUA: a criação líquida de vagas em agosto veio abaixo do esperado, com revisões baixistas nos meses anteriores, e o desemprego subiu para 4,32%. Também foram divulgados dados de atividade: o ISM de manufaturas seguiu em patamar contracionista, enquanto serviços até melhorou, mas segue abaixo da média de 12 meses. O tom das empresas é de cautela em meio à incerteza elevada. No Brasil, o PIB do 2º trimestre veio um pouco acima do esperado, mas com composição indicando que a desaceleração da atividade segue em curso. A produção industrial de julho recuou 0,2%, próximo ao esperado. O cenário político da semana foi intenso: foi iniciado o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, e ganhou força a articulação por sua anistia, liderada por Tarcísio de Freitas e com apoio de partidos de centro. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, se mostrou disposto a pautar o tema, apesar da indefinição sobre sua abrangência. Também foi apresentado o Orçamento de 2026: apesar de alinhado com o esperado, ainda parece difícil de ser cumprido, com premissas fiscais frágeis e pouco espaço para novas despesas. Nos EUA, os juros fecharam ao longo da curva toda (vértice de 1 ano -18 bps, vértice de 30 anos -16 bps), e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +0,33%, Nasdaq +1,01% e Russell 2000 +1,04%. No Brasil, os juros fecharam a semana praticamente estáveis, o Ibovespa subiu 0,86% e, o real, 0,31%. O petróleo caiu 3,12%. Na próxima semana, destaque para a reunião da OPEP, dados de inflação dos EUA e decisão do ECB. No Brasil, destaque para o IPCA de agosto, PMS e PMC de julho, além das manifestações do 7 de setembro Não deixe de conferir!
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2 months ago
15 minutes

Novus Capital
Call Mensal - Agosto 2025
Terça-feira, dia 02/09/2025, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Agosto. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!
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2 months ago
48 minutes

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NovusCast - 29 de Agosto 2025
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o presidente Trump anunciou formalmente a demissão da diretora do Fed Lisa Cook, que reagiu afirmando que vai recorrer à justiça para manter sua posição. O Waller, também diretor do Fed, manteve discurso no tom dovish que vem adotando há um tempo, afirmando que os dados de mercado de trabalho corroboram a visão de que o Fed já deveria estar reduzindo os juros. Ainda por lá, os dados inflação (PCE) vieram em linha com o esperado. Na Europa, o governo francês enfrenta dificuldades para aprovar cortes fiscais, com ameaça de voto de desconfiança e protestos marcados, pressionando os juros longos. Também foram divulgados dados de inflação de alguns países europeus, sem grandes surpresas. No Brasil, o governador Tarcísio de Freitas intensificou articulações, elevando a sinalização de intenção presidencial. Já no campo econômico, os dados reforçaram a desaceleração da atividade: os dados de confiança indicaram um mês ruim, assim como os dados de crédito mostraram aceleração no ritmo de piora. Por outro lado, o mercado de trabalho permanece resiliente, com o Caged mostrando, apesar de modesta desaceleração, um ritmo ainda saudável. O IPCA-15 de agosto, apesar da deflação no mês, veio acima do esperado, com pressão na parte de serviços. Por fim, foi divulgada uma investigação da PF sobre o PCC, envolvendo diversos agentes financeiros. Nos EUA, houve aumento da inclinação da curva de juros (vértice de 2 anos fechou 8 bps, enquanto o de 30 anos abriu 5 bps), e as bolsas fecharam com poucas variações – S&P 500 -0,10%, Nasdaq -0,35% e Russell 2000 +0,19%. No Brasil, os juros fecharam (jan/35 -13 bps), o Ibovespa subiu 2,5% e o real desvalorizou 0,07%. Na próxima semana, a atenção fica para os dados de emprego e de atividade (manufaturas e serviços) nos EUA e, por aqui, para o PIB do 2º trimestre, produção industrial e divulgação do Orçamento de 2026 (29/08). Não deixe de conferir!
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3 months ago
18 minutes 5 seconds

