Por que mulheres — especialmente mães — ainda precisam provar duas vezes para crescer na carreira e chegar à liderança? Neste episódio, falamos sobre maternidade, carga mental e a desigualdade estrutural que segue travando o avanço profissional das mulheres.
Dizem que mulher é multitarefa: que trabalha, cria filhos, cuida da casa, lidera equipes e ainda encontra energia para “dar conta de tudo”. Chamam isso de superpoder. Mas essa narrativa só romantiza uma sobrecarga que nunca deveria ter sido nossa.
No Brasil, apenas 37% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres — e esse número cai ainda mais quando elas se tornam mães. Enquanto homens avançam na carreira depois de terem filhos, mulheres perdem espaço. A estrutura não favorece quem carrega 70% do trabalho doméstico e quase o dobro de horas de cuidado.
Para aprofundar esse tema, convidamos Aldemiza Simões, agilista, mãe e líder que construiu sua carreira em ambientes majoritariamente masculinos. A Demi vive, na prática, o desafio de equilibrar gestão, maternidade e autocuidado sem cair na cobrança de provar duas vezes o que muitos homens nem precisam provar uma.
Neste episódio, conversamos sobre: • o mito da mulher multitarefa e seu impacto real; • maternidade x carreira e o tratamento desigual nas empresas; • culpa materna, julgamentos e o medo de “sumir” profissionalmente; • a régua mais alta para mulheres que lideram; • o valor de lideranças femininas que escolhem autenticidade, não exaustão.
Um episódio para refletir, respirar e lembrar que nenhuma mulher deveria carregar sozinha um peso construído por toda a sociedade.
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Se as mulheres dominam a audiência dos games, por que ainda enfrentam tanto assédio e descrédito?
No sétimo episódio do Patadas, Ana Carolina Gozzi e Daniela Santoro recebem Amanda Balista, gamer e criadora de conteúdo, para uma conversa necessária sobre o lugar da mulher no universo dos games — um espaço onde elas são maioria na audiência, mas ainda minoria no respeito.
Mesmo representando 51% do público gamer no Brasil, as mulheres seguem enfrentando assédio, descrédito, fetichização e violências que vão de “provar que sabem jogar” até a ausência de personagens femininas bem construídas. Enquanto isso, só 28% das profissionais que desenvolvem jogos no Brasil são mulheres, e menos de 15% ocupam posições de liderança.
Amanda compartilha sua trajetória, os estereótipos mais absurdos que já ouviu por ser mulher gamer e como a hipersexualização das personagens — presentes em quase 60% dos jogos — molda a forma como mulheres reais são tratadas dentro e fora das partidas.
O papo também percorre temas como representatividade racial, assédio online, criação de times femininos nos e-sports, a cultura tóxica do “trash talk” e a urgência de políticas reais de diversidade no mercado.
Se jogar é para todos, por que o respeito ainda não é? Um episódio para entender o que mudou, o que ainda não mudou — e o que as mulheres estão fazendo para transformar a indústria.
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O racismo estrutural e o colorismo seguem moldando a vida de mulheres negras no Brasil — afetando autoestima, saúde mental, relações e acesso a oportunidades. Este episódio mergulha nas camadas mais silenciosas e mais cruéis dessas violências.
No sexto episódio do Patadas, Ana Carolina Gozzi e Daniela Santoro recebem Suzana Rezende para uma conversa profunda sobre como o racismo se manifesta desde a infância, na escola, no mercado de trabalho e nas relações afetivas. Falamos sobre solidão da mulher negra, racismo velado, representatividade, pressão estética, autoestima e o impacto psicológico de crescer em ambientes onde mulheres negras são constantemente invisibilizadas ou subestimadas. Uma troca íntima, direta e sensível sobre existir, resistir e se reconstruir em uma sociedade que insiste em limitar quem deve ser vista, desejada e respeitada.
Sobre a convidada: Suzana Rezende é jornalista e pesquisa as relações entre identidade, mídia e representatividade. No episódio, ela compartilha vivências pessoais marcadas por colorismo, exclusão e naturalização do racismo — e reflete sobre autocuidado, processos de cura e a importância de referências negras positivas para quebrar ciclos estruturais. Uma conversa potente sobre força, vulnerabilidade e a urgência de transformar a forma como o Brasil trata mulheres negras.
Mulheres negras e trans ainda enfrentam racismo, machismo e transfobia — uma combinação cruel que define como a sociedade enxerga, deseja e desrespeita seus corpos.
No quinto episódio do Patadas, Ana Carolina Gozzi e Daniela Santoro recebem Gabriela Augusto, fundadora da Transcendemos e primeira pessoa trans reconhecida pela Forbes Under 30, para uma conversa urgente sobre marginalização, representatividade e resistência.
Gabriela fala sobre como essas opressões se cruzam para afetar a vida, a segurança e as oportunidades de milhares de mulheres no Brasil. O episódio mergulha em temas como solidão afetiva, violência de gênero, ausência de representatividade nos espaços de poder e o impacto de tudo isso na saúde mental e emocional.
