Mais de 400 fabricantes de bioinsumos no Brasil. Projeção de R$ 20 bilhões em 2030. Mas você conhece a história das microcervejarias? 90% quebraram. E o filme está se repetindo.
Neste episódio:
Baseado no artigo O Sonho da Microcervejaria: Lições para Empreendedores de Bioinsumos | LinkedIn🎯 Tópicos abordados:
⚡ Principais takeaways:
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#agronegócio #estratégia #inovação #bioinsumos #agtech #empreendedorismo #gestãoestratégica
A descapitalização silenciosa ameaça distribuidores que focam apenas em volume. Analisamos como a lógica dos postos de gasolina pode salvar margens e sustentar decisões estratégicas de CEOs no agro.
Neste episódio:
• ⚡ o fim da "venda por amizade": como criar fidelidade estruturada.
• 🎯 diferença entre geradores de receita e geradores de margem real.
• 💼 métricas de saúde: margem por hectare e por ciclo de safra.
Principais takeaways:
1. Priorize a margem por cliente em vez do faturamento bruto.
2. Implemente precificação dinâmica baseada em elasticidade regional.
3. Evite escala sem eficiência operacional para não acelerar prejuízos.
Baseado no artigo: O que postos de gasolina podem ensinar às revendas agrícolas
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#agro #gestao #revendaagricola #estrategia
Esse foi um reposting de um episódio que fiz para o Bizup cast. Por que esse tema importa AGORA?
O mercado de biológicos vive um paradoxo: enquanto todos celebram o crescimento, uma matemática brutal revela que um mercado de R$ 6 bilhões fragmentado entre dezenas de players vendendo commodities não sustenta a lucratividade de todos. Já enfrentamos um excesso de capacidade instalada que gera ociosidade operacional e uma guerra de preços que corrói margens antes mesmo da maturidade do setor.
Neste episódio:
• A Bolha de Capacidade: O risco real não é o valuation, mas a existência de mais produção do que o mercado consegue absorver, forçando vendas a qualquer preço.
• O Mito do Produto: Ter um biológico eficaz é apenas o "mínimo esperado"; a verdadeira batalha se ganha na efetividade comercial e no suporte técnico no "último quilômetro" junto ao produtor.
• A Chegada das Gigantes: Como se preparar para o momento em que Corteva, Syngenta, Bayer e BASF decidirem usar seu poder de fogo e redes de distribuição já estabelecidas para dominar o setor.
Baseado no artigo que escrevi para o blog da Bizup StrategyBiológicos: A Bolha Que Ainda Não Estourou?🎯 Tópicos abordados:
• Commoditização de Biológicos: Quando a única variável que resta é o preço, a compressão de margens é inevitável.
• Firmware Estratégico: A necessidade de atualizar a mentalidade de gestão para um jogo onde o capital é criterioso e a lucratividade real importa mais que o faturamento.
• Diferenciação "Nintendo": Lições estratégicas para criar um jogo próprio em vez de tentar vencer as gigantes em especificações técnicas.
⚡ Principais takeaways:
1. Foque em nichos defensáveis: Busque culturas ou regiões específicas (como cana-de-açúcar ou café) que não "movam a agulha" para as multinacionais, mas permitam especialização profunda.
2. Venda serviço, não litro: Transforme o produto em uma solução integrada com consultoria agronômica de alta intensidade; o produtor paga por resultado, não por embalagem.
3. Fortaleça a cultura como ativo: Construa uma organização com capacidade de execução rápida e adaptação, algo que é impossível de ser copiado pela concorrência.
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#agronegócio #estratégia #inovação #biológicos
Seu negócio cresce, mas a gestão vira um caos de reuniões e dashboards inúteis? A complexidade da operação agrícola exige, na verdade, simplicidade brutal na gestão para manter a execução e escalar.
Neste episodio:
• IBP como ritual que transforma forecast tático em alavanca estratégica de 3 anos, forçando trade-offs explícitos.
• O teste de cultura: a coragem de demitir quem entrega resultado mas corrói o time, punindo a mediocridade para proteger a excelência.
• Três métricas financeiras cruciais (O2C, Margem, ROIC) para saber se o crescimento está gerando caixa real ou apenas "wishful thinking".
Baseado no artigo A Simplicidade que Escala: 3 Processos que Definem um Negócio de Alto Desempenho da newsletter Campo de Visao.
🎯 Topicos abordados:
• IBP: Planejamento Integrado
• People Review: Cultura de Execução• Financial Review: Capital de Giro
⚡ Principais takeaways
:1. Institua a "One Version of the Truth" para garantir que todos os dados de gestão sejam unificados e confiáveis.
2. Crie pipeline de sucessores (70% das posições-chave) e exija mobilidade interna dos líderes como requisito de crescimento.
3. Use incentivos comerciais para converter 20-30% do prazo safra em pagamento à vista, liberando capital de giro.
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#estrategia #inovacao #gestao #lideranca #agro
O mercado de R$ 6 bilhões de biológicos está saturado por excesso de capacidade e produtos commodity. O ajuste estrutural é lento e exige decisões estratégicas corajosas agora para CEOs evitarem a consolidação.