Novus Capital
NovusCast - 22 de Agosto 2025
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque foi o simpósio de Jackson Hole e o discurso do presidente do Fed, Jerome Powell. Ele reconheceu mudanças no balanço de riscos, destacando sinais de desaceleração na economia e no mercado de trabalho, além de revisões baixistas no payroll. Dessa forma, mesmo com os riscos inflacionários ainda presentes, o banco central sinaliza o corte de juro na próxima reunião. Ele também anunciou a revisão da estratégia de política monetária: foi abandonado o “average inflation targeting” e retomado o modelo pré-pandemia. Os PMIs de agosto surpreenderam positivamente nos EUA, Europa e Reino Unido, com melhora de atividade e emprego, mas sinais de pressão de custos. No Brasil, o noticiário político foi movimentado: o ministro Flávio Dino sinalizou que decisões de tribunais estrangeiros precisarão ser validadas pelo STF, o que gerou especulações sobre a aplicabilidade da Lei Magnitsky e trouxe ruído para os ativos. A pesquisa da Quaest indicou melhora na popularidade do presidente Lula. Na oposição, foram vazados diversos áudios da família Bolsonaro, que reforçaram a percepção de perda de força e reconhecimento de que Tarcísio de Freitas desponta como principal nome da direita. Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 5 anos -8 bps), e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 +0,27%, Nasdaq -0,90% e Russell 2000 +3,30%. No Brasil, os juros abriram (jan/35 +30 bps), o Ibovespa subiu 1,19% e o real caiu 0,46%. Na próxima semana, vale atenção para as falas de membros do Fed e os primeiros dados de inflação de agosto na Europa e, por aqui, dados de confiança, mercado de trabalho (Caged), crédito e IPCA-15. Não deixe de conferir!
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3 months ago
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NovusCast - 15 de Agosto 2025
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, foram divulgados os números de inflação nos EUA mostrando o segmento de bens relativamente comportados, sem o salto temido das tarifas, enquanto os serviços voltaram a mostrar pressão após vários meses mais benignos — o que deve resultar em um PCE de 0,3% no mês, ainda acima do nível compatível com a meta do Fed. Em termos de atividade, as vendas no varejo subiram em julho, com revisão positiva para o mês anterior. Dessa forma, apesar de alguns sinais de fraqueza, o início do terceiro trimestre é melhor que o observado no segundo. Na China, a atividade surpreendeu negativamente. No geral, o quadro confirma a fraqueza da demanda interna e reforça a expectativa de novas medidas de estímulo nesse segundo semestre do ano. No Brasil, a semana foi marcada por dados de inflação (IPCA de julho) e atividade (PMC e PMS de junho) mais fracos, que levaram a revisões baixistas para o PIB do 2º trimestre e para a inflação de 2025 e 2026. Além disso, tivemos o anúncio do pacote de medidas para socorrer os setores afetados pelo tarifaço de Trump, com linhas de crédito com taxas mais acessíveis condicionadas a manutenção de emprego, flexibilização das compras governamentais de alimentos perecíveis, prorrogação de prazo do regime de drawback, aumento da alíquota do Reintegra e diferimento de impostos por 2 meses. Os aportes do Tesouro a alguns fundos garantidores e a majoração das alíquotas do Reintegra - que somam R$9,5 bilhões - devem ser excepcionalizados do cômputo da meta de primário, o que gerou nova onda de críticas à credibilidade do arcabouço fiscal. Nos EUA, os vértices mais curtos de juros tiveram fechamento marginal, enquanto o vértice de 30 anos abriu 7 bps; e as bolsas tiveram bom desempenho - S&P 500 +0,94%, Nasdaq +0,43% e Russell 2000 +3,07%. No Brasil, os juros fecharam (jan/27 -21 bps), o Ibovespa subiu 0,31% e, o real, 0,62%. Para a próxima semana, o foco nos EUA estará no Jackson Hole, enquanto Brasil tem semana esvaziada. Não deixe de conferir!
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3 months ago
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NovusCast - 08 de Agosto 2025
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Tomás Goulart debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, os destaques foram a repercussão do último relatório de emprego dos EUA e possíveis mudanças na composição do Federal Reserve. O presidente Donald Trump indicou, para um mandato temporário no board do Fed, Stephen Miran, atual presidente do Conselho de Assessores Econômicos. A escolha foi interpretada como um movimento para tornar a autoridade monetária mais alinhada ao presidente. Paralelamente, a leitura mais fraca dos dados de emprego levou algumas consultorias globais a colocar no radar a possibilidade de um corte de 50 bps na reunião de setembro. De dado econômico, tivemos o ISM de serviços, que veio pior do que o esperado, com fraqueza em novas ordens e reafirmando um enfraquecimento no mercado de trabalho. Também entrou em vigor o novo pacote de tarifas de importação norte-americanas, reforçando preocupações com o comércio global. No Brasil, a semana começou com a decretação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro por participação nos atos do domingo anterior. O episódio provocou forte reação de deputados bolsonaristas, que chegaram a assumir temporariamente a presidência da Câmara em protesto. Após negociações, foi firmado um acordo para votação de pautas de interesse do grupo, restabelecendo a normalidade na Casa. No campo econômico, a ata do Copom veio levemente mais dovish que o esperado, com o Banco Central mais confiante na desaceleração da atividade, embora mantendo a sinalização de juros elevados por período prolongado. Os dados de mercado de trabalho de junho ficaram ligeiramente abaixo das projeções, mas ainda indicam um mercado aquecido. Nos mercados internacionais, os juros dos Treasuries abriram taxa após forte fechamento na semana anterior (Treasury de 2 anos: +8 bps). As bolsas americanas avançaram — S&P 500 +2,34%, Nasdaq +3,61% e Russell 2000 +2,53% — e o dólar (DXY) recuou 0,89%, refletindo um enfraquecimento global da moeda. No Brasil, a curva de juros fechou (Jan/31: -17 bps), o Ibovespa subiu 2,68% e o real se valorizou 1,90% frente ao dólar. Para a próxima semana, o foco estará no IPCA e nos indicadores de atividade no Brasil, enquanto, nos EUA, a atenção se volta para a divulgação dos números de inflação.
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3 months ago
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