Entre relatos e reflexões, o diálogo também aponta caminhos de autoconhecimento, educação e reconstrução da autoestima — mostrando como o feminismo negro e trans tem transformado dor em potência.Um episódio essencial para quem quer entender como a sociedade ainda escolhe quem é digna de respeito — e por que é urgente mudar isso.
Sobre a convidada:Gabriela Augusto é palestrante e fundadora da Transcendemos. Foi a primeira pessoa trans reconhecida pela Forbes Under 30 e é destaque em diversas premiações internacionais, como o LGBTQ+ Achievement Award (McKinsey & Company), 50 Mulheres de Impacto na América Latina (Bloomberg Línea) e Influenciadoras em ESG/D&I mais relevantes do Brasil (Llorente y Cuenca).
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No quarto episódio do Patadas, o podcast feminista da Artêmia, Ana Carolina Gozzi e Daniela Santoro recebem Daniela Gentile, coordenadora de marketing, para uma conversa inspiradora sobre a amizade feminina — uma das relações mais poderosas e transformadoras da vida de uma mulher.
Neste episódio, elas discutem como as amizades entre mulheres fortalecem a autoestima, melhoram a saúde mental e até aumentam a expectativa de vida. Pesquisas mostram que mulheres com amigas próximas têm menos risco de doenças cardiovasculares e níveis mais altos de oxitocina e serotonina, hormônios ligados ao bem-estar e à felicidade.
Enquanto a sociedade ainda valoriza o amor romântico como prioridade, o episódio questiona: e se a maior história de amor da sua vida for com suas amigas? Entre reflexões, risadas e momentos de identificação, as hosts exploram como a sororidade, o apoio mútuo e o afeto entre mulheres são essenciais para uma vida mais leve, saudável e autêntica.
💬 Ouça agora o Patadas e descubra por que amizade feminina também é autocuidado, amor e resistência.
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Childfree, vida sem filhos e autonomia feminina: um episódio sobre o poder de decidir o próprio caminho e viver com liberdade de escolha.
No terceiro episódio de Patadas, a convidada Juliana Romanini, dermatologista com mais de 20 anos de experiência, compartilha sua visão e vivência sobre ser uma mulher de 49 anos que não tem filhos, abordando como essa decisão pode ser um ato de autenticidade, liberdade e autoconhecimento.
As apresentadoras Ana Carolina Gozzi e Daniela Santoro mergulham em uma conversa profunda sobre o que significa a não maternidade em uma sociedade que ainda impõe expectativas sobre o papel da mulher.
Entre relatos e reflexões, o papo explora temas como direito de escolha, pressões sociais sobre as mulheres e o prazer de construir uma trajetória independente — seja na carreira, nas viagens ou nas relações.
💬 Ouça agora e mergulhe nessa conversa inspiradora sobre autonomia feminina, propósito e o poder de escolher o próprio caminho.
Você se sente realmente livre ou presa em mais uma ilusão do patriarcado?
No segundo episódio do Patadas, Ana Carolina Gozzi e Daniela Santoro recebem Juliana Samie, psicóloga, feminista e antirracista, para refletir sobre como o trabalho invisível, as expectativas sociais e o marketing da “mulher neoliberada” impactam a saúde mental e a vida cotidiana. Além disso, assuntos importantes como relações, carga emocional, autossuficiência feminina e o esgotamento causado pelo mito da mulher que dá conta de tudo sozinha foram abordados.
Sobre a convidada:
Juliana Samie é formada em psicologia na PUC Campinas e já atuou na área de pessoas construindo conceitos de Cultura e Diversidade Corporativa. Já se dedicou a trabalhos sociais, culturais e de desenvolvimento humano em grandes e diversas empresas. Além disso, é especialista em Responsabilidade Social e Sustentabilidade no Instituto de Economia da Unicamp e também em Educação Corporativa na FIA.
Ouça agora e descubra como repensar o ativismo pessoal, a autonomia feminina e construir relações mais autênticas, conscientes e igualitárias.
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Rivalidade feminina, sororidade e liderança feminina no mercado de trabalho: no episódio #1 do Patadas, vamos questionar quem colocou as mulheres nesse “ringue” e como sair dele.
No episódio de estreia do Patadas, Ana Carolina Gozzi e Daniela Santoro recebem Lilian Chaves (diretora de arte da Artêmia) para discutir como o machismo estrutural e os estereótipos de gênero moldaram nossa relação com outras mulheres, e como a sororidade pode ser um ato político e uma estratégia disruptiva dentro do mundo corporativo.
Um episódio para quem busca entender as raízes da rivalidade feminina e construir novas formas de colaboração.
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Um podcast com selo Artêmia, que não pede licença para existir. E nem desculpa por incomodar.
Aqui, duas amigas transformam conversas em questionamentos necessários. Não é sobre suavizar discursos, é sobre abrir espaço para o feminismo em voz alta, sem filtros e sem concessões.
Se o mundo ainda espera silêncio, a gente responde com diálogo, intensidade e coragem.Porque algumas verdades precisam ser ditas — e algumas patadas, dadas.
Novos episódios a cada 15 dias, sempre às terças.
Disponível nas principais plataformas.