Neste episodio:
• A bolha não é de valuation, mas de capacidade instalada, gerando pressão brutal para vender a qualquer preço.
• Produto sozinho não sustenta vantagem: quem vence constrói sistemas completos (logística, canais e assistência técnica).
• Competir no mesmo campo contra as gigantes químicas (Bayer, Syngenta, Corteva) sem um diferencial real é suicídio assistido.
Baseado no artigo A Bolha dos Biológicos Que Ninguém Quer Ver: Excesso de Capacidade em Mercado de R$ 6 Bilhões
🎯 Topicos abordados:
• Excesso de Capacidade e Guerra de Preços
• M&A Horizontal e Diferenciação Tecnológica
• Consolidação Inevitável no Setor
⚡ Principais takeaways:
1. Encontre seu "Wii": foque em nichos lucrativos e defensáveis que as grandes ignoram (culturas menores).
2. Construa efetividade comercial proprietária e transforme o biológico em solução baseada em serviço.
3. Atualize seu firmware estratégico para focar na lucratividade e adaptabilidade rápida da cultura organizacional.
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#inovacao #biologicos #consolidacao #Agro #bioinsumos
Seus concorrentes podem copiar sua tecnologia em 18 meses e roubar seus gerentes comerciais por 15% a mais de salário. Descubra por que a cultura organizacional é o único ativo impossível de copiar e o que a maioria das empresas do agronegócio está fazendo de errado ao ignorá-lo.
Neste episódio:
• A "cultura mãezona" que evita conflitos e tolera mediocridade para "manter o clima" é, na verdade, covarde e um ato de punição à excelência.
• Como a clareza cultural (O QUE, COMO, PARA QUEM e POR QUE você vende) aumenta brutalmente a velocidade de decisão, pois a equipe sabe se algo é "o nosso jeito" ou não.
• Os Três Pilares não-negociáveis que sustentam a performance e garantem que a rotatividade caia para os bons profissionais.
Baseado no artigo Você Investe Milhões em P&D, Mas Ignora o Único Ativo Impossível de Copiar | LinkedIn🎯 Tópicos abordados:
• Guerra por Talentos no Agronegócio: Por que a desculpa de que "pagaram mais" geralmente encobre a falta de cultura de execução.
• Cultura Organizacional como Vantagem Competitiva Sustentável: Por que produtos e processos são vantagens temporárias, mas a cultura é um sistema imunológico único.
• Liderança, Meritocracia e Cultura de Execução: A importância de premiar a performance e ter clareza brutal sobre o que é esperado.
⚡ Principais takeaways:
1. Pare de investir 10x mais em P&D do que em cultura e comece a medir o quanto você dedica de tempo para treinar líderes para serem guardiões dela e para criar rituais que a reforcem.
2. Substitua clichês vazios ("Alimentar o mundo") por um propósito que descreva COMO sua empresa faz as coisas de forma única e que seja usado para guiar a tomada de decisões comerciais.
3. Tenha a coragem de demitir quem não se encaixa, mesmo que seja tecnicamente competente e entregue resultado. Se os seus melhores profissionais saem mais rápido que os medianos, sua cultura premia a mediocridade.
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#agronegócio #estratégia #inovação #CulturaOrganizacional
Em um ambiente de trabalho cada vez mais "muVUCAdo", a capacidade de ouvir efetivamente se tornou a chave para transformar equipes e garantir resultados robustos. Esta habilidade é fundamental para o sucesso e o desenvolvimento pessoal e profissional de todos os envolvidos.
Neste episódio:
• A Escuta Ativa (EA) vai além do silêncio, exigindo engajamento, esforço e confirmação de compreensão, transformando a troca em aprendizado mútuo.
• Líderes que adotam a EA impulsionam a inovação e a criatividade, criando ambientes onde a confiança e a co-criação são estimuladas.
• A falta de escuta verdadeira pode levar à perda de ótimas ideias e fazer com que profissionais se sintam desvalorizados.
Baseado no artigo:Saber Ouvir: A Habilidade Mais Subestimada (e Poderosa) da Liderança | LinkedIn
🎯 Tópicos abordados:
• Escuta Ativa e Engajamento
• Perfis de Escuta na Liderança (Distraído, Julgador, Colaborador)
• O Impacto Estratégico da Humildade (Reconhecendo que o conhecimento é construído coletivamente)
⚡ Principais takeaways:
1. Faça uma pausa intencional antes de responder para absorver a mensagem completa, demonstrando respeito e interesse genuíno.
2. Utilize perguntas abertas, como “O que mais você pode me contar sobre isso?”, para incentivar o outro a elaborar e aprofundar o diálogo.
3. Reflita e parafraseie (Ex: "Então, se entendi corretamente...") para confirmar sua compreensão e permitir que o interlocutor traga clareza à comunicação.
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#agronegócio #estratégia #inovação #liderança
Enquanto acionistas da Tesla aprovavam o maior pacote de remuneração da história corporativa (US$ 1 trilhão para Elon Musk), grandes multinacionais do agro brasileiro lutam para fazer seus vendedores focarem em produtos estratégicos (como os biológicos) devido a sistemas de incentivo que premiam o passado.
Seu sistema atual de remuneração pode estar matando sua estratégia sem você perceber, recompensando inércia e volume de produtos tradicionais em vez da tecnologia do futuro e das margens melhores.
Neste episódio:
• Sobremetas Impossíveis Exigem Remuneração Impossível: Vendas deve ser a função mais bem paga da empresa, com recompensas audaciosas para metas audaciosas.
• Flexibilidade Radical: O sistema de incentivos precisa ser um sistema vivo que muda conforme as condições de mercado mudam (clima, câmbio, concorrência, regulação).
• Transparência Total e Simplicidade: Se o vendedor precisa de um curso para entender como é remunerado, seu sistema falhou. Salário não é tabu; transparência cria clareza sobre o jogo.
Baseado no artigo O Que Podemos Aprender com Elon Musk sobre Remuneração da Equipe Comercial | LinkedIn
🎯 Tópicos abordados:
• Alinhamento Estratégico da Remuneração (Garantindo que o vendedor ganhe mais vendendo os produtos do futuro, como biológicos, em vez dos químicos tradicionais).
• Metas Baseadas em Potencial de Mercado (Evitando que o sistema meça sorte em vez de performance real de mercado).
• Liderança e Gestão Estratégica de Incentivos (A importância de diretores não terceirizarem a decisão mais estratégica da operação para o RH global).
⚡ Principais takeaways:
1. Implemente remuneração agressiva para metas agressivas: Vendas deve ganhar MUITO mais do que funções equivalentes, mas com metas que reflitam potencial de mercado real e não wishful thinking de planilha.
2. Adote a flexibilidade radical: Seu sistema precisa mudar conforme as condições de mercado mudam, preferindo ciclos trimestrais com um componente anual estratégico para garantir feedback rápido e ajustes em tempo real.
3. Garanta transparência total e simplicidade: Todo vendedor deve saber exatamente quanto ganha se bater cada nível de meta, e se o seu sistema exige uma planilha de 15 variáveis, ele está errado.
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#agronegócio #estratégia #inovação #IncentivosComerciais
Em cenários de incerteza e alta complexidade, líderes não precisam ter todas as respostas, mas sim fazer as perguntas certas. Perguntas bem elaboradas impulsionam a inovação e melhoram drasticamente a tomada de decisão. Este tema é crucial agora para CEOs e diretores que buscam soluções criativas e colaborativas para transformar desafios em oportunidades.
Neste episódio:
• O poder de demonstrar vulnerabilidade ao questionar, o que constrói confiança e abre caminho para soluções mais colaborativas.
• Como utilizar questões abertas (ex: "O que você acha que ainda não exploramos aqui?") para revelar premissas ocultas e estimular ideias inovadoras.
• A importância de integrar perguntas provocadoras ao planejamento estratégico para tornar as decisões mais robustas e bem fundamentadas.
Baseado no artigo A Arte de Perguntar: O Segredo para Líderes Visionários | LinkedIn🎯 Tópicos abordados: Liderança Transformadora, Tomada de Decisão Robusta, Colaboração, Planejamento Estratégico, Cultura de Aprendizado.
⚡ Principais takeaways:
1. Adote uma mentalidade curiosa: Substitua respostas imediatas por perguntas abertas como "Por que isso é assim?" ou "E se fizéssemos de outra forma?" para ampliar perspectivas.
2. Integre perguntas provocadoras ao planejamento estratégico: Use questões como "E se um novo competidor entrasse no mercado hoje?" para revelar vulnerabilidades e oportunidades.
3. Em momentos de crise, simplifique: Questione "Qual pequeno passo podemos dar agora?" para reduzir a ansiedade da equipe e focar em soluções práticas.
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#agronegócio #estratégia #inovação #LiderançaTransformadora #perguntas ✨
Estratégia não é um plano de 50 páginas, nem apenas portfólio completo ou preço baixo. É sobre fazer escolhas diferentes e criar um sistema que anula seus concorrentes.
Por que esse tema importa AGORA? No agronegócio, a competição é feroz e quase sempre baseada nos mesmos pilares, resultando em uma "corrida de hamster" onde todos competem na mesma esteira.
Este episódio discute como líderes podem sair da mediocridade generalizada e construir uma vantagem competitiva real, buscando inspiração no Golden State Warriors e entendendo a diferença entre táticas copiáveis e um sistema estratégico robusto.
Neste episódio:
• O segredo do sucesso dos Warriors não foi simplesmente arremessar mais bolas de três (a tática), mas sim o sistema integrado construído ao redor dessa escolha radical.
• Estratégia de verdade exige tradeoffs conscientes: a escolha deliberada de onde perder (aceitar fraquezas) para ser imbatível onde realmente importa.
• A vantagem competitiva sustentável surge da conexão entre as atividades (coreografia organizacional), e não nas atividades isoladas, tornando o sistema quase impossível de copiar.
Baseado no artigo O Que o Golden State Warriors Pode Ensinar Sobre Estratégia (Que Seu MBA Não Ensinou) | LinkedIn
🎯 Tópicos abordados:
• Tradeoffs Conscientes: A disciplina de escolher deliberadamente quais batalhas não lutar.
• Sistema Integrado e Não Copiável: Como as áreas da empresa (P&D, Vendas, Logística) devem se reforçar mutuamente, evitando a operação em silos.
• O Poder do Não Estratégico: Por que a capacidade de dizer "não" a boas oportunidades define o foco de uma estratégia clara.
⚡ Principais takeaways:
1. Defina a Estratégia como Escolha: Pergunte ao seu time qual batalha vocês escolhem deliberadamente não lutar para serem imbatíveis em outra (clareza sobre quais fraquezas são aceitáveis).
2. Seja o Arquiteto do Sistema: Abarca o fato de que a vantagem sustentável vem de um sistema de atividades que se reforçam – o líder deve garantir que a integração exista entre os departamentos.
3. Use o Teste das 5 Perguntas: Responda de forma clara e integrada as perguntas de Roger Martin e A.G. Lafley (Aspiração Vencedora, Onde Jogar, Como Vencer, Capacidades, Sistemas de Gestão) para verificar se você tem estratégia funcional.
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#agronegócio #estratégia #inovação #GoldenStateWarriors
Neste cenário de transformação digital acelerada, pressão crescente por resultados tangíveis e clientes (produtores, canais) mais exigentes, o marketing deixou de ser apenas uma função tática. É essencial que o setor de agronegócio transforme o marketing em um motor de crescimento, inovação e criação de valor estratégico.
Neste episódio:
• O marketing evoluiu de uma área operacional (focada em comunicação e branding) para uma função central que permeia a estratégia, tecnologia, experiência do cliente e transformação organizacional do negócio.
• O Chief Marketing Officer (CMO) deve atuar como um potencial Chief Growth Officer (Agente de Crescimento), influenciando diretamente a receita, explorando novos modelos de negócios e alinhando a organização em torno de objetivos comuns.
• A nova atuação do marketing no Agro exige ir além da venda pontual de insumos, focando na jornada completa do agricultor (desde a pesquisa até o pós-colheita/recompra), tratando a experiência como um diferencial.
Baseado no artigo O Novo Papel do Marketing nas Organizações: A Liderança Estratégica do CMO | LinkedIn🎯 Tópicos abordados:
• O CMO como Agente de Crescimento: A "morte do marketing tradicional" exige que o líder de marketing compreenda dados, tecnologias emergentes e dinâmicas de mercado.
• A Cultura Data-Driven no Agro: O desafio prático de unificar dados (CRM, transacionais, comportamentais) para criar uma visão 360º do cliente e permitir a personalização em escala.
• Marketing como Catalisador de Inovação: O papel de influenciar o desenvolvimento de produtos alinhados a demandas futuras (ex: sustentabilidade) e a necessidade de construir business cases robustos para demonstrar o ROI.
⚡ Principais takeaways:
1. Adote um Mindset de Crescimento: Envolva-se nas dinâmicas financeiras e demonstre como o marketing agrega valor no bottom line, dialogando fluentemente com o CFO.
2. Abraçe a Tecnologia Estrategicamente: Priorize investimentos em martech (tecnologias de marketing) que realmente aprimorem a tomada de decisões e a execução eficiente.
3. Meça o que Importa: Implemente KPIs e OKRs (Objectives and Key Results) que estejam diretamente conectados aos objetivos estratégicos, ao impacto no cliente e à receita da empresa.
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#agronegócio #estratégia #inovação #CMO #Marketing #liderança
Por que esse tema importa AGORA: A decisão da BASF de listar sua divisão Agricultural Solutions em Frankfurt confirma o fim da era da integração vertical total para os gigantes. Este movimento, avaliado em €16,5 bilhões, força líderes do agronegócio a repensar seus modelos, provando que a especialização profunda está superando a escala horizontal como principal fonte de vantagem competitiva.
Neste episódio:
• A escolha de Frankfurt em vez de Wall Street é uma estratégia de longo prazo, priorizando a proximidade regulatória e a busca por capital paciente, essencial para ciclos de P&D de 10-15 anos.
• A separação cria um negócio "Pure Play Agrícola", global e focado, que elimina o "desconto de conglomerado" e aumenta a pressão competitiva sobre players integrados como a Bayer.
• A composição do novo board eleva a Regulação a um ativo estratégico, um sinal claro de que dominar a complexidade regulatória é crucial para o crescimento no setor.
Baseado no artigo BASF Confirma Frankfurt: A Aposta de €16,5 Bilhões Que Muda o Setor de Insumos | LinkedIn🎯 Tópicos abordados:
• Decisão de Listagem em Frankfurt: Foco Regulatório e Capital de Longo Prazo.
• Pure Play Agrícola e Desintegração Vertical Estratégica.
• Gestão de Capital e Pressão Competitiva sobre Concorrentes.
⚡ Principais takeaways:
1. Priorize a Hiperespecialização: Reavalie se a diversificação excessiva está diluindo recursos e concentre P&D e capital no core business agrícola, pois o foco profundo é a nova fronteira competitiva.
2. Alinhe o Capital ao Ciclo: Garanta que sua estrutura de capital (dívida, equity) e o perfil de seus investidores suportem a visão estratégica de longo prazo necessária para P&D intensivo e ciclos extensos do agronegócio.
3. Desintegre para Integrar Melhor: Livre-se de ativos não-core para liberar foco e recursos financeiros, permitindo a criação de soluções mais sinérgicas e robustas dentro da sua área principal (ex: combinando produto, crédito, digital e biológicos).
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#agronegócio #estratégia #inovação #PurePlay #BASF #M&A
Empresas gigantes como Itaú, Nubank, Amazon e Tesla estão exigindo a volta total ao presencial, justificando a decisão com a palavra mágica: produtividade. Mas será que culpar o home office não é apenas uma "muleta" para evitar encarar falhas profundas na liderança e na cultura organizacional?
Para setores como o Agronegócio, que vivem de agilidade e disputa por talento de ponta, ignorar essa discussão é um risco estratégico, pois define se a gestão consegue liderar times que entregam de verdade em 2025/2026.
Neste episódio:
• A contradição dos dados: CEOs apontam queda, mas pesquisas da FIA Business School indicam que 88% dos profissionais acreditam que a qualidade do trabalho remoto é igual ou superior ao presencial, com 91% percebendo aumento na produtividade.
• Os 4 problemas reais expostos pelo trabalho flexível: cultura fraca, liderança despreparada (que só gerenciava presença), incapacidade de medir produtividade real (foco em cliques) e a injustiça de punir a maioria pela minoria mal gerida.
• Por que o futuro exige o foco no output (entregas e resultados) e como a liderança moderna precisa de método, empatia e clareza para gerir a performance à distância.
Baseado no artigo O Problema Não É o Home Office. É a Sua Liderança. | LinkedIn
🎯 Tópicos abordados:
• Métricas de Produtividade: Por que "cliques no mouse" não são KPI e não capturam o valor real no trabalho do conhecimento.
• Cultura Fraca: O risco de uma cultura que não existe fora das paredes do escritório e a importância de valores claros e rituais consistentes.
• Gestão por Resultados: A diferença crucial entre liderar por método (1-1s, metas claras) e controlar apenas a presença física.
⚡ Principais takeaways:
1. Revise as Métricas: Garanta que sua empresa mede o valor gerado, entregas realizadas e metas estratégicas alcançadas (output), e não apenas horas de atividade ou esforço (input), que o artigo chama de "teatro corporativo".
2. Invista em Liderança: Prepare seus gestores com método (como 1-1s recorrentes e estruturados e feedback contínuo) para gerenciar por resultados. A liderança que não consegue gerir remotamente, na verdade, nunca soube gerir.
3. Seja Honesto: Avalie se a decisão sobre o modelo de trabalho é guiada por uma análise estratégica clara baseada em dados ou se está sendo influenciada por preferência pessoal da liderança disfarçada de "cultura organizacional".
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#agronegócio #estratégia #inovação #liderança #homeoffice #gestão de pessoas #cultura
Sua empresa de insumos investiu milhões em plataformas digitais, mas o negócio não se transformou. Christian Pereira, estrategista de agronegócios, revela a verdade incômoda: a maioria das transformações digitais fracassa não por falta de tecnologia, mas por excesso de ilusão, confundindo dashboard com direção. Este tema é crucial agora, pois a nova onda de IA generativa está repetindo os mesmos padrões: projetos de chatbots e IA sem clareza sobre qual problema real está sendo resolvido.
Neste episódio:
• Digital não é estratégia, é consequência dela. Começar pela tecnologia é acabar com soluções em busca de problemas.
• A transformação exige liderança presente, não performática, com coragem para desligar sistemas legados e tomar decisões difíceis (trade-offs).
• O melhor indicador de sucesso não está nos dashboards sofisticados, mas na mudança de comportamento do time e na geração de valor real para o cliente.
Baseado no artigo Por Que Sua Transformação Digital Virou Teatro Corporativo (E Ninguém Tem Coragem de Admitir) | LinkedIn
🎯 Tópicos abordados:
• Clareza Estratégica: Por que gastamos fortunas digitalizando a mediocridade que já tínhamos.
• O dilema da Customização: Como evitar construir um "Frankenstein digital" ao tentar agradar a todos os times regionais.
• Inteligência Artificial (IA): Como aplicá-la no agro de forma valiosa (previsão de demanda, otimização logística) e o que é necessário antes de investir.
⚡ Principais takeaways:
1. Defina o Norte Estratégico Primeiro: Pergunte-se "o que precisamos nos tornar para vencer nos próximos 3-5 anos" antes de definir qualquer iniciativa tecnológica.
2. Tenha Coragem de Padronizar: Padronize processos core (relatórios, integrações) onde a eficiência supera a conveniência individual, e flexibilize apenas na experiência do cliente para gerar diferenciação.
3. Meça o Impacto, Não a Atividade: Conecte cada iniciativa digital a objetivos de negócio claros, focando em métricas como rentabilidade do agricultor e retenção de compra, e não apenas em downloads ou número de usuários.
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#estratégia #inovação #TransformacaoDigital#agro
Em um mercado cada vez mais volátil, a aceleração dos ciclos de inovação e a redução da distância entre a ideia e a validação tornaram-se imperativos. 84% dos executivos C-level consideram a inovação uma prioridade estratégica e 70% buscam ativamente "pensar como uma startup".
Contudo, nem tudo que funciona no Vale do Silício é ouro para empresas estabelecidas: apenas 23% das iniciativas de "startupização" em grandes corporações geraram retorno positivo nos primeiros dois anos.
Este episódio é essencial AGORA para líderes que buscam integrar o mindset de crescimento sem incorrer nos custos e riscos da agilidade cega.
Neste episódio:
• O segredo da inovação não está na velocidade de execução, mas na velocidade de experimentação, falhando rápido e barato nos experimentos certos.
• A "customer obsession" é o verdadeiro motor de escala, fazendo com que empresas focadas no cliente cresçam 2,5x mais rápido que seus concorrentes.
• Como a falsa urgência do "Move Fast and Break Things" pode levar a falhas graves, já que agilidade sem governança é uma receita para o desastre em setores regulados e com múltiplos stakeholders.
Baseado no artigo 🚀 O que executivos podem aprender com as startups — e o que definitivamente não devem copiar | LinkedIn
🎯 Tópicos abordados:
• Obsessão pelo Cliente: O diferencial da Microsoft de Satya Nadella e o foco em dores reais do usuário.
• Experimentação Estruturada: Implementando o Framework 70-20-10 para apostas transformacionais.
• Realidade de Receita vs. Funding Mindset: Por que empresas maduras devem focar na otimização do ROIC e não apenas no crescimento a qualquer custo.
⚡ Principais takeaways:
1. Cultive uma Mentalidade de Experimentação Controlada: Crie "sandboxes" (ambientes de teste) para testar novas ideias com orçamentos e prazos definidos, minimizando riscos operacionais.
2. Implemente Loops de Feedback Direto e Contínuo: Crie squads multifuncionais focados em jornadas específicas do cliente e estabeleça métricas de satisfação como KPIs primários.
3. Mantenha o Foco em Ativos Existentes ao Inovar (Evite Pivots Drásticos): Grandes empresas devem buscar estratégias robustas, pois 89% dos pivots corporativos bem-sucedidos aproveitam o que já existe, em vez de abandoná-lo.
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#agronegócio #estratégia #inovação #StartupMindset #agtechs #campodevisao
A proliferação de "estrategistas" criou um paradoxo perigoso: nunca foi tão fácil encontrar consultoria, mas nunca foi tão difícil encontrar a consultoria certa. Com a velocidade da mudança reduzindo os ciclos estratégicos de 5-7 anos para apenas 18-24 meses, e a complexidade exponencial do mercado, sua empresa precisa urgentemente de um diagnóstico preciso.
Mas você contrataria um clínico geral para operar seu coração? Essa pergunta óbvia é ignorada na busca frenética por soluções imediatas e frameworks atraentes.
Neste episódio:
• A Armadilha do Tempo Executivo: Pesquisas mostram que CEOs gastam mais de 60% do seu tempo em reuniões operacionais, deixando pouco ou nenhum espaço para o pensamento estratégico genuíno.
• A Especialização como Fraqueza: Por que a expertise setorial pode se tornar uma armadilha cognitiva, aprisionando líderes em "câmaras de eco" e impedindo a inovação estratégica que geralmente surge de outsiders e startups.
• O Foco no Médico de Negócios: Os CEOs inteligentes estão abandonando a busca por consultorias que apenas validam suposições e buscam, em vez disso, "médicos de negócios" que diagnosticam com precisão, prescrevem com base em experiências concretas e garantem a recuperação.
Baseado no artigo O Médico de Negócios: Por Que Sua Empresa Precisa da Consultoria Certa e Como Escolhê-la | LinkedIn🎯 Tópicos abordados:
• Velocidade de Mudança e Complexidade Exponencial: As duas forças que tornam a adaptação interna insuficiente.
• Vieses Cognitivos e a Armadilha da Especialização: Como a experiência profunda pode rejeitar automaticamente informações vitais (os casos de Kodak e Blockbuster).
• Anatomia do Estrategista Cirúrgico: Os quatro componentes cruciais que definem o consultor estratégico de alto nível.
⚡ Principais takeaways:
1. Priorize a Experiência Executiva Comprovada: Escolha consultores que tenham "sangue nas mãos", que fizeram escolhas estratégicas significativas e experimentaram as consequências, e não apenas aqueles com apresentações impecáveis ou que nunca estiveram do outro lado da mesa.
2. Exija Libertação Cognitiva (Cross-Industry): Selecione estrategistas que atuam como "quebra-vieses", trazendo soluções e conhecimento de contextos totalmente distintos para inovar, em vez de oferecer diagnósticos genéricos ou frameworks reciclados.
3. Foque na Execução e Não na Dependência: A consultoria de próxima geração deve transferir ferramentas reais e desenvolver capacidades internas na sua equipe, medindo e ajustando o plano, garantindo que a intenção se converta em resultados.
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#agronegócio #estratégia #inovação #consultoria
A pergunta desconfortável é: Sua empresa é boa em estratégia OU em execução?
Por que este tema importa AGORA?
Um estudo da Harvard Business Review (HBR) com mais de 8 mil líderes revelou algo brutal: apenas 8% são excelentes em estratégia e execução. Os outros 92% falham em pelo menos uma dessas pontas.
Se sua estratégia é impecável no papel, mas patina na execução—ou se você é uma máquina operacional sem saber para onde ir—você está no grupo dos 92%.
Entender por que isso acontece é a chave para transformar "planejamento de luxo" em resultados reais.
Neste episódio:
• A maioria dos líderes falham porque tratam estratégia e execução como disciplinas separadas—mas na realidade, são capacidades interconectadas.
• A "Indigestão" estratégica, caracterizada por dezenas de iniciativas prioritárias (por exemplo, 47), dilui o foco e é um dos "Três Assassinos Silenciosos" da execução.
• Os 8% que acertam têm clareza brutal sobre onde são insubstituíveis, constroem prioridades que cabem num guardanapo e AGEM rapidamente sobre métricas rastreadas religiosamente.
Baseado no artigo da newsletter Campo de Visão:A Verdade Brutal Sobre Estratégia: Por Que 92% dos Líderes Falham no Jogo Completo | LinkedIn
🎯 Tópicos abordados:
• A Ilusão da Separação: Por que tratar Estratégia e Execução como opostos leva ao fracasso.
• Foco Brutal: A disciplina de dizer NÃO e limitar as apostas estratégicas a apenas 3 a 5 grandes iniciativas.
• Assassinos Silenciosos no Agronegócio: Como o Feedback Truncado e o Tracking que Não Rastreia Nada são mortais em um setor de rápidas mudanças.
⚡ Principais takeaways:
1. Comprometa-se com o Foco: Abandone a "indigestão" de 47 iniciativas. A escolha estratégica mais difícil é decidir o que NÃO fazer. Comprometa-se com o que você faz de melhor.
2. Crie Canais de Feedback Diretos: Não deixe a informação de campo levar 3 meses ou passar por 4 filtros gerenciais antes de chegar à diretoria. Construa canais diretos entre a estratégia e a linha de frente.
3. Rastreie Pouco e Aja Muito: Evite ter mais KPIs que um painel de Boeing. Defina poucas métricas essenciais, rastreie-as com cadência semanal ou quinzenal, e, o mais importante, aja em cima dos desvios.
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#agronegócio #estratégia #inovação #CulturaDeExecucao #agro #campodevisao
Enquanto você lê, sua arquitetura de canais pode estar sofrendo uma "erosão invisível da distribuição". O setor agrícola e outros estão enfrentando disrupções significativas, impulsionadas por pressões macroeconômicas, tecnológicas e regulatórias.
Revisar o Go-to-market (GTM) a cada 2-3 anos é crucial, pois empresas que o fazem crescem até 4x mais rápido do que as que mantêm canais estáticos. Manter o status quo diante da transformação competitiva dos seus concorrentes pode ser potencialmente fatal para o seu negócio.
Neste episódio:
• A "erosão invisível da distribuição" — um fenômeno onde empresas operam com arquiteturas de canal defasadas sem perceber o impacto progressivo na competitividade.
• Os sinais de alerta de que seus canais estão desatualizados, incluindo a falta de digitalização da rede, parceiros mudando mais rápido que você, e a deterioração progressiva dos indicadores de desempenho (como o aumento dos custos logísticos ou compressão de margens).
• A importância da coragem da reinvenção contínua e a aplicação do framework de auditoria dos 7 pilares para garantir que seu GTM não apenas evolua, mas lidere a transformação do mercado.
Baseado no artigo:📌 Porque o Go-to-market da sua empresa envelheceu — e ninguém percebeu | LinkedIn🎯 Tópicos abordados:
• Erosão Invisível da Distribuição• Aceleração Digital e Tecnológica na cadeia logística, impulsionada por IoT, blockchain e análise preditiva
• Segmentação Estratégica de Canais e o Modelo Híbrido de distribuição
⚡ Principais takeaways:
1. Adote uma segmentação estratégica de canais. Empresas não podem aplicar uma abordagem única para todos os canais, mas devem adaptar políticas comerciais, níveis de serviço e suporte logístico para cada tipo de parceiro, capacidade logística e cobertura geográfica.
2. Aproveite dados e análises avançadas para otimizar rotas, reduzir custos logísticos, melhorar níveis de serviço e identificar gargalos na cadeia de distribuição.
3. Reinvente a arquitetura de distribuição. Isso pode envolver o desenvolvimento de modelos híbridos (combinação de distribuição direta e indireta) e o aprimoramento das capacidades de gestão de distribuidores e trade marketing da sua equipe.
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#agronegócio #estratégia #inovação #GoToMarketStrategy #GTM
O agronegócio brasileiro está vivendo um dos momentos mais desafiadores dos últimos anos, enfrentando uma "tempestade perfeita" que força produtores a repensar cada centavo investido. Neste cenário de margens operacionais comprimidas, crédito caro (Selic elevada) e endividamento, as empresas de insumos sentem a pressão por resultados mensuráveis.
A decisão sobre cortar (ou redirecionar) a verba de marketing AGORA pode definir quem sairá vitorioso nos próximos 3 anos no agro.
Neste episódio:
• O marketing é, paradoxalmente, o primeiro a ser cortado, mas raramente o último a ser necessário, levando empresas a ter produtos excelentes, porém invisíveis.
• O corte de branding durante crises cria o "Buraco" da Demanda Futura (Binet & Field), fazendo com que categorias inovadoras percam anos de educação de mercado e marcas saiam do radar dos produtores (Armadilha da Memória de Byron Sharp).
• A crise é uma oportunidade estratégica de consolidação e aumento da eficiência operacional, focando em manter uma "presença mínima inteligente" e concentrando investimentos nos bolsões de rentabilidade.
Baseado no artigo 📊 Tá na hora de cortar mais a verba de marketing? | LinkedIn🎯 Tópicos abordados:
• Crise Econômica no Agronegócio• Efetividade vs. Eficiência do Marketing
• Reputação Técnica e Canais de Alta Credibilidade
⚡ Principais takeaways:
1. Redirecione, não corte: Startups devem sair de mídia massiva e apostar na autoridade técnica (parcerias com cooperativas/institutos de pesquisa). Empresas estabelecidas devem manter o share of voice nos canais que realmente importam (Presença mínima inteligente).
2. Concentre-se na rentabilidade real: É crucial descobrir os "bolsões de rentabilidade"—quais clientes geram mais margem e quais territórios regionais justificam o esforço comercial—e concentrar recursos ali.
3. Desenvolva músculo operacional: Use a pressão da crise para otimizar processos, integrar áreas (vendas, marketing, técnico) e criar rotinas de mensuração e ajuste que garantirão vantagem quando o mercado aquecer.
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#agronegócio #estratégia #inovação #Efetividade #marketing
Com os desafios sequenciais de grandes revendas de insumos, como Belagrícola, Lavoro e AgroGalaxy, o modelo de crescimento rápido e endividado no agronegócio brasileiro está em xeque. Entender por que essas gigantes colapsam com dívidas que somam bilhões de reais, enquanto distribuidores regionais e cooperativas bem geridas prosperam, é crucial para a sobrevivência e resiliência na próxima década do agro.
Neste episódio:
• A consolidação acelerada e a busca por escala fracassaram porque foram construídas para o "tempo bom" (commodities e crédito barato), ignorando a ciclicidade do agro e falhando ao tentar industrializar o relacionamento com o produtor.
• O cenário macro difícil — Selic alta, volatilidade brutal dos insumos, eventos climáticos e inadimplência crescente — expôs brutalmente quem tinha fundamentos sólidos e quem apostou apenas em arbitragem financeira.
• O futuro pertence aos modelos que transformam vendedores em consultores de produtividade, recuperando a venda técnica e migrando de transação para um ecossistema de compartilhamento de risco.
Baseado no artigo "O TriLema do Agro: Quando Todos Perdem, Quem Sobrevive?" da newsletter Campo de Visão.
🎯 Tópicos abordados:
• Crise de Liquidez e o Descasamento Estrutural de Capital de Giro.
• Comoditização por Genéricos e a Erosão da Venda Técnica (O Vendedor Virou Leiloeiro).
• A Nova Arquitetura de Valor: Resiliência através de Parcerias de Risco Sistêmico.
⚡ Principais takeaways:
1. Recupere a venda técnica e defenda o valor: Pare de competir por quem dá o maior desconto e comece a competir por quem entrega os melhores resultados. É fundamental transformar vendedores em consultores de produtividade, defendendo a tecnologia e não apenas o preço.
2. Abandone a transação e construa o ecossistema: Modelos baseados apenas em arbitragem financeira não funcionam mais. Invista em barter estruturado como hedge e em plataformas de dados colaborativas para gestão de risco entre todos os elos da cadeia.
3. Priorize Fundamentos sobre Escala: A sobrevivência exige disciplina rigorosa de crédito, conhecimento profundo do cliente e construção de resiliência para o ciclo completo do agro, não apenas para o momento de alta.
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#agronegócio #estratégia #inovação #Distribuiçãodeinsumos #revendas #belagricola #lavoro #agrogalaxy